Sinpro/RS denuncia Anhanguera ao MEC por demissões de professores após avaliação de cursos

Recebi essa notícia de um leitor do Blog por e-mail, tentei achar a fonte dela mas não consegui. Achei uma bem parecida neste link aqui – Mestres são dispensados pela Anhanguera após avaliações de cursos pelo MEC.

Acabei de publicar a notícia de que o grupo Anhanguera promoveu uma mega demissão entre professores com titulação de suas recém-adquiridas unidades da antiga Uniban.

Vejam o que o Sinpro/RS está denunciando:

Sinpro/RS denuncia Anhanguera ao MEC por demissões de professores após avaliação de cursos

O Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul – Sinpro/RS, a par da trajetória do grupo Anhanguera Educacional de desrespeito aos direitos dos professores e sucessivas investidas contra a qualidade do ensino, vem acompanhando com extrema preocupação os acontecimentos em torno da polêmica demissão de 20 professores pela Faculdade Anhanguera Educacional, unidade de Rio Grande.

Além do fato de que a maioria dos demitidos são professores com titulação em nível de mestrado, causa estranheza que o despedimento de um quarto do corpo docente ocorra exatamente após o término das avaliações do MEC em que boa parte dos professores demissionários constam como professores de tempo integral para efeito de avaliação. Essa postura da instituição se configura em fraude ao processo avaliativo do MEC.

Diante dos indícios de irregularidades cometidas pela Anhanguera em relação ao processo de avaliação dos seus cursos, o Sinpro/RS encaminhará denúncia ao MEC solicitando a apuração do caso, pois existe a possibilidade de que essa prática venha a se repetir nas outras unidades educacionais mantidas pela Anhanguera no estado.

O Sinpro/RS permanecerá atento e intransigente na defesa dos direitos dos professores e convida os mesmos a manter o Sindicato informado sobre irregularidades que venha a ocorrer na Anhanguera.

Direção Colegiada

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Se for verdade, é uma imensa lástima. O MPF deveria se mobilizar para obrigar, via judiciário, que o MEC refaça o processo avaliativo das instituições afetadas pelas demissões.

E devo ressaltar que tal prática é VELHA neste país, e o MEC não vê porque não quer.

Mas agora, após demitirem 680 professores de uma só vez, não é possível que o leniente MEC não faça nada.

Por Maurício Gieseler em 22 de dezembro de 2011 às 13:51

Categoria: Ensino jurídico

18 Comentários para “Sinpro/RS denuncia Anhanguera ao MEC por demissões de professores após avaliação de cursos”

  1. Francisco Batista de Manaus - AM disse:

    O que a oab/fgv faz é fraude ou estelionato ?

  2. Francisco Batista de Manaus - AM disse:

    Os bandidos do comando vermelho e do PCC tem familia, mas nem pro isso deixam de everedar pelas práticas delituosas com intuito de obter lucros de forma ilegal, assim, nesse paralelo funciona a oab/fgv

  3. A verdade é que o mec finge que fiscaliza, as faculdades fingem que ensinam, e os alunos pensam que estão estudando. Depois a culpada é a oab, por causa do exame.

    É só comparar o indice de aprovação das melhores faculdades com as piores. Enquanto as boas faculdades aprovam boa parte dos alunos, as piores aprovam menos de 10%.

    O pior é uma faculdade falar que é uma das que mais aprovam canditados na oab, e na verdade aprova 1/13 dos alunos que prestam a prova.

    Isso é lamentavel.

  4. Paulo Moraes disse:

    Tenho certeza que falta cobertura pela imprensa dos absurdos erros cometidos pela OAB/FGV na última prova da OAB.

    Os prejudicados deviam entrar nos sites dos meios de comunicação e sugerir como matéria os problemas sofridos.

    http://www.band.com.br/faleconosco/

    É simples, se houver uma grande mobilização de prejudicados, acionando a imprensa e denunciando os absurdos, concerteza haverá mais cautela e respeito por parte da OAB, que já se encontra fragilizada com os escandalos do seu atual presidente OFHIR

  5. Francisco Batista de Manaus - AM disse:

    Dr. Ophir Cavalcante o Sr. recebeu ou não recebeu dinheiro ilegal do Pará.
    Se recebeu foi para ajudar a sociedade?

    O MPF disse que o Sr. (oab/fgv) recebeu mais dinheiro de que gastou com os exames de
    ordem. Se é verdade foi para ajudar também a sociedade?

    Responda.

  6. Paulo Moraes disse:

    Novamente reforço, falta mobilização para denunciar os repetitivos erros aos meios de imprensa.

    Mandem e-mails para os principais meios de comunicação sugerindo matérias sobre os repetitivos erros das provas da OAB, que são tão graves quanto os do ENEM.

    falecom.estado@grupoestado.com.br
    veja@abril.com.br

    Faça efetivamente barulho no lugar certo, de nada adiantará entrar aqui no site e ficar apenas reclamando, dizendo que a OAB e desonesta, que existe reserva de mercado……….etc

  7. Pior é o UNICEUMA a maior faculdade particular do Maranhão, que simula a estrutura do Núcleo de Prática Juríca quando a fiscalização do MEC chega, e logo após remove a sala simulada, e pior tem em torno de 9% de aprovação na OAB e conceito 02 no ENADE, nem o FIES ( Financiamento Estudantil) feito através da Caixa Econômica Federal financia o Curso de Direito um dos piores do Brasil.

  8. Nestes termos a tipificação da prova de 2ª fase OAB, seria… estupro de vulnerável.

  9. Carlos Eduardo disse:

    A Rede de Ensino LFG e a PRAETORIUM são tb do Grupo Anhanguera. Recentemente o Grupo Anhanguera perdeu os seus mais notáveis professores (Madeira, Flavio Martins e outros) do Curso LFG/Anhanguera para o Damásio de Jesus. Professores estes que deixaram a Rede LFG/Anhanguera alegando que esta perdeu o foco em aprovar e estava voltado apenas no aspecto comercial da coisa.

    Vamos que vamos!

  10. Boa Noite Maurício,
    Irei fazer minha inscrição para o VI exame de ordem unificado. A minha dúvida é a seguinte:
    Moro em Foz do Iguaçu – Pr – no período em que ficará disponível as inscrições estarei viajando em Santa Catarina. Posso realizar a minha inscrição em Santa Catarina e fazer o pagamento lá mesmo. Detalhe que o meu local de prova será em Foz.

    Att.

    • Eu li isso??? Ah não, só pode ser brincadeira né???
      =x
      Piada de natal??? WTF!

    • Claro que pode, a inscrição é feita pela internet no sitio da FGV.
      O pagamento pode ser realizado em qualquer banco de qualquer estado.

  11. Fernando Lima Guimarães disse:

    Em Taubaté, também houveram demissões em massa. TODOS os professores com titulação de Mestrado de Doutorado foram demitidos…. Em TODOS os cursos!!! Ficaram apenas professores que possuem apenas pós graduação e graduados. A Falculdade Anhanguera vem praticando essa lamentável conduta em todas as unidades… O que dizer aos alunos que ao concluírem seus cursos e irão colocar em seus curriculos que são formados por essa porcaria de faculdade??? Que irão ser excluídos de qualquer do processo seletivo logo de cara!!!! Afinal, que tipo de formação pode-se esperar dessa instituição???

  12. Pelo que estou vendo tem muita gente preocupada em denegrir a imagem do MEC e de algumas faculdades, mas estão esquecendo da FGV/OAB, Não sei, mas tenho pra mim que isso é para desvirtuar à atenção da sociedade do 171 aplicado nos exames de ordem, principalmente o último que me fez acreditar que os erros tenham sidos de pura maldade, pois sabem que no Brasil tudo acaba em samba. Essa conversa de que a OAB determinou que a FGV flexibilizasse na correção, no meu entender, é para evitar ações judiciais, tanto assim é, que, o resultado vai ser divulgado justamente quando a Justiça do pais está em recesso. Acredito sim, que a reprovação vai ser em massa e vai ficar por isso mesmo.

    • Vc está coberta de razão Aldeir, temos que resolver o problema do roubo da OAB/FGV, quero meu dinheiro de volta, ou a chance de fazer a prova outra vez, sem armação para desestruturar o estudante.

  13. Carlos Eduardo disse:

    Simão! Claro que pode. Fica tranquilo. Isso não influencia em nada. Assim como você pode fazer sua inscrição em Fóz de Iguaçu para prestar a prova em qualquer outro Estado.

  14. Obrigado Carlos Eduardo e Marcela que responderam com seriedade, sanaram a minha dúvida. Abraços e tenham um Feliz Natal.

  15. PROFESSOR MESTRE TITULO disse:

    Prezados,

    Afirmo que a política da Anhanguera é essa mesmo, aplicando sala lotada e sem qualquer preocupação com o ensino..
    Na UNIPLI de Niteroi, Rio de Janeiro, adquirida pelo grupo no final do ano passado, segue este padrão, tendo turma com quase 90 alunos e sem controle de frequência. Média desceu para 5 sendo se aluno tirar nota 3, faz um trabalho valendo 2 e passa. E o pior, a instituição simplesmente duplica a nota do aluno sm este fazer prova.
    Professores com Mestrado e notoriamente reconhecidos academicamente estão sendo demitidos.
    Enfim, cadê o MEC??
    Estão assinando a EDucação