Exame de Ordem OAB/FGV – Modelo de peça prático-profissional que tirou nota máxima

Todo candidato fica perguntando como elaborar a redação de sua prova, como estruturar os parágrafos, a grafia, recuo de texto, espaços, etc.

Segue uma peça prático-profissional nota 5 (a nota máxima), elaborada de forma objetiva, texto escorreito, bem organizada, com grafia bastante legível e sem escorregar nos detalhes que implicam na anulação da prova, como a identificação do candidato por colocar dados inexistentes ou se identificar na parte final da petição. Analisem estes detalhes e treinem para a prova de vocês.

Apesar da peça ser trabalhista, os detalhes de sua elaboração servem para qualquer disciplina.

Há de se ressaltar de que a correção foi feita pelo Cespe. Não temos parâmetros sobre a correção a ser feita pela FGV. Mas, se a FGV mostrar o cuidado que mostrou na 1ª fase, acredito que as correções serão ao menos justas.

Confiram a peça nota 5:

Por Maurício Gieseler em 25 outubro 2010 às 15:45

Categoria: Provas anteriores

Um recadinho para vocês…

Vejam só esse recado publicado no twitter oficial da OAB/MA:

Pois é! A OAB está esperando por todos vocês…

Cliquem AQUI para conferirem no twitter.

Por Maurício Gieseler em 25 outubro 2010 às 10:36

Categoria: Humor

Brasil é o 2º país em número de advogados por habitantes

Em nova matéria da coluna Leis e Negócios, o Brasil soma 3,27 advogados por cem mil habitantes. Muito próximo da marca dos Estados Unidos, que apresenta a proporção de 3,71 advogados por cem mil habitantes.

Brasil tem 3ª maior população de advogados do mundo

A OAB conta, com dados atualizados até 27/07/2010, com mais de 713 mil inscritos em seus quadros, colocando o País em terceiro lugar no número de advogados entre as nações.

Por Maurício Gieseler em 25 outubro 2010 às 10:24

Categoria: Advocacia

Curso de revisão através de questões Exame de Ordem OAB/FGV 2010.3

O Exame de Ordem mudou e mudou bastante, sendo que com convicção podemos afirmar que o Cespe agora é 100% passado.

Em razão dessa nova realidade, o Portal Exame de Ordem lançou um curso específico de revisão através de questões no estilo FGV, para preparar intensamente os candidatos do Exame de Ordem 2010.3.

E o que mudou? Quais impressões podemos tirar da 1ª prova organizada pela FGV?

Os enunciados, de um modo geral, foram mais extensos do que os dos Exames patrocinados pelo Cespe, tendo sido exigido muito raciocínio jurídico. As respostas eram encontradas não só na lei, mas também em boa parte na doutrina e, em menor grau, na jurisprudência. Ou seja, a prova fugiu do dogmatismo do Cespe. Ademais, os enunciados, em sua maioria, eram apresentações de casos em concreto, sendo que o candidato deveria escolher entre a assertiva mais adequada.

Também observamos A prova foi sem armadilhas ou peguinhas. Foi uma prova honesta e, sem sombra de dúvidas, muito bem elaborada;

Em suma, foi uma prova difícil, mas que passou muitíssimo longe do absurdo que foi a última prova objetiva do Exame 2010.1. Ela foi difícil por exigir mais da parte conceitual dos candidatos, e certamente apresentou uma abordagem bem diferente do que até então era a prova objetiva.

O curso de questões voltado para a prova objetiva do Exame 2010.2 foi um sucesso, sendo que recebemos o feedback positivo de muitos candidatos que reputaram suas aprovações a esse curso.

O início das gravações do novo Curso ocorrerá no dia 03/11/2010, e o aluno terá até o dia da realização da prova objetiva 2010.3 para assistir às aulas, contados a partir da efetivação da matrícula.

PREÇO PROMOCIONAL ATÉ O DIA 15/11/2010: R$ 195, 01 (cento e noventa e cinco reais e um centavo) pagos diretamente através do sistema PAGSEGURO.

PREÇO NORMAL: R$ 250,01 (duzentos e cinqüenta reais e um centavo) pagos diretamente através do sistema PAGSEGURO

Cliquem no link para se inscreverem – OAB 2010.3 CURSO DE REVISÃO ATRAVÉS QUESTÕES ESTILO FGV

Por Maurício Gieseler em 23 outubro 2010 às 09:42

Categoria: Cursos do Portal

A importância de se marcar os códigos para a prova da 2ª fase da OAB/FGV

Antes de começar a postagem eu já aviso: Pode usar post-it nos códigos, pode usar quantos quiser e da cor que quiser.

Pode também sublinhar o texto da lei, com as cores que vocês quiserem.

Em relação a fazer remissões diretamente nos códigos, fico com a tese (chamar isso de tese é ótimo!) que as remissões permitidas são aquelas que já vem impressas no código. Não pode fazer qualquer tipo de anotação manual ou de forma mecânica. Vamos olhar mais uma vez o edital:

1) MATERIAL/PROCEDIMENTOS PERMITIDOS

(…)

• Simples utilização de marca texto, traço ou simples remissão a artigos ou a lei.
• Separação de códigos por cores, marcador de página, post-it com remissão apenas a artigo ou a lei, clipes ou similares.

Em suma:

1 – Pode marcar o código com marca-texto ou sublinhar com caneta, ressaltando o que acha mais importante? Pode!

2 – Pode colocar etiquetas do tipo marca-fácil, como a da foto? Pode!

DETALHE – Eu acho (apenas acho!!) que é possível colocar um post-it com remissão manual no próprio post-it. Se não for possível, basta o candidato retirar o post-it com a respectiva remissão. Assim não corre o risco de ser proibido de usar o seu código.

E o que não pode?

2) MATERIAL/PROCEDIMENTOS PROIBIDOS

(…)

• Anotações pessoais, manuscritas, impressas ou transcrições.

Aqui reforço mais uma vez: Não é permitido fazer anotações pessoais. Não façam isso, sob pena de se aborrecerem na hora da prova.

A vedação é clara.

Vale o risco?? NÃO vale arriscar por isso. Tenha a certeza de que poderá usar livremente seu código na hora da prova.

Ademais, o candidato terá ainda o índice alfabético-remissivo para trabalhar.

E é sobre isso que eu queria escrever.

O uso do índice e dos post-its têm um único propósito – Localizar uma informação importante para ser usada na fundamentação de uma resposta.

O detalhe é a gestão do tempo.

Não sou especialista em psicologia ou neurologia, mas há um fator certamente de cunho psico-neurológico que afeta os candidatos na hora da prova: a percepção alterada do tempo.

O que é isso?

A prova, como vocês já sabem, dura 5 horas. E o tempo não elastece.

Mas, durante a resolução da prova, a grande maioria dos candidatos têm a percepção de que o tempo transcorre mais rapidamente, que 5 horas não são suficientes para fazer tudo.

Atribuo essa distorção na percepção do tempo a dois fatores: O estresse e o grande volume de informações a serem processadas.

Trata-se de uma observação pessoal ratificada por muitas pessoas que já fizeram a prova. Muitos candidatos, para não dizer quase todos, têm esse impressão.

Daí a relevância do post-it  e do conhecimento pleno do índice da prova: Achar a informação com facilidade e da forma mais rápida possível.

Não tem coisa pior do que procurar uma súmula que o candidato sabe que existe mas não lembra o número e perder um tempão com isso.

Marcar o código (corretamente) representa uma vantagem quando o propósito é o de economizar tempo durante a prova.

Conhecer o índice e saber operacionalizá-lo também é fundamental. Aliás, é mais importante do que somente marcar o código. E ambos, quando conjugados, facilitam muito a vida do candidato.

Aqui, tempo não é dinheiro, tempo é pontuação.

Por Maurício Gieseler em 22 outubro 2010 às 14:20

Categoria: Advocacia, Como se preparar para a prova

OAB lança programa inédito de educação continuada com cursos telepresenciais

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, o vice-presidente da entidade, Alberto de Paula Machado, e o diretor-geral da Escola Nacional da Advocacia (ENA), Manoel Bonfim Furtado Correia, lançam na próxima terça-feira (26), em São Paulo, a aula inaugural do Programa de Educação Continuada para a advocacia por meio de cursos telepresenciais. O projeto, conduzido pelo ENA e as Escolas Superiores de Advocacia, oferecerá cursos telepresenciais com aulas reproduzidas via satélite com o objetivo de levar atualização profissional aos advogados de todo o país.

Nesse primeiro momento, conforme explica Alberto de Paula Machado, o curso será reproduzido para Seccionais da OAB de onze Estados, totalizando 170 salas de aulas em todo o país. O objetivo, no entanto, é propiciar que os cursos de atualização profissional alcancem os 27 Estados brasileiros. O primeiro curso será sobre uma ferramenta indispensável à vida do advogado: “Processo civil: presente e perspectivas futuras”, com aulas reproduzidas a partir de São Paulo.

Na opinião do vice-presidente da OAB Nacional, trata-se de um projeto inédito, grandioso e que visa levar à advocacia oportunidades valiosas de atualização profissional. “Serão cursos rápidos ligados ao manejo de recursos, de processo civil, execução trabalhista, cálculos previdenciários, ou seja, necessidades que todo advogado enfrenta no seu dia-a-dia profissional”, explica Alberto de Paula Machado.

Os advogados tanto da capital quando do interior do país poderão enviar questionamentos quanto ao teor das aulas aos palestrantes por e-mail ou fax e, se preferirem, presencialmente, a partir das salas preparadas para receber o sinal. As salas em que serão realizadas as aulas serão instaladas nas sedes das Subseções da OAB. De agora em diante, serão oferecidos cursos telepresenciais praticamente todas as semanas.

Fonte: OAB Federal

Por Maurício Gieseler em 22 outubro 2010 às 09:09

Categoria: Ensino jurídico

Fies agora dispensa fiador

Brasília – Após o anúncio, hoje (20), de que o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) não terá mais a exigência de fiador para alunos de baixa renda e de licenciaturas, o ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que acredita em uma grande adesão das universidades ao novo modelo. Segundo ele, todas as instituições de ensino que já fazem parte do programa devem aderir ao Fies sem fiador até o fim do ano.

Para oferecer essa opção ao aluno, a universidade precisa concordar com a retenção de recursos para a composição de fundo garantidor que também terá a participação da União. Dos recursos recebidos pela universidade referentes às mensalidades dos alunos do Fies sem fiador, 7% deverão ser repassados ao fundo.

“Temos a perspectiva de até o final do ano todas as instituições que participam do Fies participem do Fies sem fiador porque a retenção é muito baixa. O que exceder 7% é por conta do Tesouro Nacional se houver necessidade de aporte”, disse em coletiva após o evento.

Para Haddad, as instituições de ensino terão interesse em aderir à iniciativa porque ganharão novos alunos. Além disso, o índice de inadimplência nas instituições de ensino superior hoje é de 17% e o pagamento repassado pelas mensalidades de quem tem o Fies é feito em dia. “Elas [universidades] tem uma inadimplência de 17% e o Fies paga rigorosamente em dia e são alunos novos, que não podem pagar e não têm fiador. É uma demanda nova que ela vai absorver.”

A dispensa de fiador é válida para os alunos dos cursos de licenciatura, para os que tem renda familiar mensal per capita até um salário mínimo e meio e os bolsistas parciais do Programa Universidade Para Todos (Prouni) que optem por inscrição no Fies no mesmo curso em que são beneficiários da bolsa.

Segundo o ministro da Educação, pesquisas mostraram que os estudantes que não conseguem fiador estão concentrados, predominantemente, na faixa de renda abrangida pela medida anunciada hoje. Ele explicou que o Ministério da Educação irá abrir um prazo para que as instituições possam aderir ao Fies sem fiador.

Fonte: Agência Brasil

Por Maurício Gieseler em 21 outubro 2010 às 15:27

Categoria: Notícias sobre o Exame

OAB vai punir com rigor os advogados ligados à fraude no Exame de Ordem 2009.3

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, afirmou hoje (21) que todos os advogados envolvidos direta ou indiretamente na fraude ocorrida na terceira edição do Exame de Ordem 2009 responderão a processo ético-disciplinar no âmbito da entidade e, comprovado o envolvimento, serão excluídos dos quadros da OAB.

Hoje, o site G1 publicou matéria jornalística informando que os acusados de chefiar a fraude no Exame da Ordem de 2009 serão processados pela venda de gabarito, assim como no caso do concurso de agente da Polícia Federal. O grupo seria formado por um casal, seu filho, um policial rodoviário federal e advogados. Ao todo, 64 pessoas são acusadas pela fraude na prova da PF. Dessas, 53 são candidatos que teriam se beneficiado do esquema.

A quadrilha foi descoberta pela própria Polícia Federal durante a Operação Tormenta, deflagrada em julho, e que apura irregularidades também em outros concursos públicos: da Receita Federal, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Fonte: OAB Federal

Confiram a matéria do G1:

Grupo que fraudou prova da PF é o mesmo do caso OAB, diz procurador

Por Maurício Gieseler em 21 outubro 2010 às 11:11

Categoria: Fraude no Exame de Ordem

Como começar a estudar para o próximo Exame de Ordem?

Recebi um e-mail de uma leitora cuja resposta mereceria ser coletiva e não individualizada. Com a devida autorização da remetente, reproduzo aqui seus questionamentos.

De: Adriana
Assunto: Exame 2010.3

Mensagem:

Maurício, você tem uma previsão da data do próximo exame?

Gostaria de um conselho, e tenho até vergonha de pedir, mas, vamos lá…

Cursei a faculdade meio que de qualquer jeito, entao estou super despreparada, sem saber por onde começar, para onde ir.

Não consigo fazer cursinho porque tenho uma filhinha de 1 ano, e nao tenho com quem deixa-la à noite, pois trabalho o dia todo.

Comprei uma coleção, do exame da ordem da editora método, e fico sempre na dúvida de como estudar, do que estudar, por onde começar, qual matéria tentar para a segunda fase???????

Sei que eu é que tenho que descobrir isso, mas gostaria de uma orientação sua.

Desde já agradeço a sua atenção e obrigada por tudo, pois sempre acompanho você,

um abraço,

Adriana.

Bom Adriana, vou responder de forma pontual para facilitar a compreensão do raciocínio.

1 – Mauricio, você tem uma previsão da data do próximo exame?

Não. Pela lógica das datas é provável que a próxima prova seja no final de janeiro ou início de fevereiro, antes do carnaval. Mas sem a publicação do edital não dá para falar em datas.

2 – Gostaria de um conselho, e tenho até vergonha de pedir, mas, vamos lá…

O Blog está aqui para isso!!

3 – Cursei a faculdade meio que de qualquer jeito, entao estou super despreparada, sem saber por onde começar, para onde ir.

É bastante interessante sua auto-percepção. Reconhecer que tem limitações e deficiências na sua formação acadêmica é uma importante etapa para trilhar o caminho correto.

Quanto a saber por onde começar, o primeiro passo certamente é o de delimitar com clareza as suas deficiências. O quanto você não sabe? Quais carências são as mais acentuadas?

Essa compreensão é fundamental para traçar um plano de estudos.

Como identificar as limitações?

O ideal é resolver provas anteriores, não só do Exame de Ordem como também de concursos, anotar quantas questões de cada disciplina você resolveu e quais foram os percentuais de acerto.

Tem um site chamado Questões de Concursos que permite ao seu usuário resolver questões por disciplinas, estruturando uma série de filtros para delimitar o campo que se quer estudar.

É uma boa pedida para fazer uma avaliação do seu conhecimento.

Neste ponto é bom ressaltar que eventual futura preparação não deve ser iniciada de qualquer jeito, pegando os livros de forma desordenada. Primeiro faça um mapeamento do que efetivamente sabe, organize seu material e estabeleça prioridades no estudo.

4 – Não consigo fazer cursinho porque tenho uma filhinha de 1 ano, e não tenho com quem deixa-la à noite, pois trabalho o dia todo.

Fazer um cursinho não é indispensável. Os cursos preparatórios, na verdade, são instrumentos de ensino em face das deficiências dos egressos das faculdades, principalmente daqueles advindos de instituições privadas. Eles preenchem uma lacuna que não deveria existir.

De toda forma, se o futuro candidato do Exame de Ordem fez uma boa faculdade, e tem ciência disso, não precisa fazer um cursinho. Claro! Os cursos não só ensinam o Direito, mas o fazem voltado para as especificidades do Exame, abordando os conteúdos mais exigidos e dando importantes dicas para a resolução da prova. Esse é um fator relevante para quem opta por fazer um cursinho.

Em suma: Um bom curso ajuda, e muito, na luta pela aprovação. Mas não é indispensável.

Aqui também há a questão da gestão do tempo.

As pessoas que têm filhos pequenos sabem como eles absorvem a atenção e o tempo disponível para estudar, e isso dificulta muito na preparação para qualquer concurso.

Especificamente para o Exame, eu creio que o candidato deve conseguir estudar um mínimo de 3 horas por dia por pelo menos 90 dias. Comparado com os concursos públicos não é muito tempo, inclusive porque o Exame não possui concorrência e nem nota de corte, afora a necessidade de se fazer os 50 pontos na 1ª fase e 6,0 pontos na 2ª. Esse volume de tempo é o suficiente para se estudar.

Mas…

Se você tem a percepção de deficiências de apreendizado após concluir a faculdade a assertiva acima pode se revelar falsa.

Na verdade não existe uma regra de tempo de estudo padrão para chegar ao ponto de se estar efetivamente preparado; cada candidato tem seu próprio momento e tempo para estar efetivamente preparado.

E aqui surge uma armadilha.

Não raro recebo e-mails de candidatos que já tentaram passar no Exame em 3 ou 4 oportunidades e não conseguem lograr sucesso. Tentam, tentam e não conseguem entender o porquê de colherem sucessivos insucessos, o que mina a força de vontade e a auto-estima.

Primeiro é preciso planejar o estudo e determinar a quantidade de tempo necessário para se atingir um objetivo em termos de conhecimentos adquiridos, mensurado a partir da resolução bem sucedida de um percentual pré-determinado de exercícios (acima de 60% de acertos é o mínimo)

A armadilha é o candidato achar que o intervalo entre uma prova e outra é o suficiente para estudar e conseguir ser aprovado. Três ou quatro meses podem não ser o bastante para apreender o conteúdo necessário exigido durante as provas da Ordem.

Então, seu foco deve não ser a prova em si, e sim um patamar de conhecimento suficiente e necessário para lhe dar a convicção de que seu desempenho em uma futura prova será útil, ou seja, você logrará a aprovação.

Saliento o detalhe: A meta não é a aprovação, a meta é a preparação. São coisas distintas, e isso faz muita diferença.

Afora planejar, também é preciso monitorar e controlar os estudos. O quanto foi estudado? O quanto foi aprendido? Por quanto tempo você consegue manter o conhecimento apreendido para disponibilizá-lo a qualquer momento? Quando você precisa revisar o conteúdo para mantê-lo?

O grande X da questão é que todo mundo estuda “de orelhada”. Não recebemos uma educação formal sobre como se estudar, quais os processos devem ser utilizados para se aprender. E essa carência cobra um preço, cedo ou tarde.

O que sabemos como se preparar resulta na maior parte das vezes de processos empíricos, de tentativas, erros e acertos, sem uma doutrina específica e técnicas adequadas.

Até como sugestão eu aconselho a se comprar um livro de metapreparação para os estudos. Livros como o do Rogério Neiva, Willian Douglas, entre outros autores, podem ser úteis para o candidato.

Eu sugiro especialmente o livro do Dr. Rogério Neiva, pois este me agrada muito, mas isso vai de cada um.

5 - Comprei uma coleção, do exame da ordem da editora método, e fico sempre na dúvida de como estudar, do que estudar, por onde começar, qual matéria tentar para a segunda fase???????

Começando pelo fim, a melhor forma de escolher uma disciplina para a 2ª fase é resolvendo provas subjetivas de Exames anteriores. Só assim para se fazer uma escolha sensata. A disciplina mais confortável para você deve ser a escolhida.

Como começar e o que estudar…

O ideal é estudar alternando as disciplinas, uma a uma, estudando um tópico de cada por vez. Mas como o Exame é uma prova com suas peculiaridades, esse sistema talvez não seja o mais adequado.

Os livros voltados para a OAB, tal como a da coleção da Método, muito boa por sinal, são livros com um conteúdo mais limitado, já concebidos para o Exame de Ordem. Em 3 ou 4 dias e é possível ler uma obra dessa por inteiro, não só fazendo pequenas anotações como conferindo a legislação com a doutrina.

E aqui temos um ponto relevante: A prova da OAB mudou sob a batuta da FGV.

A última prova foi bem diferente do que vinha sendo exigido pelo Cespe, com a demanda bem maior do raciocínio jurídico do que do decoreba. O melhor estudo, sob este novo perfil, é realmente priorizar a doutrina, sem, entretanto, menosprezar a lei seca, que deve sempre ser usada para reforçar o que o autor escreveu em sua obra, ajudando o estudante a consolidar o conhecimento.

Um sistema de estudo que posso recomendar, sem no entanto pretender excluir nenhum outro ou considerá-lo o melhor, é o seguinte:

1 – Ler a doutrina (o livro da método, no caso) acompanhado da legislação correlata. Ao término da matéria, resolver umas 150 questões seguidas exclusivamente daquela disciplina;

2 – Elaborar pequenos resumos ao término de cada tópico do livro que está sendo estudado – Ajuda a reforçar a fixação do conteúdo;

3 – Guardar pelo menos um dia da semana para revisar tudo o que foi estudado na semana, e resolver mais exercícios.

Dentro do processo de estudos para o Exame de Ordem, eu não tenho dúvidas em afirmar que resolver exercícios é uma etapa fundamental.

Apesar de não existirem questões no mesmo formato que a da última prova objetiva, o candidato pode, e deve, resolver outras questões da FGV, do CESPE, e de outras organizadoras, não só relativas a Exames passados como também de outros concursos, especialmente de técnicos e analistas judiciários, para incrementar o raciocínio face aos enunciados e, naturalmente, reforçar o conteúdo doutrinário e legal estudado.

Notem que o processo não pode ser trabalhado de forma estanque – Você deve se inteirar da doutrina, confrontá-la com a lei, elaborar resumos e resolver exercícios. Essas etapas, distintas entre si, mas consideradas como um processo global, certamente produzirão bons resultados como método de aprendizagem.

Não incorra no erro de optar por apenas uma dessas abordagens em detrimento das demais. Pode ser que um candidato tenha sido aprovado apenas escolhendo uma sistemática, mas é muito provável que isso represente uma exceção, e não a regra.

6 – Sei que eu é que tenho que descobrir isso, mas gostaria de uma orientação sua.

Desde já agradeço a sua atenção e obrigada por tudo, pois sempre acompanho você,

Você está errada quanto a ter de descobrir o caminho sozinha. Aliás, esse é o erro de muita gente, e, até bem pouco tempo, era meu erro também.

Tomar conhecimento de metodologias, técnicas e sistemas de estudo deve ser uma atividade deliberada de qualquer estudante visando se preparar para qualquer concurso.

Hoje, com a internet, dá para se inteirar de muita coisa – Basta pesquisar um pouco.

Procurar outros estudantes, concurseiros, sites, livros, DVD’s e o que mais existir ajuda, e muito, a afastar falsas percepções e ideias errôneas.

Ficar “ligado” no que acontece só pode ocorrer, em boa parte, se você buscar pessoas e ambientes colaborativos. Mais na frente, se você quiser ser uma concurseira, terá os seus rivais, mas no fundo o único rival de um candidato, para qualquer coisa, é si mesmo. Quem estuda, e estuda bem, com qualidade, supera os desafios.

Aproveite então para comprar uma chupeta nova para a sua filhinha e bons estudos!

Por Maurício Gieseler em 21 outubro 2010 às 09:30

Categoria: Como se preparar para a prova

OAB/FGV 2010.3 – O que é o curso de alto rendimento do Portal Exame de Ordem?

O Portal Exame de Ordem já abriu suas inscrições do curso voltado para a 1ª fase do Exame de Ordem 2010.3.

E o Portal chama esse curso de Curso Preparatório de Alto Rendimento para o Exame de Ordem.

E por que seria um curso de alto rendimento? Qual é a vantagem de se fazer esse curso?

Primeiro porque o curso é ministrado por uma equipe de professores consagrados, verdadeiros especialistas no Exame de Ordem, sendo que vários destes professores são também doutrinadores e autores de livros em suas respectivas especialidades, tais como Renato Saraiva, Geovane MoraesCristiano Sobral, Aryana Manfredini, Matheus Carvalho, Rafael Barretto, Thiago Godoy, Ana Cristina, André Mota, Francisco Penante, Paulo Machado, Leonardo Garcia, Frederico Amado, Marcelo Pupe e Cristiane Dupret.

É um curso com grande carga horária, totalizando 93 encontros (02 horas e 30 minutos cada encontro), com aproximadamente, 232 horas-aulas, sendo que a gravação das aulas começou no dia 04/10/2010.

Aqui já existe um ponto relevante a ser observado: O candidato já pode se preparar com bastante antecedência para a próxima prova, que deverá ser aplica no final de janeiro ou início de fevereiro de 2011.

Ressalta-se também que, pelo fato do curso ser online, as aulas podem ser assistidas a qualquer momento. O aluno pode escolher o momento mais adequado para estudar, o local de estudo, sem perder nada do conteúdo ministrado. Isso representa uma grande vantagem em termos de gestão dos estudos.

Toda uma estrutura de planejamento pode ser criada, de forma flexível, quando o aluno tem o poder de gestão da aula. E, como vantagem extra, o aluno pode pausar o vídeo, fazer suas anotações, voltar a aula para um trecho em específico e estabelecer plenamente a compreensão do conteúdo. Aulas presenciais e telepresenciais não podem oferecer tal vantagem.

Afora isso, o Portal Exame de Ordem oferece junto com seu curso online, gratuitamente, o sistema TUCTOR de planejamento dos estudos, que é uma ferramenta também online para a gestão do processo de aprendizagem.

Conceitualmente, a preparação de alto rendimento tem em seu núcleo a possibilidade do planejamento dos estudos, com os processos de aprendizagem e a gestão das condições emocionais. O Sistema TUCTOR propicia esse monitoramento e controle.

E não se trata meramente de se planejar o estudo. Alto rendimento tem estreita vinculação com monitoramento e controle, ou seja, a compreensão completa do processo de aprendizagem para que a utilização do tempo seja maximizada em função do conteúdo a ser apreendido. O termo “alto rendimento” foi inspirado nas construções do esporte de alto rendimento, que tem como elemento central o planejamento, monitoramento e controle.

O Sistema Tuctor possibilita a implementação na prática dos conceitos metodológicos desenvolvidos pelo professor Rogério Neiva em seu livro Como se Preparar para Concursos Públicos com Alto Rendimento. Tal livro é resultado dos estudos do professor Rogério, que já foi procurador de Estado, advogado da União e atualmente é juiz do trabalho, com conceitos científicos de psicopedagogia, gestão corporativa entre outros, onde suas proposições são cientificamente justificadas, sem achismos ou teses mirabolantes. Para ele, e isso faz parte do sistema Tuctor, na medida em que o candidato pode estruturar um planejamento, contando com mecanismos de monitoramento e controle, por meio de uma série de funcionalidades inerentes ao programa. Com indicadores de metas e de desempenho, o processo de aprendizagem torna-se mais eficaz, produzindo melhors resultados para o aluno.

Então estamos falando aqui da fusão de ensino de alta qualidade e a utilização de técnicas inovadoras, sérias e cientificamente estruturadas de monitoramento de estudos para candidatos. O alto rendimento é resultado da qualidade do ensino com a gestão racional dos processos de aprendizagem.

É essa a vantagem que o Portal Exame de Ordem oferece aos seus alunos.

Repetindo o que já escrevi antes, se o ensino é ofertado pela internet, e no caso eu falo do nosso Curso OAB/FGV Online para a 1ª fase do Exame de Ordem 2010.3, porque não oferecer uma ferramenta também baseada na web, específica para o PLANEJAMENTO dos estudos, visando GERENCIAR o processo de aprendizagem, propiciando ao aluno do Portal uma VANTAGEM ESTRATÉGICA na luta pela aprovação no cada vez mais difícil Exame de Ordem?

A vantagem para os nossos alunos é evidente.

Não se trata, é bom frisar, de uma vantagem competitiva. O examinando não está competindo com ninguém quando faz o Exame da OAB; mas, se a meta é a aprovação, a vantagem se traduz na compreensão dos processos de aprendizagem, sua melhor utilização (o curso do Portal) e a otimização do conteúdo a ser apreendido. Isso, ao fim, aumenta sensivelmente a possibilidade dos nossos alunos em obteemr o resultado almejado.

E o sucesso dos nosso alunos é a nossa meta e nossa razão de ser.

Preparação de alto rendimento é aqui, no Portal Exame de Ordem!

Por Maurício Gieseler em 20 outubro 2010 às 14:39

Categoria: Como se preparar para a prova, Cursos do Portal

Brasil tem 3ª maior população de advogados do mundo

De acordo com a coluna Leis e Negócios, a OAB conta, com dados atualizados até 27/07/2010, com mais de 713 mil inscritos em seus quadros, colocando o País em terceiro lugar no número de advogados entre as nações.

Em 1º lugar figura os Estados Unidos, com mais de 1 milhão de advogados, seguido pela Índia, que está quase chegando a mesma cifra dos americanos.

Para o advogado Marcelo Muriel, um dos palestrantes da Fenalaw, em São Paulo, é possível que o Brasil ultrapasse esses dois países em alguns anos.

Fonte: Leis e Negócios

Apenas para ilustrar um pouco essa matéria:

População dos EUA: 309 milhões de habitantes

População da Índia: 1 bilhão e 100 milhões de habitantes

População do Brasil: 190 milhões de habitantes

Se não existisse Exame de Ordem o Brasil teria 3 milhões e 713 mil advogados.

Esse número de faculdades – Brasil tem mais faculdades de Direito do que o resto do mundo – merece ser investigado. Que lógica é essa que norteou o MEC a conceder tantas autorizações para a abertura de faculdades de Direito?

O mais interessante é ver a OAB ca-la-di-nha em relação ao assunto. No máximo, e com muita boa vontade, chama tal conjuntura de “estelionato educacional”. Mas não ultrapassa o campo da retórica.

Ora, se os Drs. Cezar Britto, ex-presidente da OAB, e Ophir Cavalcante, atual presidente, explicitamente já chamaram esse quadro de estelionato educacional, por que a Ordem não se mobiliza para investigar e denunciar essa FARRA de faculdades? Não é um “estelionato”? Isso não é grave?

Se existem 3 milhões de bacharéis no país sem poder advogar, presumindo-se que boa parte desse grupo fez e não passou pelo Exame, por uma série de razões, incluindo a péssima formação recebida nessas faculdades “estelionatárias”, cadê a mobilização OAB para investigar esse descalabro?

Claro que a pergunta é retórica…

Só Deus sabe que espécies de lobbys e forças econômicas estão por detrás dessas instituições, com tentáculos e ramificações em todos os Poderes do Estado.

A questão é insolúvel, e a corda sempre vai arrebentar para o lado…bom, vocês sabem para que lado.

Querem saber quais instituições que não conseguem sequer aprovar mais de 20% dos seus egressos (a maioria, é claro)?

Cliquem nos links abaixo e impressionem-se:

2010.1 (Dados só da 1ª fase. Os da 2ª não foram liberados pela OAB)

2009.3

2009.1 (A OAB não liberou os dados por instituições do Exame 2009.2, apenas por seccionais)

Por Maurício Gieseler em 20 outubro 2010 às 10:23

Categoria: Advocacia