Passada a prova da primeira fase, a quarta elaborada pela FGV, o foco já foi direcionado para a próxima etapa. E a nova etapa traz consigo suas peculiaridades e, certamente, novas dificuldades.
Como processo intelectivo a 1ª fase do Exame de Ordem representa um tipo de desafio, linear em sua apresentação e resolução, diferenciado apenas pelo conteúdo que o integra.
Agora já não basta compreender um problema e marcar um X. Na prova subjetiva há a declinação dos argumentos, obrigando o candidato a deixar tangível a marca de seu raciocínio e por ele ser avaliado.
Aqui é preciso não só entender, mas também se fazer entender, e, mais do que isso, convencer.
Convencer representa a aprovação final. Convencer é a meta do candidato: mostrar que está pronto para ser um profissional da advocacia, apto a pensar o Direito e responder, em tese, aos problemas do cotidiano, sabendo conduzir as questões que lhe são levadas até o seu termo jurídico final.
E mais do que convencer em si mesmo, o candidato precisa fazê-lo aproveitando cada minuto da prova, cada instante, pois o volume de informações cobradas nas últimas provas (exceto a última) praticamente sufocou os candidatos: qualquer vacilo implicou em substancial perda de tempo e, consequentemente, em perda de pontos.
E aqui é primordial fazer uma importante consideração.
A última prova subjetiva foi considerada muito boa pelos candidatos, e a média geral de aprovação foi de 80%. Isso provavelmente foi uma decorrência da prova objetiva, considerada difícil em razão do alto percentual de reprovação.
Entretanto, no atual exame, a percepção geral aponta para um alto percentual de candidatos aprovados na 1ª fase. Ou seja, em tese (e muito provavelmente) o “filtro” será aplicado com força na prova subjetiva, a prova para a qual vocês estão se preparando.
Fiz considerações sobre essa perspectiva na postagem O que esperar do grau de dificuldade da prova da próxima 2ª fase da OAB? e é razoável projetar eventual similitude entre a próxima futura prova com as provas dos Exames 2010.2 e 2010.3
Provas do Exame 2010.2
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10/12/2010 | Padrão de respostas – Direito Tributário |
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10/12/2010 | Padrão de respostas – Direito do Trabalho |
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10/12/2010 | Padrão de respostas – Direito Penal |
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10/12/2010 | Padrão de respostas – Direito Empresarial |
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10/12/2010 | Padrão de respostas – Direito Constitucional |
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18/11/2010 | Caderno de Prova (Direito Administrativo) |
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18/11/2010 | Caderno de Prova (Direito Civil) |
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18/11/2010 | Caderno de Prova (Direito Constitucional) |
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18/11/2010 | Caderno de Prova (Direito Empresarial) |
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18/11/2010 | Caderno de Prova (Direito Penal) |
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18/11/2010 | Caderno de Prova (Direito do Trabalho) |
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18/11/2010 | Caderno de Prova (Direito Tributário) |
Provas do Exame 2010.3
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19/5/2011 | Padrão de respostas – Direito Tributário |
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19/5/2011 | Padrão de respostas – Direito do Trabalho |
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19/5/2011 | Padrão de respostas – Direito Penal |
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19/5/2011 | Padrão de respostas – Direito Empresarial |
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19/5/2011 | Padrão de respostas – Direito Administrativo |
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27/3/2011 | Caderno de Prova (Direito Tributário) |
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27/3/2011 | Caderno de Prova (Direito do Trabalho) |
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27/3/2011 | Caderno de Prova (Direito Penal) |
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27/3/2011 | Caderno de Prova (Direito Empresarial) |
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27/3/2011 | Caderno de Prova (Direito Civil) |
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27/3/2011 | Caderno de Prova (Direito Administrativo) |
Observem estes dados:
No Exame 2010.2, 44,80% do total de inscritos lograram aprovação na 1ª fase, mas apenas 16% dos inscritos lograram a aprovação final. Do total de aprovados na 1ª etapa, apenas 35,71% venceram a prova subjetiva.
Já no Exame de Ordem 2010.3 foram aprovados na 1ª fase 24,83% do total de candidatos inscritos. Na 2ª fase apenas 11,73% dos inscritos foram aprovados. Ou seja, do total de aprovados na 1ª fase apenas 47,24% foram aprovados na 2ª fase.
E no Exame 2011.1 (IV Unificado) 18,48% dos candidatos foram aprovados na 1ª fase, e o percentual final de aprovados foi de 15,02%. Logo, 81,97% dos candidatos aprovados na 1ª fase conseguiram a aprovação final.
A lógica toda remete a uma percepção que tive desde 2008: quando a prova da 1ª fase é fácil, a prova da 2ª é difícil, e vice-versa. Funciona como se fosse uma balança.
E o ponto de equilíbrio dela remente ao percentual final de aprovados, tal como vocês podem ver abaixo:
2009.3 - 83.524 inscritos - 13.781 aprovados
Percentual de aprovados em relação ao número de presentes: 16,50%
2010.1 - 95.764 inscritos - 13.435 aprovados
Percentual de aprovados em relação ao número de inscritos: 14,03%
2010.2 - 106.041 inscritos - 16.974 aprovados
Percentual de aprovados em relação ao número de inscritos: 16,00%
2010.3 - 106.891 inscritos - 12.534 aprovados
Percentual de aprovados em relação ao número de inscritos: 11,73%
IV Unificado - 121.380 inscritos - 18.234 aprovados
Percentual de aprovados em relação ao número de inscritos: 15,02%
É fácil prever, pelo histórico de aprovação nas edições anteriores do Exame, o ponto de equilíbrio da balança de aprovação do Exame de Ordem: 15% dos candidatos inscritos.
Projetar uma prova subjetiva mais difícil que a anterior faz parte de uma lógica sensata e isso deve ser esperado pelos candidatos.
Em termos percentuais, de toda forma, é mais fácil passar na 2ª fase do que na 1ª, mas só um pouco mais fácil, pois mais da metade dos candidatos aprovados na 1ª etapa, nos 2 Exames, não superaram a 2ª etapa, exceto na última edição.
É necessário uma ponderação sobre a prova subjetiva do Exame 2010.3.
Por conta do problema das questões de Diretos Humanos e da incerteza se a OAB deveria ou não dar 5 pontos para todos os candidatos em função de uma ação civil pública do MPF, a OAB, para se prevenir, aplicou uma prova da 2ª fase extremamente extensa, tanto quando sua antecessora, em que pese a 1ª fase também ter sido muito difícil. Por isso o percentual de aprovação foi de apenas 11,73%, destoando da média de 15%.
Tudo isso serve apenas para mostrar o caminho a ser seguido: a do estudo INTENSO para a prova da 2ª fase.
Mas notem: não é uma certeza, é uma expectativa. A regra, e o histórico, apontam para provas extensas e difíceis. A preparação deve ser feita sob essa lógica. Se a prova for mais fácil, será um bônus, pois o candidato bem preparado estava esperando uma prova mais complexa.
Em suma: o que é necessário saber para vencer este desafio?
Podemos dizer que a prova da OAB possui 4 pilares cruciais para ser bem resolvida.
Vejamos um por um:
1 – Identificar a peça prática
No Exame de Ordem 2009.1, em 17/06/2009, a OAB, no meio do Exame, apresentou uma retificação do Edital que perdura até hoje:
4.5.6 Nos casos de propositura de peça inadequada para a solução do problema proposto, ou de apresentação de resposta incoerente com situação proposta ou de ausência de texto, o examinando receberá nota ZERO na redação da peça profissional ou na questão.
Anteriormente, o item 4.5.6 era assim:
4.5.6 Nos casos de fuga ao tema ou ausência de texto, o examinando receberá nota ZERO na redação da peça profissional ou na questão.
Desde então, quem erra a peça prático profissional tira zero.
No edital atual a regra apresenta os seguintes contornos:
4.2.6 Nos casos de propositura de peça inadequada para a solução do problema proposto, considerando, neste caso, aquelas peças que justifiquem o indeferimento Iiminar por inépcia, principalmente quando se tratar de ritos procedimentais diversos, como também não se possa aplicar o princípio da fungibilidade nos casos de recursos, ou de apresentação de resposta incoerente com situação proposta ou de ausência de texto, o examinando receberá nota ZERO na redação da peça profissional ou na questão.
Acertar a peça prática é, na prova subjetiva da OAB, o alvo prioritário do candidato.
O erro representa a reprovação!!!
Se o candidato para ser aprovado precisa fazer no mínimo 6 pontos, e, se a peça prático-profissional vale por si só 5 pontos, tirar zero irremediavelmente resultará na reprovação.
O caso mais emblemático envolvendo a reprovação imediata de candidatos ocorreu no Exame de Ordem 2009.2, o segundo pior Exame de Ordem de todos os tempos.
Nele milhares de candidatos que fizeram a prova de Direito do Trabalho foram reprovados de plano por não terem optado pela peça Consignação em Pagamento, apresentado por sua vez ou o Inquérito para a Apuração de Falta Grave ou a Reclamação Trabalhista. A confusão que se estabeleceu depois rendeu muita dor de cabeça, revisão de resultados, reuniões do Colégio de Presidentes, e, sem dúvida, foi o pontapé inicial para a ruptura posterior do contrato entre a OAB e o Cespe.
Isso sem contar as demais peças práticas, com altíssimo grau de dificuldade.
Acertar a peça prática correta para o problema proposto é a primeira providência quando se começa a prova. Ter a convicção de que acertou a peça é fundamental para dar tranquilidade ao candidato.
Toda prova, de qualquer área, apresentará aos candidatos um problema, um caso hipotético que requer a redação de uma peça jurídica adequada à solução do problema.
Entender o problema é o primeiro passo. A partir dele o candidato deve formular e responder as seguintes perguntas:
a) Já existe um processo em andamento ou não?
Caso o problema faça menção a uma ação que já foi proposta, ou que a parte tenha entrado com uma inicial, ou o juiz sentenciado, pronunciado ou despachado, o candidato terá de apresentar um recurso, uma contestação ou uma réplica.
Caso o problema faça menção a um acontecimento qualquer, e você, ao final seja contactado pela parte envolvida neste acontecimento, e, não existir nenhuma referência a um processo em andamento, certamente a solução envolverá a apresentação de uma petição inicial de uma ação em específico.
b) Qual ação ou qual recurso?
Vai depender sempre do problema e da hipótese fática apresentada.
O candidato precisa entender a lógica do problema proposto, o direito material envolvido, a natureza das partes e o momento processual em tela.
Seria o caso de um Mandado de Segurança ou de uma Ação Ordinária? Recurso Especial ou Extraordinário? Ação declaratória cumulada ou não com repetição de indébito?
Em suma, o candidato precisa ENTENDER o problema. Ler o enunciado ao menos 3 vezes, com calma, fazer pequenas anotações (Sempre, sempre e sempre deve anotar somente no rascunho e nunca na folha de resposta), estabelecer com precisão as circunstâncias, processuais ou não, para ao fim apresentar a solução correta ao problema proposto.
Aqui começa de verdade a prova, e aqui é definida a aprovação…ou não.
2 – Saber fazer a peça
Saber fazer a peça se confunde, e muito, com a questão de identificá-la como solução adequada ao problema.
Se confunde tanto que representa a outra face da mesma moeda.
E aqui, como em qualquer outro aspecto do Exame, o candidato precisa estar preparado.
Ou seja, a solução para tudo é uma só: preparar-se adequadamente.
E isso custa dinheiro…
Mas tudo orbita em torno da lógica simples do custo-benefício: Gastar em cursos e livros é mais caro ou mais barato do que conseguir a carteira?
Se você acha que obter a carteira quase não tem preço, eu dou as seguintes dicas de preparação.
A primeira é: raros são os candidatos que não se preparam para a 2ª fase ou comprando alguma obra ou fazendo algum curso. Isso é importante, importantíssimo. Investimento agora, de verdade, não tem preço.
Primeiramente escolha um curso preparatório de 2ª fase que seja de sua confiança ou que muitas pessoas tenham falado bem. Existem cursos de todos os tipos, em todos os lugares: Presenciais, telepresenciais e pela internet.
É engraçado porque TODOS dizem que aprovam mais e que são os melhores. Naturalmente nem todos são os melhores e nem todos podem aprovar mais do que os demais: a conta não fecha.
E aqui, evidentemente, não posso deixar de falar dos cursos preparatórios do Portal Exame de Ordem.
CURSOS DE 2ª FASE DO PORTAL EXAME DE ORDEM
Mas isso, antes de tudo, é uma SUGESTÃO!!! Confiança não se ganha no grito!! Façam uma pesquisa antes, consultem colegas ou candidatos de Exames passados para ajudar nesse processo de decisão. Os cursos de um modo geral não são baratos (os bons cursos nunca são) e a escolha deve ser feita de forma racional e não meramente emotiva.
Mais do que escolher um bom curso é vital para os candidatos resolverem um bom número de exercícios.
O Portal tem um grande banco de dados sobre Exame de Ordem, com provas e espelhos de muitos Exames anteriores. Infelizmente não foi possível arregimentar todos os espelhos, mas o que foi possível encontrar está aqui.
3 – Conhecer o Direito Material
O que escrevi acima tem maior correlação com o Direito Processual. Aqui, é preciso se preparar para o Direito Material.
Claro que, se o candidato fez a opção por uma área de concentração em específico, é porque tem afinidade com ela, e, mais do que isso, conhece relativamente bem a doutrina correlata.
Nesse campo eu poderia escrever um post imenso sobre obras para cada disciplina, mas esse não é o propósito.
O importante é ressaltar o fato de que a própria peça prática exigirá, como não poderia deixar de ser, conhecimentos do Direito Material escolhido pelo candidato; mas, mais do que isso, as questões também exigirão esse conhecimento.
O ideal, na prova, é obter ao menos 3,50 pontos com a peça prática. Esse é o mínimo para quem quer fazer uma boa prova e ter esperanças de aprovação.
Devo lembrar que o critério de arredondamento acabou e se um candidato tirar 5,90 em sua prova, será reprovado.
A peça prática é fundamental, mas responder bem as questões é muito importante.
Retorno mais uma vez à ideia dos cursos preparatórios – É muito importante fazer um, pois não só é ensinado a prática processual como também os professores orientam os candidatos no que é mais importante no respectivo Direito Material.
Quando passei no Exame, não fiz curso para a 1ª fase, mas corri para fazer o curso de 2ª. Curiosamente, na época, o meu professor foi o Dr. Rogério Neiva. Só mais tarde ficamos amigos. E ter feito o curso foi fundamental na hora da prova. Na minha prova caiu um recurso de revista, e este recurso foi exaustivamente treinado pelo prof. Rogério. Fez toda a diferença na hora!
Ao responder as questões, caso você analise os padrões de resposta do Exame Passado, verá que é preciso discorrer sobre o maior número possível de informações em relação ao que se pediu no enunciado.
Observem que aqui se trata de usar não só da abordagem dos conceitos jurídicos mas também de apontar exaustivamente os dispositivos legais específicos ao caso, além das Súmulas ou OJ’s (no caso de Direito do Trabalho) se existentes.
Isso era o Cespe e também é a FGV.
Daí a importância de dominar bem conceitos e aplicação da norma ao caso hipotético.
Assim como também é muito, mas muito importante dominar o índice alfabético-remissivo do Vade Mecum ou Código de Lei que será levado no dia da prova.
Pode ser que algum assunto não seja do domínio do candidato, mas se este souber pesquisar o índice certamente terá uma alta probabilidade de encontrar a resposta correta.
Colocar post-it é bom, ajuda a poupar tempo, e tempo é ouro no dia da prova, mas dominar o índice alfabético-remissivo é IMPRESCINDÍVEL.
4 – Treinar a gestão do tempo
Nos Exames 2010.2 e 2010.3 a gestão do tempo foi a pedra angular da prova.
Muitos, mas MUITOS candidatos não conseguiram terminar suas provas porque simplesmente faltou tempo.
Bom, o tempo propriamente não falta. Cinco horas são cinco horas sempre. A diferença estava na extensão das provas, e, a partir daí, a percepção da mais absoluta falta de tempo.
Cinco horas passam a uma velocidade impressionante quando se faz a prova subjetiva. A percepção do fluir temporal é mais acelarada até mesmo comparando com a prova da 1ª fase.
Dentro do processo de preparação vocês precisam também treinar o gerenciamento do tempo, e devem ser isso como uma etapa fundamental.
E como se gerencia o tempo?
Os candidatos precisam otimizar a compreensão dos problemas e simplificar os esquemas ou esqueletos da petição.
É necessário ser eficiente, e só o é quem TREINA MUITO.
Se vocês observarem tudo o que escrevi agora, verão que se trata da criação de um círculo virtuoso: muito estudo conduz a eficiência, velocidade e, principalmente, para a aprovação.
———–
Sempre considerem os aspectos acima na hora de se prepararem.
O feriado já passou e todos já ultrapassaram aquele momento mágico de emoção e alegri quando consegue a aprovação na difícil 1ª fase.
Esse momento já acabou. Daqui até o dia da prova faltam exatos 31 dias. Até lá entreguem-se aos estudos com seriedade.
O bicho é feio, mas não é imbatível.











Caracas, depois de toda essa explicação tu já era o cara…agora tú o dono absoluto do cara…rsrsrsrs
Professor,
estou ficando com medo. Estou morrendo de medo.
Não é para ter medo. É para se conscientizar e estudar.
Não é para ter medo? Hummmmmmmmmmm Ja fiz duas vezes a 2ª fase e quase enlouqueci porque não passei. Agora fiz 37 e acho que não conseguirei. É uma droga mesmo.
É verdade. Ao longo do mês, conforme vc for estudando e treinando MUITO o medo vai se dissipando.
Mas não deixe de estudar e TREINAR, TREINAR, TREINAR, muitas peças e questões.
olha Lisianny, só um inocente, que não tenha o mínimo de noção do que é vendas não percebe que estes comentários postados pelo Professor Maurício são algo como terrorismo psicológico, o que leva a qualqer amedrontado adquirir um de seus produtos. Fala sério né? Observe que ao final de cada notícia ruim pra cima do candidato existe a publicidade dos produtos que eles comercializam. É pura técnica de vendas. No mais a crítica, serve simplismente de alerta. Eles fazem o papel deles e nós fazemos o nosso, ou seja, eles vendem, nós compramos. Não questiono aqui a qualidade dos cursos ofertados. A meu ver e por experiência própria, os cursos são ótimos. Já comprei o meu e estou usando e abusando. Os professores conhecem profundamente dosconteúdos e do exame de ordem e isso nos ajuda e muito. No mais, vai uma dica: entre em uma faixa vibratória positiva, estude muito e com certeza você obterá exito. Pare de ler o que não interessa e dedique seu tempo aos pontos importantes. Em relação ao curso, ao blog, ao professor Maurício, meus parabéns. Acho simplesmente que poderiam parar de amedrontar os candidatos e buscar formas mais sadias de vender seus produtos. Um grande abraço a todos.
Acabei de salvar e imprimir as provas/gabaritos anteriores da FGV que achei pelo seu site e pelo site da OAB do meu estado, quando termino de fazer isso, você posta tudo de uma vez…. rsrs ÓTIMO trabalho, pena que eu me antecipei!! ADORO SEU BLOG! PARABÉNS E OBRIGADA PELAS DICAS!
Marcelo! O senhor sabe se a OAB fornece o percentual de candidatos por área na segundo fase, e se já houver, o percentual de reprovação em cada área?
Agradeci desde já.
Bruno
Depois deste post, espero que respeitem mais o Dr. Maurício.
Esse cara ajuda todos nós com suas dicas e ensinamentos.
Passei no exame de ordem, em 2011.1 e devo muito a este blog/site.
Estudem e passem!!!
poder crer
Além de concordar em gênero, número e grau com tudo o que foi dito neste post, ainda colhi dicas preciosas. Felizmente consegui a aprovação na 1ª fase e também estou considerando ser imprescindível fazer um curso preparatório para a 2ª fase. Já conhecia o trabalho do professor Renato Saraiva muito antes de conhecer o blog, portanto não hesitarei em me inscrever no curso de Direito do Trabalho do portal. Agradeço muito ao Dr. Marcelo pelas dicas, pela generosidade e pelo entusiasmo. Depois de ler posts como este sinto os ânimos renovados para prosseguir nos estudos. Agora falta muito pouco, pessoal! Só mais um mês até a aprovação.
A todos que leram estas explicações: fé e força sempre!! Só assim vamos vencer essa fase de nossas carreiras. A primeira etapa assustava e no entanto, muitos passaram. Agora, vamos usar nossas armas e vamos vencer sim!!
Professor, uma dúvida. No edital é determinado que a resposta de cada questão deve ter no máximo 30 linhas. Contudo, caso eu julgue que 4 linhas, por exemplo, seriam o suficiente para satisfazer o problema proposto, isto é, uma resposta curta, como os avaliadores podem encarar este tipo de resposta ? O que estou perguntando na verdade é, o melhor é ser bem objetivo nas respostas (fundamentando, claro) ou devo elaborar melhor cada fundamento que justifica minhas respostas e acabar me estendendo ?
Caro colega,
As respostas possuem uma limitação que permite sua argumentação possuir um leque maior no uso de palavras e na explicação/desenvoltura do texto, no entanto se a sua capacidade de síntese for precisa e não deixar dúvidas ou lacunas naquilo que eles querer “objetivamente” 4 linhas podem sim fechar a questão.
O número de linhas é padrão para uma ou outra questão onde vários pontos seriam elencados, o que não indica que todas necessitarão disso, mas como a prova exige padrão técnico (não podem variar número de linha para cada questão) então acaba sendo tudo 30.
Boa Sorte.
OBS.: Minha área é Direito Penal
Caro amigo,
dica de quem passou na ultima prova: esgote o tema. Fale tudo que você sabe sobre o questionamento. Procure explicações e remissões do código. Fale de Deus, da criação da terra, do início dos tempos….. não deixe nada de fora das respostas… só pare de escrever quando ultrapassar a 15ª linha.
abraço e sucesso.
uhauhauhauha!!!! noOOssa q viagem……
PROFESSOR MAURÍCIO.
RESOLVER PRIMEIRO AS QUESTÕES OU A PEÇA?
TENDO APENAS UM MÊS PARA ESTUDAR E TREINAR, O SENHOR ACHA VÁLIDO TREINAR FAZENDO UMA PEÇA POR DIA E RESOLVENDO UMA OU 2 QUESTÕES?
IREI FAZER CURSINHO.
1 peça por dia??????
pra passar é umas 3 por dia!!!!!!…é igual malhação……minimo 3X por semana minimo…
tem que estar com o sangue nos olhos….tem que comer direito,respirar direito,tem de ser direito,para onde olhar tem de ver direito… vai com força que sua hora chegou!!!!!!!!!
vc disse que a 1 fase seria dificil
nao te entendo
Dr. Mauricio o senhor já teria uma prévia de quantos examinandos passaram nessa prova?
Ainda não.
LEANDRO, eu passei na OAB 2011.1 em Penal. Não é necessário usar 30 linhas!!!! Normalmente as questões são A e B . Cada alternativa teve delas que escrevi 5 linhas apenas e acho que nenhuma resposta foi mais do que 10 linhas. Isso é o suficiente para ser claro e obejtivo. Se você for falar as 30 linhas vai sair do conteúdo que foi pedido. Acho meio impossível a pessoa usar as 30 linhas.
Fica a dica!!!
Boa sorte!!!!
Bom, estou na minha terceira prova.
A primeira eu fiz quando estava na graduação, ainda, passei para a segunda fase, todavia escolhi civil e, devido a extensão da matéria, não fui muito bem nas perguntas. O cursinho só se apegou mais ao direito material. Fiz la na LFG.
Na minha segunda prova, eu não passei nem na primeira fase.
Essa agora é a minha terceira prova. Passei pra segunda fase sem cursinho e trabalhando de 08h as 18h. Eu lia depois do expediente e às vezes no trabalho quando dava. Trabalho como analista juridica em uma empresa privada. Graças ao dinheirinho que ganho, inscrevi-me no cursinho, só que agora no Damásio de Jesus e irei tentar administrativo. Tá sendo um gasto e tanto: 200 de inscrição, 50 de aulão antes da prova, almoço, 600 de cursinho e daqui a pouco os livros. Espero que todo esse esforço seja recompensado.
Comprei um livro de prática penal no fim do ano passado. Será que ainda posso usá-lo?
Parabéns pelos textos!
Sempre motivadores.
Professor Mauricio,
O senhor podia indicar-me um bom livro para os meus estudos de Direito Admnistrativo? Carvalho Filho é o ideial ou é muito extenso para 31 dias de preparação para a segunda fase?
aí prof° só queria saber quantas questões serão anuladas?
Eu também!!!
POR FAVOR, VOU FAZER DTO TRABALHO 2 FASE, VOU PODER LEVAR O VADE MECUM E CLT DO RENATO SARAIVA JUNTOS?? OBRIGADA
Pode, claro!
Caro professor, não poderia deixar de passar aqui para agradecer imensamente pela ajuda. Muitos falam de lucros, interesses, mas se esquecem que você cobra de quem pode pagar e que ajuda aqueles que não podem toda vez que posta dicas ou as vídeos aulas e foi com estas aulas e dicas que consegui lograr êxito na 1ª fase e espero conseguir também na 2ª já que não tenho como pagar pelos cursos. Fico imensamente agradecida e espero fazer uma boa prova com suas dicas e conselhos e não simplesmente ficar reclamando e principalmente contando com a sorte. Antes que alguém diga que sou puxa saco quero deixar bem claro que embora admire este blog e conto sempre com sua ajuda, devo deixar bem claro que não concordo com tudo o que é postado, mas esse é um direito de cada um da mesma forma que cada um tem o direito de expressar suas próprias opiniões, temos o direito concordar ou não pois nem todo mundo pensa igual.
Muito obrigado Profº. Maurício
Dr. Maurício, sabe a partir de quando iniciará o curso on-line de dir. civil para 2ª fase? Não encontrei essa informação n o portal!! Obrigado.
As aulas já começaram a ser gravadas!
(PEÇA)( Q1)(Q2)(Q3)(Q4) vai ou não ter desmembramentos na prova?? no ultimo disseram que não teria e teve..
Leandro, esgote o tema sempre! Faça remissao a TODOS os arts que encontrar sobre o tema! A OAB 2011.1 nao serve de padrao pq foi mtp facil e a banca nao cobrou quase nada no padrao de resposta perto do que cobrou nas demais! Fiz 3 vezes a segunda etapa e passei na 2011.1 e so nao passei nas outras pois a OAB cobrou TUDO possivel e impossivel , pontuou todos os art q vc puder imaginar! Vc nao vai perder ponto se fundamentar sua resposta de uma maneira completa, mas vai perder se deixar de colocar um art apenas! Acredite a OAB vai pegar pesado nessa prova e vai exigir respostas MTOOOO completa e com todos os art, sumulas , leis etc.. BOA PROVA!
Pra galera de administrativo, fiz 1º exame fgv, no 9º período e passei, não fiz cursinho e estudei pelo Carvalhinho e Maria Sylvia, que ao meu ver são os melhores livros de administrativo, apesar do Carvalhinho ser mto extenso, e fiz as peças embasado no livro Prática de direito Administrativo, do Alexandre Mazza e Flávia Cristina M. Andrade, da RT, o livrinho é mto bom e tem um preço tranquilo, cerca de R$ 40,00, vale a pena, treinem muito as peças, pois são tranquilas, e no mais estudem muito, o máximo possível, que a 2ª fase é mais tranquila que a 1ª. Por fim, dissertem bastante, busquem as súmulas no código, e esgotem o assunto, tanto ao responder as questões quanto ao fazer a peça, usem dispositivos legais e estudem.
Parabéns. Pelo excelente blog. Sou aluno do CERS e foi o melhor preparatório que conheco até hoje.
Será a FGV vai divulgar o espelho da folha de marcação ou irá esperar apenas pelo resultado?
Tirei mais de 55 questões na primeira fase sem cursinho e trabalhando e dando aula o dia todo.
Estou com uma dúvida cabal. O fato da OAB sempre fazer este “esquema” de se na primeira muitos passarem a prova na segunda fase será mais difícil e vice-versa. ISSO É A MAIS CLARA DEMONSTRAÇÃO DE RESERVA DE MERCADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ATÉ O JATOBÁ VÊ ISSO……ou estou errado????
Dr. Maurício, vou fazer a segunda fase em civil e além das aulas com o professor Cristiano Sobral, quero treinar muito as peças… Não sei se é a sua área mas teria como indicar alguns livros de prática civil, além do manual de prática civil da professora Fernanda Tartuce (já indicado pelo professor Cristiano no vídeo demonstrativo)?
Obrigada
Olá Dr. Maurício!
Tenho os livros Como se preparar para a 2.ª fase – Trabalho/ 5.ª edição e a CLT/ 2.ª edição, ambos do Dr. Renato Saraiva, precisarei comprar a CLT/4.ª edição?
Grato!
MAURICIO, DIVULGA AI NO SEU BLOG A ESTATISTICA DE INSCRIÇAO E APROVAÇAO POR DISCIPLINA NA 2ª FASE.
DESSE JEITO VOU FICAR COM MEDO!
DEIXA EU VOLTAR PARA AS MINHAS AULAS COM JOSIANE MINARDI QUE COM CERTEZA GANHO MAIS.
PARECE ATÉ AGORO. VIXE!!!
TEM QUE ESTUDAR MUIIIIITTTTOOOOOOOOO…TEM, LÓGICO MAS NÃO PRECISA TOCAR O TERROR EM QUEM JÁ ESTÁ MORRENDO.
VAMO QUE VAMOS QUE PRA QUEM ESTUDAR, VAI DAR TUDO CERTO.
BOA SORTE A TODOS NÓS E QUE DEUS NOS ABENÇOE COM A APROVAÇÃO.
ENVIA AI TAMBEM DICA DE MATERIAL PARA LEVAR PARA 2ªFASE EM DIREITO DO TRABALHO.
ABÇS
Prof. Maurício
estou fazendo o curso de segunda fase do prof. Renato Saraiva. No início consegui assistir muito bem todas as aulas dele mas, as da profª. Aryanna Manfredini estão impossíveis de serem assistidas e não tem a ver com meu provedor, pois antes assisti ao prof. Renato. O que devo fazer? Estou frustrada…
Obrigada.
Bom dia, professor ! Estou com 38 pontos e na ansiedade de anularem pelo menos 2 das 4 questões que estão com divergência. Minha pergunta é: posso me matricular no curso on line de vocês após o início ? Se sim, terei acesso as aulas já disponibilizadas ?
Aguardo retorno. Atenciosamente.
Bom dia DR. Mauricio , gostaria de saber se há previsão p/ o gabarito oficial, e se tem a possibilidade de mudanças em algumas questões desse gabarito preliminar.
obrigada, aguardo contato.
Ótimo Blog Professor!!! Pois.. depois de tantos ensinamentos, não posso deixar de ser te aluno.
Oi professor ! Gostaria de saber se já é um bom momento para comprar os códigos para 2° fase ou é conveniente esperar mais uma ou duas semanas para obter códigos mais atualizados se é que vão disponibilizar por agora códigos mais atualizados. Quanto a editora recomendada, valores… enfim preciso que exponha sua opinião.
POR FAVOR ME TIRE ESTA DÚVIDA CRUEL QUE ESTÁ ME CONSUMINDO!!!!!!!!!!!!!
Seguindo a pergunta da Daí, na mesma linha pergunto>>
Pode-se levar leis impressas da internet para a prova???
Explico:
1) Esta frase junta duas coisas: uma permitida (Legislação não comentada) e outra proibida (Impressos da Internet).
2) Em determinado edital anterior aparecia claramente esta possibilidade: Códigos, Súmulas, Orientações Jurisprudenciais e Enunciados, com publicações anteriores ao edital e que ainda não foram incluídas pelas editoras, poderão ser atualizadas na Internet e poderão ser utilizadas pelos examinandos no dia de realização da prova prático-profissional, desde que encadernados.
Agora não tem mais isso.
Problema: meu Vade Mecum de D. Civil da Rideel, apensar de ser 2011, não está atualizado em nem veio com um encarte.
Arrependi-me de ter comprado desta editora. A RT sempre envia um encarte/suplemento de atualização.
O que podemos fazer?? Alguém!!!!
Se algum amigo do blog puder me informar. Fico muito agradecido.
Já perguntei por email para a própria FGV e eles, na maior cara de pau, simplesmente me enviam trechos do edital.
Eu respondo dizendo que já li e ainda fiquei na dúvida e eles me ignoram.
Desde já agradeço.
Maurício, alguns amigos para o exame 2011.1 fizeram remissões com post-it ao final dos artigos. Estão liberadas também neste exame?
Acredito que temos que estudar muito, e com certeza acreditar que somos capazes!
É a quarta vez que presta, e dessa graças a deus passei, estudei menos que das outras vezes, porém fui muito confiante e com pensamento positivo!
Deu certo, e tenho certeza que a segunda será meu presente de Natal!
Estudem, vamos se concentrar nas coisas boas, segunda começa o cursinho!!! mais já to estudando em casa!!!!
Boa sorte a todos!!! pensem positivo por que quem acredita sempre alcança!!!!!!
Olá pessoal, fiz a OAB 03 vezes, e sinceramente me considero uma pessoa burra, mas muito esforçada, nas 03 vezes em que fiz a prova, todas passei na 1ª fase, fiz tributário e estudei em média 8horas por dia até a vesperá da prova, só não estudei mas, porque trabalho, eu sempre achei que não iria conseguir passar, pois acho que não sei escrever, mas como eu estudei muito, mas muito mesmo a matéria de tributário, eu sabia bem o conteúdo e tudo o que eu sei também aprendir com o professor Pedro Barreto, que pra mim é o melhor na área Tributária. Tirei 05 na minha peça, e pra falar a verdade, eu gostei de ter passado por isso 03 vezes, pois por 03 segunda fases, tive a oportunidade de estudar tributário e aprender um pouco sobre essa matéria. Na última vez em fiz a prova, não sabia se havia passado na 1ª fase, mas mesmo assim no outro posterior a prova comecei a estudar tributário. Então, povo, fica a dica…NÃO PERCA TEMPO E ACREDITE SEMPRE, COMECE A ESTUDAR O QUANTO ANTES PARA A SEGUNDA FASE. E se não conseguires passar na 1ª fase, não tem problema e começa a estudar de novo, o que não pode é voces perderem o pique e conhecimento numca é demais. E lembre-se, eu sempro penso e digo para os meus colegas de faculdade que ainda não conseguiram passar, se eu passei, sinceramente qualquer um passa para a OAB. bjus obs.desculpe, não conseguir consertar os erros de português.
Parabéns pela sincera retratação de sua louvável experiência, és um exemplo e tanto para quem está inseguro – a grande maioria -, com a auto-confiança abalada ou se achando incapaz, por algum motivo, de conseguir a aprovação no exame de ordem.
Em outras palavras, há uma clara e evidente perseguição por parte da OAB em relação ao número de aprovados na 1ª fase. Isso é uma prática vergonhosa.
A 2ª fase não deve ser feita condicionada ao resultado da 1 fase. Nada a ver.
A OAB não tem que determinar o número de aprovados não.
É ridículo estabelecer a reserva de 12 a 15 mil aprovados na 2ª fase.
A 2ª fase deve ser feita com um grau de dificuldade sem vinculação com o resultado da 1 fase. É O ÉTICO E JUSTO.
É por essas e outras que o Ministro Gilmar e Luiz Fux fizeram a ressalva de que é necessário a participação do Ministério Público e da Magistratura. Acredito que seja para evitar, dentre outras, esse tipo de prática.
Olá Prof. Maurício;
Acertei 41 questões. na 1a fase do V exame unificado na minha prineira vez, penso que deu boa. Mas na 2a fase, pretendo es estou estudando Direito do Trabalho. Tenho uma dúivda, qual é o máximo de linhas para validar a elaboração da peça cabíve? Ex. uma Contestação, recursos. São até 30 linhas? Por gentileza favor solicito saua valiosa colaboração.
Forte Abraço.
[...] Leia mais… Posted in Exame de Ordem [...]
Vamos poder levar o conteúdo das leis que foram alteradas este ano, como a nova lei de prisões?
GENTE TODOS ESSES DADOS ESTATÍSTICOS APRESENTADOS PELO PROFESSOR, SOBRE O GRAU DE DIFICULDADE OU NÃO DO EXAME DA ORDEM, FAZENDO COMPARAÇÃO DA 1ª FASE COM A 2ª. FASE, NÃO É MOTIVO PARA PREOCUPAÇÃO E MEDO DA PROVA DE 2ª. FASE, POIS, A PROVA DA 2ª. FASE É MAIS FÁCIL O QUE A DA PRIMEIRA, INDEPENDENTEMENTE, DA 1ª FASE TER OCORRIDO NÚMERO DE APROVADOS ‘ELEVADO’ OU NÃO.
NA 2ª. FASE O AVALIANDO DEVE APENAS CONHECER O NORMAL DO DIREITO e POSSUIR O SEU “PODER DE CONVENCIMENTO”, e, ESTA CONDIÇÃO NÃO SE ADQUIRE, AUMENTANDO O NÚMERO DE HORAS ESTUDANTO NESTES ÚLTIMOS 30 (TRINTA) DIAS NÃO. ESTE PODER DE “SE FAZER ENTENDER” e “CONSEGUIR CONVENCER”, ATRAVÉS DE SUA ARGUMENTAÇÃO, É CONDIÇÃO QUE DEVERIA TER ADQUIRIDO NA FASE DO DIA-A-DIA, DESDE O COLEGIAL.