Acabou de voltar ao normal o site da FGV.
Cliquem no link abaixo e imprimam logo o boleto antes que aconteça outro problema:
http://oab.fgv.br/home.aspx?key=157
Acabou de voltar ao normal o site da FGV.
Cliquem no link abaixo e imprimam logo o boleto antes que aconteça outro problema:
http://oab.fgv.br/home.aspx?key=157
O site Conjur noticiou que a Justiça Federal determinou, na última sexta-feira, a retificação do edital do IV Exame de Ordem Unificado, atendendo a pedido liminar formulado pelo MPF/RS.
A OAB e a FGV devem reabrir o prazo de solicitação de isenção da taxa de inscrição em 48 horas, independentemente do prazo final das inscrições, para garantir a publicidade necessária para esta medida.
A liminar também determina que seja garantido o direito ao recurso em caso de indeferimento do pedido em data a ser definida pela OAB.
A decisão tem abrangência nacional.
Para saber mais: MPF/RS recomenda reabertura do prazo para isenção da taxa de inscrição do Exame da Ordem
Não dá para saber ainda como a OAB vai se portar diante dessa decisão. Provavelmente recorrerá dela, mas até obter um posicionamento do TRF-4 deverá seguir a determinação judicial.
Acredito que hoje ou amanhã será publicada alguma informação no site da FGV, assim que este voltar ao normal.
Quem deseja imprimir e pagar o boleto de inscrição do IV Exame de Ordem poderá ter problemas hoje. O site da FGV está fora do ar, não sendo possível efetuar nenhuma operação.
O link é este: http://oab.fgv.br/home.aspx?key=157
Hoje é o último dia para o pagamento do boleto.
Assim que o site voltar avisarei aqui.
Já se inscreveu no IV Exame de Ordem Unificado?
Não?
Você poderá se inscrever até às 23h59min do dia 26 de junho de 2011 (próximo domingo), observado o horário oficial de Brasília/DF, e poderá pagar seu boleto de inscrição (R$ 200,00) até o dia 27 de junho. No edital não há nenhum horário de pagamento final. Então pague ao menos durante o horário bancário.
Clique no botão abaixo e inscreva-se:
Não sabe em qual disciplina se inscrever? IV Exame de Ordem Unificado: como escolher a melhor disciplina para a 2ª fase?
Não sabe qual o melhor curso para essa reta final?
SUPER UTI OAB – 9 HORAS DE REVISÃO
PROJETO UTI 60 HORAS – DICAS ESPECÍFICAS PARA A 1ª FASE
CURSO DE RESOLUÇÃO DE QUESTÕES
Faltam 23 dias para a prova!!
São Paulo, 24/06/2011 – Os calouros têm perdido interesse pelos cursos de direito e administração, os mais procurados do país, e pelas carreiras de saúde e educação. Por outro lado, cresce a procura por engenharia, produção (como os cursos de tecnologia) e construção (como arquitetura). O cenário foi constatado em estudo da consultoria Hoper Educação, com base em dados oficiais do MEC. A pesquisa aponta que o número de ingressantes em cursos privados de engenharia, produção e construção subiu 33% entre 2007 e 2009. Já a procura por administração e direito caiu 10% e 6%, respectivamente. A área de saúde também recuou (5%), puxada sobretudo por enfermagem e fisioterapia. Os dados são os mais atualizados já disponíveis.
Para o autor do estudo, Romário Davel, há dois motivos para o cenário. O primeiro é o mercado de trabalho. A percepção dos calouros é que já há excesso de profissionais nas áreas em queda, enquanto surgem rotineiramente notícias de falta de engenheiros e de profissionais ligados à infraestrutura. “É uma área em que o jovem pode apostar para os próximos anos, porque a demanda deverá seguir alta.” Outro fator, diz Davel, é a ação do MEC, que incentiva a abertura de cursos de engenharia e vem barrando a expansão dos de saúde, além de cortar vagas em direito.
O secretário de Educação Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, diz que o fundamental é melhorar a avaliação dos cursos em geral, “o que garante uma expansão com qualidade e permite que os estudantes tenham mais possibilidades de escolha”. Diretor da Associação Brasileira de Educação em Engenharia, Vanderli Fava de Oliveira, diz que o crescimento da área é insuficiente. “Para chegarmos ao nível de países desenvolvidos, precisamos dobrar o número de engenheiros formados por ano.”
Do lado dos cursos que encolhem, as explicações variam. Para o presidente interino do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Alberto de Paula Machado, a queda de calouros de direito decorre da falta de qualidade de muitos cursos. “Com as altas taxas de reprovação no Exame da Ordem e em concursos públicos, as pessoas se desestimulam. Elas percebem que gastarão dinheiro com a formação e não conseguirão boa inserção no mercado”, diz.
Já o presidente do Conselho de Fisioterapia e Terapia Ocupacional de SP, Gil Lúcio Almeida, afirma que a queda dos calouros ocorre porque Estado e planos de saúde oferecem poucos serviços aos profissionais, além de concederem “baixa remuneração”. Os conselhos profissionais de administração e enfermagem não se pronunciaram. (A matéria é de autoria do repórter Fábio Takahashi e foi publicado na edição de hoje da Folha de S.Paulo)
Fonte: OAB Federal
Essa notícia deveria preocupar o empresariado da área de educação que possuem faculdades de Direito.
Deveria, mas não preocupa.
Esses dados não levam em conta, evidentemente, o futuro, e o futuro para o empresariado é simplesmente BRILHANTE.
Já venho abordando aqui no Blog uma mudança acentuada na conjuntura educacional no país na área da educação superior, com a ousada meta de expansão do número de universitários desenhada pelo Governo Federal e pelo empresariado da área educacional:
Perigos da expansão desenfreada de cursos de Direito
O FIES e os futuros(?) exames profissionais
Total de alunos de classe D já é o dobro da A nas universidades
A facilitação do financiamento estudantil, o FIES – Ministério da Educação pretende chegar a 200 mil contratos de financiamento para cursos superiores por ano – entre outras políticas públicas de incentivo irão exapandir ainda mais o número de universitários.
E aqui temos um ponto interessantíssimo!
Esse estudo revela a queda no número de inscritos nas faculdade de Direito, e aponta como causa provável a péssima qualidade e a saturação do mercado. Tais dados são de 2007 até 2009.
A expansão que já está desenhada não revela nenhum zelo ou preocupação com qualidade do ensino. As mudanças no FIES fazem parte de uma matemática financeira e não de um projeto educacional com alguma preocupação com a qualidade.
O único porém, se é que pode ser chamado assim, é a obrigatoriedade do futuro universitário ter se submetido ao Enem. Afora isso…
O ensino é reconhecidamente ruim, e como prêmio o empresariado ainda ganha o novo FIES para continuar vendendo o de sempre: ilusão.
Depois o culpado é o Exame de Ordem…
A professora Nathalia Masson fala sobre a opção de Direito Constitucional na 2ª fase:
O professor Cristiano Sobral fala da escolha da 2ª fase em Direito Civil. Confiram!
Vejam uma relação das postagens mais recentes e interessantes do Blog nas últimas duas semanas:
Como elaborar o recurso de embargos (requerimento administrativo) contra o resultado final da OAB
O Blog Exame de Ordem na Revista Ecaderno
Estatísticas finais do Exame de Ordem 2010.3
Inscrição no Exame para quem ainda está na faculdade: quais são as regras?
IV Exame de Ordem Unificado: como escolher a melhor disciplina para a 2ª fase?
OAB muda para tentar aperfeiçoar o Exame de Ordem
OAB muda nomenclatura do Exame de Ordem
Detalhes e cronograma do novo edital do Exame de Ordem 2011.1
O feriadão vem aí e você vai viajar, curtir, passear…
Não deveria!
Sem esforço e CONTINUIDADE nos estudos a aprovação não virá.
NÃO VIRÁ!
Falta menos de um mês para a prova.
Não desperdice seu tempo…
Mais uma vez um sorteio do Blog foi parar no topo dos sorteios do sorteie.me
Foram as retuitadas de quem queria ganhar um curso do Projeto SUPER UTI
Vamos aos vencedores!
Segue o link de confirmação do sorteio: http://sorteie.me/1P9G1I
Parabéns!
Formar-se em direito, não ser aprovado no Exame da Ordem e, consequentemente, encontrar dificuldades para estrear na carreira escolhida: saga bem conhecida pelos profissionais da área. A fim de reverter a situação, a OAB do Rio Grande do Sul propôs ao Conselho Federal da categoria a criação de um novo trabalhador do setor jurídico para incluir essas pessoas no mercado.
Matéria publicada pelo Correio Braziliense repercute publicação exclusiva do Espaço Vital da semana passada.
Seria o estagiário bacharel, um colaborador dos escritórios de Advocacia que exerceria as mesmas funções do estagiário convencional, mas com diploma. Especialistas estão divididos com relação à proposta.
O presidente da OAB gaúcha, Claudio Lamachia, ressalta que a proposição é apenas uma extensão do período de estágio escolar e que o estudante pode aprimorar conhecimentos até ser aprovado no Exame de Ordem. “Fala-se em um contingente de 2 milhões de bacharéis sem trabalho. Vamos mudar essa situação”, defende.
O presidente ressalta que o período de estágio é de dois anos. O prazo sugerido evitaria a acomodação do profissional e o incitaria a continuar na tentativa de aprovação no Exame de Ordem. “Quem quer ser advogado mesmo vai correr atrás“.
Lamachia cita também que a dificuldade da prova é reflexo da deficiência na qualidade do ensino das faculdades. “Se o ex-aluno estiver mais próximo de bons escritórios, pode continuar a aprender”, completa.
O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, diz que analisará a proposta com o Conselho Federal, mas se mostra contrário ao posicionamento da seccional do Rio Grande do Sul. “Pode criar uma situação de subcategoria dentro da Advocacia, com exploração massiva dos novos contratados.”
Professor de direito trabalhista do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), Luiz Fernando Carvalho aponta outro problema da proposta. Segundo ele, o novo perfil estaria desprotegido da fiscalização e do acompanhamento das atribuições do estagiário convencional e sem possibilidade de projeção profissional.
Carvalho cita ainda uma questão trabalhista. “Já que a categoria em questão não seria nem advogado, nem estudante, que tipo de profissional seria?“
Para enquadrar os estagiários bacharéis nos escritórios, o advogado trabalhista Antônio Evangelhista destaca que deve existir um projeto de lei na Câmara dos Deputados, o que daria credibilidade ao tema. “Como não existe essa função, não é tão simples assim. A pessoa é contratada com conhecimentos frescos, faz todas as peças e o advogado só assina. Seria como um laranja que fica na Advocacia. Vamos com calma“, critica.
Aluna do 7º semestre de direito e estagiária do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Iana Eiras, 25 anos, reconhece que existem casos de exploração no setor privado. Mas acredita que, se bem estruturada, a proposta poderia beneficiar os recém-formados. “Tem que ser acompanhado de perto para a gente não virar um colaborador de baixo custo. A prova da OAB está cada vez mais difícil. Acho que aceitaria a oportunidade, mas não permaneceria dois anos, é muito tempo“, diz.
Segundo o secretário-geral da OAB, Marcus Vinícius Furtado, a classe já discutiu uma proposta parecida – de ampliação do número de anos do estágio – e a reprovou. A justificativa foi de que, com o aumento do período, o estagiário poderia ser transformado em mão de obra barata.
“Não posso garantir a mesma posição para o novo projeto. Mas aparenta semelhanças em relação à proposta rejeitada”, compara. A OAB vai designar um relator para o caso, que vai ao plenário. Uma decisão deverá ser anunciada no próximo semestre.
Fonte: www.espacovital.com.br
É altamente improvável que o Conselho Federal concorde com essa ideia. A OAB sempre foi e provavelmente sempre será conservadora em relação ao espaço no mercado para os advogados.
Ou se é advogado ou não, sem meio termos.
Vamos acompanhar o desenrolar dessa história.
O professor Renato Saraiva fala sobre a escolha de Direito do Trabalho na 2ª fase do Exame de Ordem. Levando em conta que o prof. Renato é considerado por muitos como o melhor professor da disciplina para a OAB no Brasil, seria bom dar uma olhada!
O professor Matheus Carvalho fala sobre as vantagens de se escolher Direito Administrativo para a 2ª fase do Exame de Ordem.
Se você está em dúvida é uma boa pedida.
Confiram:
O novo site Advogados Públicos lançou uma interessante e especial entrevista, nas primeiras horas dessa quarta-feira. O entrevistado é o Min. Sepúlveda Pertence, que conversou com exclusividade com a equipe do site, para tratar do tema Advocacia Pública. Na entrevista Sepúlveda explica como se deu o surgimento da Advocacia-Geral da União e trata de assuntos relacionados, tais como valor dos subsídios e independência técnica do advogado público.
Assista agora a entrevista no link: Advogados Públicos
Escrevi mais cedo o post sobre Como elaborar o recurso de embargos (requerimento administrativo) contra o resultado final da OAB sem estar inteirado de uma nova resolução sobre o tema, a nº 02, de 13 de junho de 2011. Vamos ao seu teor:
RESOLUÇÃO N. 02, de 13 de junho de 2011.
Restringe a aplicação e revoga a Resolução n. 11, de 07 de maio de 2010, da Diretoria do Conselho Federal da OAB.
A DIRETORIA DO CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, no uso das suas atribuições legais e regulamentares,
RESOLVE:
Art. 1º A Resolução n. 11, de 07 de maio de 2010, da Diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, que “Estabelece procedimentos para a aplicação do Exame de Ordem”, terá a sua aplicação restrita aos pedidos de reconsideração concernentes aos Exames de Ordem Unificados 2010.1, 2010.2 e 2010.3, sem prejuízo da análise dos pedidos em processamento, até a presente data, perante a Comissão Nacional de Exame de Ordem.
Parágrafo único. Concluída a análise dos pedidos referidos no caput, fica revogada a Resolução nele citada, considerando a edição do Provimento n. 144, de 13 de junho de 2011, do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação.
Dê-se ciência, registre-se e publique-se.
Brasília, 13 de junho de 2011.
Ophir Cavalcante Junior, Presidente.
——
Só para deixar explícito, nada muda no que escrevi anteriormente, apenas para esclarecer que a Resolução 11/2010 permanece válida até esgotar todos os recursos dos Exames 2010.1, 2010.2 e 2010.3, isso em decorrência do novo Provimento, o 144/11, que aboliu esse tipo de requerimento administrativo no âmbito da OAB.