De acordo com a coluna Leis e Negócios, a OAB conta, com dados atualizados até 27/07/2010, com mais de 713 mil inscritos em seus quadros, colocando o País em terceiro lugar no número de advogados entre as nações.
Em 1º lugar figura os Estados Unidos, com mais de 1 milhão de advogados, seguido pela Índia, que está quase chegando a mesma cifra dos americanos.
Para o advogado Marcelo Muriel, um dos palestrantes da Fenalaw, em São Paulo, é possível que o Brasil ultrapasse esses dois países em alguns anos.
Fonte: Leis e Negócios
Apenas para ilustrar um pouco essa matéria:
População dos EUA: 309 milhões de habitantes
População da Índia: 1 bilhão e 100 milhões de habitantes
População do Brasil: 190 milhões de habitantes
Se não existisse Exame de Ordem o Brasil teria 3 milhões e 713 mil advogados.
Esse número de faculdades – Brasil tem mais faculdades de Direito do que o resto do mundo – merece ser investigado. Que lógica é essa que norteou o MEC a conceder tantas autorizações para a abertura de faculdades de Direito?
O mais interessante é ver a OAB ca-la-di-nha em relação ao assunto. No máximo, e com muita boa vontade, chama tal conjuntura de “estelionato educacional”. Mas não ultrapassa o campo da retórica.
Ora, se os Drs. Cezar Britto, ex-presidente da OAB, e Ophir Cavalcante, atual presidente, explicitamente já chamaram esse quadro de estelionato educacional, por que a Ordem não se mobiliza para investigar e denunciar essa FARRA de faculdades? Não é um “estelionato”? Isso não é grave?
Se existem 3 milhões de bacharéis no país sem poder advogar, presumindo-se que boa parte desse grupo fez e não passou pelo Exame, por uma série de razões, incluindo a péssima formação recebida nessas faculdades “estelionatárias”, cadê a mobilização OAB para investigar esse descalabro?
Claro que a pergunta é retórica…
Só Deus sabe que espécies de lobbys e forças econômicas estão por detrás dessas instituições, com tentáculos e ramificações em todos os Poderes do Estado.
A questão é insolúvel, e a corda sempre vai arrebentar para o lado…bom, vocês sabem para que lado.
Querem saber quais instituições que não conseguem sequer aprovar mais de 20% dos seus egressos (a maioria, é claro)?
Cliquem nos links abaixo e impressionem-se:
2010.1 (Dados só da 1ª fase. Os da 2ª não foram liberados pela OAB)
2009.1 (A OAB não liberou os dados por instituições do Exame 2009.2, apenas por seccionais)







Dr. Maurício, gostaria de o sr. informasse, se fro possíve, desses 713 mil quantos advogam? Segundo, quantos existem somente em SP? Pois na seccional em que milito de 23mil inscritos apenas 9mil estão ativos. Penso que este número de 713mil poderá cair pela metade.Subtraindo 200mil de SP(?) teremos uns 300mil(?) para o resto do país! O sr. acha esse número alto para a população de 190 milhões? Onde a defensoria pública quase inesxiste!
Desconheço dados de efetiva militância entre os inscritos. Se você tiver algum, de fonte oficial, eu agradeceria.
Esse dado de 23mil inscritos e apenas 9mil militam foi falado pelo pres. da seccional. Um advogado inscrito da ordem, quando é aprovado em concurso incompativel com advocacia seu nº é cancelado,quando aponsenta e volta advogar tem outro nº. Advogados(as) falecidos também estão dentro desse número 713mil.Quando aos advogados(as) que ajuizam ações durante o ano, esse não posso te responder agora! Mas o sr. tem como chegar isso.
Bom dia
Sou Bacharel em Direito mas por questões profissionais não posso exercer a advocacia. Sou Militar do Estado e, tenho impedimento para possuir o registro na ordem.
Concordo com vc com o grande número de Faculdades de Direito e infelizmente a maioria prima pela péssima qualidade no ensino. Cabe ao MEC a fiscalização, mas isso não ocorrerá por vários motivos.
Quanto ao exame da ordem eu particularmente vejo como uma aberração jurídica. Veja que penso isso mesmo não tendo a intenção de fazer o exame em questão. Minha visão desse exame é por que priva inúmeros bacharéis de exercerem sua profissão. Alegar que o advogado lida com valores essesnciais e por isso deve ter a capacitação provada medinte concurso é um triste e infeliz argumento. O advogado labuta no objetivo de zelar pelo cumprimento das leis e blá blá e zelar por um valor essencial que á liberdade das pessoas. Nesse caminhar de pensamento e o médico que lida com a vida. Na hierarquia dos valores a vida está acima da liberdade. O médico não faz exame de ordem “médica”. O dentista também não e o engenheiro civil que dias após formado pode assinar a construção de uma ponte sem para isso ter sido aprovado em um exame.
Creio caro amigo que há muito interesse na manutenção do exame por motivos que não são somente essa tal análise da qualificação. Quais? Como disse tenho formação jurídica e não colocaria sob pena de ser regularmente processado e posteriormente se condenado obrigado a reparar por danos morais.
Fica no implícito.
Neto
Aí é que está: talvez o médico devesse fazer um exame para exercer a medicina, o dentista para exercer a odontologia, etc.
Estudei em uma instituição privada, foi muito difícil, ainda está difícil, os gastos são muitos, livros, cursinhos, mensalidades, combustível, tempo longe da família, tudo isso por um sonho: exercer a profissão de advogado, assim como muitos exercem, mas, não vou desanimar, estudei 5 anos e não vou jogar meu tempo e meu dinheiro no lixo pelo fato de existir mais advogado no Brasil do que no resto do mundo, isso não é problema meu e nem dos meus colegas.
Por outro lado, os estudantes não podem pagar o preço pela incompetência de muitos políticos vagabundos que trataram a educação do nosso país com descaso. É de causar estranheza toda essa avalanche de informações negativas nas vésperas da segunda fase, se alguém cometeu algum erro, não foi os estudantes e muito menos seus pais.
Não vejo tanta preocupação por parte dos Conselheiros do CNJ ou mesmo dos detentores do poder em verificar como esta a saúde do nosso país, em relação ao número de médicos, dentistas, psicólogos, enfermeiros, enfim, todos os problemas da sociedade parece estar nas costas dos bacharéis em direito.
Lamentavelmente estamos sendo tratados com muita falta de respeitos e, por outro lado temos um grupo que ficaram e estão ficando ricos às nossa custas: cursinhos, editoras, livrarias, autores e tantos outros.
Caro Dr. Maurício, peço desculpas mas o que tem a ver a OAB com faculdades de Direito? E quem faz Direito para prestar concursos? A OAB não pode intervir nisso, não é faculdade de advocacia, é de Direito. No MP, AGU e Judiciário ninguém reclama das faculdades, pois tem um processo seletivo forte; deveria a OAB fazer o mesmo. Espero pelo belo dia em que seja possível não mais confundir Direito com advocacia, pois um abrange o outro e não são sinônimos, sendo descabido a OAB querer fechar os cursos de Direito. Seria muito irônico achar que Direito serve só para a advogar, cabendo só a OAB observar o que se passa nas universidades. Quer resolver o problema? Faz um exame que realmente só permita o ingresso de pessoal preparado, como faz o MP e pronto, pouco importará o número de faculdades, já que o controle seria todo da OAB, como é na Magistratura, AGU, RF, MPU etc.
E essa conversa de que a instituição x ou y é péssima é balela. Quem faz Direito é o aluno, conheço pessoas que fizeram universidades péssimas e hoje são concursadas e sabem bem mais que eu que estudei em uma federal. O problema é a comodidade. Conheço também gente de faculdade considerada ruim que se formou sem ter lido UM livro completo; só resumos e estudando nas vésperas. Aí é fácil culpar a faculdade…
Dá uma olhada na Lei 8.906/94. É papel institucional da Ordem fiscalizar o ensino jurídico, por força da lei.
Fiscalizar sim…Mas não interferir na sua promoção e tão pouco avaliar estudantes…Isto é papel do MEC!
Deveria a OAB redirecionar os esforços, hoje concentrados no exame de ordem, no zelo pela ética e moralidade no exercício da profissão. Afinal são incontáveis as queixas relacionadas à práticas abomináveis por Advogados e Advogadas – estas sim, verdadeiras ameaças à dignidade deste grupo de profissionais que deveria constituir-se, verdadeiramente, em última barreira de defesa da cidadania.
CONCORDO COM O AMIGO.. EM TODAS AS COLOCAÇÕES… O EXAME TEM QUE SER MUITO MAIS DIFÍCIL.. ISSO AI, É “MOLEZA” PRA QUEM ESTUDA DE VERDADE!!!
A OAB quando quer age, vejam o exemplo das compras de monografias prontas, não só do curso de Direito, mas sim de todos os demais. Matéria de ontem 19/10/2010, no Jornal Nacional da Globo. Perguntas: a) Como a OAB não previu e não interferiu no processo com toda à VISÃO FUTURA e poderio que possui; permitindo a formação de um contigente de mais de 3 milhões de bacharéis que estão em uma condição incômoda de meio termo, muitos sem rumo e com dividas e dificuldades financeiras, aliados à perca de tempo(em média 5 anos); poderiam ter feito outro curso, e estarem trabalhando e ganhando o seu sustento?; b) A quem interessa toda essa situação e principalmente QUEM GANHA com ela?; A OAB como defensora da sociedade, direito social, direitos humanos foi ou não foi OMISSA no caso em tela?????????
Os números não são exatos, desses mais de 700 mil inscritos, muitos não exercem a profissão. Mas com tantos advogados, ainda temos muitas pessoas que não podem acessar o judiciário, seja pelo alto preço das custas processuais ou mesmo a impossibilidade de contratar um advogado. Lembro que somente 11% da população tem acesso a uma faculdade, ou seja, pouco mais de 15 mi.
Isso é uma vergonha, o MEC tem que controlar essa industria faculdades, além do mais o brasil é um pais de terceiro mundo, não é a toa que hoje tem advogados ai ganhando R$ 250,00 como ouvi semana passada, por não ter condições financeiras de trabalhar, e se sujeitar a trabalhar como estágiario.VERGONHAAAAAAAAAAA
É .. caro mauricio ..
mas logo o Brasil terá esses 3 milhôes de Advogados …
Seguindo esse ritmo…
So para completar, que negócio é esse de a OAB 2010.2 deixar passar quase 50% dos candidatos, isso é locura, percentual gigantesco de aprovação.Na 2010.1 que eu fiz na primeira fase ficou 9%.
Alguma coisa de errada tem, e esse número absurdo de advogados pra todo lado, assim a profissão vai ficar totalmente desvalorizada, como alias já esta a muito tempo.
Egoista. Já dizia um ditado do livro mais famoso do mundo: A Bíblia Sagrada. “Não faça com os outros aquilo que você não deseja para si mesmo”. Parece fisolosofia barata, mas não é.
Aposto que nas vésperas do seu exame, mesmo você estando super prepadado que sei que esteve, nem que seja por alguns segundinhos você desejou que a sua prova viesse boa, em um nível justo para todos.
Pare com isso doutor Leandro, o mundo é para todos e se realmente o senhor for bom, sua estrela irá brilhar independente do tamanho da constelação.
Boa sorte, paz e bem!
Caro Dr. Mauricio, venho lhe parabenizar por ter alcançado status social e financeiro incomensuráveis, além da sorte de ter nascido em uma familia estruturada que lhe deu todas as condições para chegar aonde chegou, porém, nem todos possuem esta mesma sorte. As faculdades de direito, mesmo aquelas desprovidas de qualidade citadas pelo sr. são as únicas oportunidades, de milhões de brasileiros alijados da sociedade de conseguirem alcançar o sonho de ser um renomado advogado. Não estou falando em competencia, pois isto não se discute e sim de oportunidade, pois vejamos: Temos 2 candidatos a uma vaga de direito em uma faculdade federal. Um destes candidatos é o sr., pessoa altamente competente, estudiosa, com uma familia dedicada e estruturada, que lhe possibilita estudar sem precisar trabalhar. O outro sou eu, pessoa altamente competente, estudiosa, nascido em uma familia desestruturada e cheia de problemas e tendo que trabalhar de 7:00 da manhã as 19:00. Pergunta-se quem irá adquirir a vaga?.
Dr Mauricio, não estou me lamentando, muito menos justificando alguma coisa, pois conheço a minha capacidade e competencia e sei aonde irei chegar, mas não posso permitir que o sr. indiretamente crucifique os alunos que frequentam as faculdades desqualificadas. Se temos faculdades desqualificadas é porque o Poder Público permite, mas me diga e se não existissem que oportunidade teriamos?.
A finalidade desta é que o sr. aproveite o espaço e a competencia que tem para cobrar de quem de direito maiores incentivos educacionais, possibilitando a todos as mesmas oportunidades,as mesmas PARIDADE DE ARMAS, para ai sim, saber quem é mais ou menos competente.
Abraços!
Moisés,
Status social e financeiro deve ser uma licença poética sua. Estou na ralação como todo mundo.
Quanto a minha família, ela é igual a tantas outras famílias que existem por aí, nem melhor e nem pior.
No mais, é inerente ao sistema que existam desigualdades. E quando falo de sistema, esse se chama capitalismo. Uns tem mais, outros tem menos. Uns podem mais, outros menos. È assim, e não sou eu, ou você que determinamos isso.
Para o bem ou para o mal, a história já mostrou que esse sistema é o único que funciona.
O grande ponto é vencer na adversidade, achar o caminho sozinho face aos obstáculos.
Não estou crucificando rigorosamente ninguém. Se o ensino é ruim, e você paga por ele, também paga por suas consequências. Não fui eu que fiz as escolhas por você, e também não o culpo, e nem a ninguém, por fazer suas próprias escolhas. As vezes as circunstâncias compelem os indivíduos, mas, antes de tudo, cada um paga pelo o que escolhe. Esse é o outro lado do exercício da liberdade.
O mundo não é feito de igualdade material, e sim de mera liberdade formal, e ainda sim, em tese.
No mais, meu papel aqui não é pisar em ninguém, muitíssimo ao contrário, e sua impressão, por certo, foi equivocada.
O que fomenta o estelionato educacional é a procura. Os estudantes precisam ser alertados sobre os riscos de escolher as faculdades mal conceituadas. É melhor estudar mais e ser aprovado em uma boa faculdade, ainda que demore um pouco, que obter um diploma reconhecido SÓ pelo mec e mais ninguém.
Começo a ler os comentários e não consigo acreditar no tamanho absurdo o pensamento de certas pessoas.
Como pessoas que obtiveram aprovação no exame e passam a opinar achando que o ideal seria reprovar mais de 90%. Essas pessoas usando esse discurso chulo de qualidade de ensino e quantidade de profissionais. Se esconderem por trás do exame para a finalidade verdadeira que é MUITO dinheiro envolvido com reserva do mercado!
Por enquanto quem paga o preço é o bacharel que tem seu sonho destruído! Em prol do mercado que se criou, como cursinhos e afins! Com certeza já deixa claro que o Dr. Maurício tem sua opinião sempre favorável de tudo aquilo que dificulta o ingresso do bacharel na sua profissão! E é evidente, por favor não leve a mal minha opinião, mais até este site aqui tem compensações com isso tudo! Não se trata apenas de uma simples ajuda com informações acerca do tema! Mais já começa a virar negócio mesmo, com um site que ficaria com um custo médio de hospedagem em R$ 30,00 por ano, abrindo margem para milhares de acessos de sonhadores que em compensação acessam os espaços do site com “banner/links” informações, utilizadas pelos anúncios de cursinhos e que dispõem de até pagseguro!
Começa a dá gosto a coisa entende! Fica difícil obter uma opinião imparcial do moderador!
Não fico tão desesperada com o número de advogados do Brasil e tenho uma razão muito lógica pra isso. Vejam o trecho abaixo:
“Segundo o presidente, 25 meses após a vigência da lei que institui o processo eletrônico, a Justiça brasileira já contabiliza 2 milhões e 800 mil processos sem papel. Apenas no Superior Tribunal de Justiça já existem mais de 100 mil recursos especiais e agravos de instrumento digitalizados, informou Lula. O presidente citou ainda os dados do Tribunal Superior do Trabalho que bateu recorde 265 mil processos julgados em 2009, reduzindo seu passivo de processos pendentes para 178 mil.”
Ou seja, trabalho não falta.
E só pra reforçar: a Suprema Corte dos Estados Unidos julga em média 100 (cem) processos por ano, acho que quem tem que se preocupar com a quantidade de advogados são eles.
Ué, porque a pessoa não nasceu rica tem o direito de exercer a advocacia ou outra profissão qualquer que exija qualificação? Porque nasceu pobre tem o direito de ser elevado a exercer uma profissão sem ter qualificação? Então tá, Sr. Moises, então a pessoa que nasceu pobre vai ser colocada para pilotar um avião só porque ela não teve a sorte de ter recursos financeiros para fazer um curso para pilotos de avião e você, sozinho, claro, decola com esse piloto para passar férias no caribe e aí quando chegarem lá mande um telegrama dizendo que morreu, ok? Cada coisa, impressionante!!!
concordo PLENAMENTE com a Mariana.
Dr. Maurício, poderiamos começar a campanha “Antecipação do prazo para resultado dos recursos!”
O senhor não poderia nos ajudar divulgando-a?
Obrigado!
Eduardo.
Essa antecipação depende, antes de deliberação do Colégio de Presidentes. Fazer com que um colegiado inteiro se mobilize nesse sentido, sem que ao menos um dos presidentes se oponha, é muito difícil. Todos eles têm agendas apertadas, e essa reunião é marcada com antecedência. Seu pleito é justo, mas é muito complicado de implementá-lo.
Caro Dr Mauricio, não poderíamos pleitear a data que consta no caderno de prova, ou seja, 01/11/2010, para a DIVULGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DA PROVA OBJETIVA. Assim sendo, implicito está, se houve ou não anulações, por meio da nova lista de aprovados, afinal se a banca prometeu……..
Peço vênia à divergência (rs, rs), mas acompanho a maioria, principalmente com relação ao comentário acima do Ricardo.
Afinal, o nome do curso é Direito e o leque de opções que o bacharel tem após formado é grande. Então, a advocacia é apenas uma delas e penso o desempenho das faculdades não deve ser aferido unicamente através do exame de ordem.
Tem gente que nem sequer prestar o exame porque é impedida de exercer a advocacia. Outros fazem unicamente para poderem prestar concurso.
Então, acredito que algumas dessas informações estão equivocadas, principalmente com relação a esse número divulgado de 3 milhões de bacharéis que não advogam. O contexto em que foi escrito dá a interpretação de que toda essa gama de egressos das faculdades não possuem nenhuma outra ocupação profissional, o que não é verdade…
A faculdade, concordo, quem realmente faz é o aluno. Sempre digo que não adianta nada alguém estudar em uma exelente universidade e não se empenhar nos estudos. Da mesma forma, quem estuda em universidade paga, correndo atrás dos estudos e se dedicando, mesmo com um ensino precário, poderá estar em paridade de condições com quem estudou em faculdades públicas…
Deveria a OAB redirecionar os esforços, hoje concentrados no exame de ordem, no zelo pela ética e moralidade no exercício da profissão. Afinal são incontáveis as queixas relacionadas à práticas abomináveis por Advogados e Advogadas – estas sim, verdadeiras ameaças à dignidade deste grupo de profissionais que deveria constituir-se, verdadeiramente, em última barreira de defesa da cidadania.
Olá colegas examinandos, boa dia a todos!
Contactei junto ao Conselho Nacional de Exame de Ordem, indaguei quanto aos Recursos, fui informado que o Conselho se reunirá na primeira semana de novembro,
dentre outros assuntos, deliberar a respeitos dos Recursos interpostos, ok
Paz p/todos nós…
[...] Brasil tem 3ª maior população de advogados do mundo [...]
Eu não com concordo com o comentario do Ricardo, pois o comentario dele não justifica o grande número de faculdades de direito e o de advogados existentes no Brasil.
A OAB tem sim que fiscalizar as faculdades,a advocacia é o primeiro passo de um bacharel em direito independente de a faculdade ser de direito e não de advocacia.
Um exame mais dificil ou mais facil não quer dizer que que possa existir tantas faculdades que direito, que na sua grande maioria não tem um vestibular sério, não avalia o aluno de forma correta,tem professores incapacitados de ensinar , um coordenador incompetente e alunos que não sebem nem interpretar um texto.
Em relação ao desempenho do aluno eu acho que o empenho do mesmo é muito importante,mesmo assim venho salientar que isso tambem não justifica o numero grande de faculdades de direito.
Tem bons alunos em faculdades boas e ruins, e se existe comodidade ou não do aluno,se o aluno não leu um livro inteiro e só leu resumos no dia da prova mesmo assim não justifica tantas faculdades de direito.
A faculdade e´culpada sim, assim como o aluno em muitos casos também é culpado.
E nada que esta se discutindo aqui é balela, e é sim muito sério.