Com a abertura das inscrições para o VI Exame de Ordem iniciou-se um drama para muitos candidatos, afinal, qual a melhor disciplina para a 2ª fase?
A pertinência de tal pergunta está relacionada a um elemento óbvio: as provas da 2ª fase estão cada vez mais complicadas para algumas disciplinas, enquanto outras não estão tão ruins assim.
E aqui, de início, precisamos pontuar um fator importante: o percentual de corte do Exame de Ordem.
Lembro-me da minha opinião sobre todo o IV Exame Unificado - Enfim um Exame de Ordem sem problemas
E quando escrevo “sem problemas” refiro-me a ausência de maiores polêmicas, grande controvérsias.
Ainda estamos com o V Exame de Ordem em curso, em seus momentos finais, e todos sabem dos muitos problemas ocorridos nesta edição, com erratas, provas difíceis, erros nos gabaritos, etc.
Por que em uma edição do Exame não ocorreu nenhum problema e nesta aconteceu quase tudo?
A resposta está nas estatísticas. Vejam a diferença de aprovação na 1ª fase destes dois Exames:
IV Unificado
121.380 inscritos
21.970 aprovados para a 2ª fase
V Unificado
108.355 inscritos
50.624 aprovados para a 2ª fase
O V Exame aprovou para a 2ª fase mais que o dobro do que na 2ª fase do IV Unificado.
Como a média de aprovação final, por edição da prova da OAB, é de aproximadamente 15% - V Exame de Ordem – Lista completa de aprovados e estatísticas da 2ª fase: 77,48% de reprovação - é preciso estabelecer um “corte” em algum momento. Se não foi na 1ª, teve de ser na 2ª.
Mas cortar na 2ª fase é mais difícil. Não só os candidatos estão mais preparados, como o subjetivismo da 2ª prova tende a ser mais facilmente contornado pelos candidatos. Daí os problemas ocorridos: é mais difícil reprovar na 2ª fase sem incorrer em falhas.
E elas foram abundantes…
Vejam agora um ponto interessante. Cliquem nos links abaixo e vejam a diferença no grau de dificuldade entre as provas subjetivas do IV e do V Exame:
IV Exame
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25/8/2011 | Caderno de Prova (Direito Administrativo) |
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25/8/2011 | Caderno de Prova (Direito Civil) |
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25/8/2011 | Caderno de Prova (Direito Constitucional) |
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25/8/2011 | Caderno de Prova (Direito Empresarial) |
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25/8/2011 | Caderno de Prova (Direito Penal) |
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25/8/2011 | Caderno de Prova (Direito do Trabalho) |
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25/8/2011 | Caderno de Prova (Direito Tributário) |
V Exame
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5/12/2011 | Caderno de Prova (Direito Administrativo) |
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5/12/2011 | Caderno de Prova (Direito Civil) |
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5/12/2011 | Caderno de Prova (Direito Constitucional) |
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5/12/2011 | Caderno de Prova (Direito Empresarial) |
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5/12/2011 | Caderno de Prova (Direito Penal) |
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5/12/2011 | Caderno de Prova (Direito do Trabalho) |
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5/12/2011 | Caderno de Prova (Direito Tributário) |
A diferença é gritante! Em especial nas provas de tributário, trabalho e penal.
Pergunto: um candidato reprovado no V Exame é menos qualificado ou sabe menos do que um candidato aprovado no V Exame?
Se a observação for feita a partir da prova subjetiva, a resposta é absolutamente incerta.
E aqui chego onde queria!
Acredito, em função dos problemas neste último Exame, e após uma séria reflexão, na possibilidade da 1ª fase do VI Unificado ser mais difícil em comparação com a 1ª fase do V Unificado.
A OAB não quer mais 50 mil aprovados em uma primeira fase…
Vejam, estou fazendo uma projeção do grau de dificuldade da prova em função do que sei. Não posso afiançar, em hipótese algum, como será a prova, mas tenho razões, e boas, para acreditar em um aumento desse grau de dificuldade, medido unicamente com base em percentuais.
Conclusão: acredito em uma prova da 2ª fase mais fácil, para todas as disciplinas, COMPARADO com as provas do V Unificado.
Perspectiva boa, mas só para quem passar na 1ª prova, é claro! Mas isso é outra história.
Fica então o reforço da matemática do Exame:
1ª fase muito difícil + 2ª fase justa.
1ª fase justa + 2ª fase muito difícil
Tudo para encaixar os números dentro do padrão de 15%.
Independentemente das equações, a escolha da disciplina certa para a 2ª fase é uma decisão CRÍTICA.
Até o exame 3.2008 eventual erro na peça prática não implicava de imediato na reprovação do candidato. Se este errasse a peça, ainda conseguiria alguma pontuação na análise da questão de fundo, no português e no raciocínio jurídico. No exame 1.2009 o Cespe promoveu uma alteração, na véspera da 2ª fase, que fulminou os candidatos que se equivocaram na peça ou fugiram do problema proposto, tanto na peça prática como nas questões.
Desde o Exame 2.2009 a redação do item 4.5.6 do então edital de regência ganhou contornos definitivos, agora também repetido no edital da Fundação Getúlio Vargas, no item 4.2.6, ficando bem claro que a banca não será tolerante na hora da correção. Vejamos a redação deste item no presente edital:
4.2.6 Nos casos de propositura de peça inadequada para a solução do problema proposto, considerando, neste caso, aquelas peças que justifiquem o indeferimento Iiminar por inépcia, principalmente quando se tratar de ritos procedimentais diversos, como também não se possa aplicar o princípio da fungibilidade nos casos de recursos, ou de apresentação de resposta incoerente com situação proposta ou de ausência de texto, o examinando receberá nota ZERO na redação da peça profissional ou na questão.
Até o exame 3.2008 os recursos poderiam salvar um candidato que tivesse proposto a peça inadequada ou mesmo respondesse de forma incoerente com a situação proposta. Do Exame 1.2009 em diante, não mais…
Na prática isso representou um estreitamento nos critérios de correção, capaz de reprovar um maior número de candidatos como também virtualmente inviabiliza a reforma pela via recursal.
Os candidatos do Exame 2.2009 sabem bem como isso funcionou. Na peça prática trabalhista foi oferecido um problema cuja redação, dúbia, levou milhares de candidatos à reprovação, além de ter obrigado ao Cespe admitir, então de forma inédita, duas peças profissionais como respostas hábeis para a solução da controvérsia, em que pese isso não ter mitigado o problema criado.
Resumo da ópera: acertar a peça é quase 50% da prova; errar é 100% de reprovação.
Logo, o candidato NÃO pode errar na escolha da peça prática e também NÃO pode errar ao discorrer sobre o direito material controvertido, objeto da avaliação.
Como então escolher a área de concentração?
Não é uma escolha fácil, para alguns, mas pode ser uma escolha racional!
Sua dúvida provavelmente tem três origens:
1 – Você, que já reprovou outras vezes no Exame de Ordem, vem optando por uma mesma disciplina na segunda fase e não tem obtido sucesso, fazendo-o mudar de idéia quanto a sua área;
2 – Você vai fazer o Exame de Ordem pela primeira vez e não sabe o que escolher;
3 – Você se julga bom em duas disciplinas distintas mas está em dúvida sobre qual delas optar.
Na primeira hipótese, pode não ser conveniente trocar uma disciplina por outra exatamente agora, pois falta um mês para a prova objetiva, e mais um mês para a prova prática. Apesar de serem quase 2 meses, o 1º certamente será dedicado à primeira fase, sobrando 1 mês para estudar especificamente para a nova disciplina – seria tempo suficiente? – Creio que é um lapso de tempo muito curto para trocar de área, pois não só o direito processual daquela disciplina tem de ser apreendido assim como seu direito material. Logo, o ideal é buscar de todas as formas se aprofundar melhor na sua área de preferência, ou, efetivamente trocar de área, mas visando o próximo Exame. Estudar exige planejamento. Se aparentemente a sua área fim parece-lhe insuperável, estruturar um planejamento com um prazo maior pode ser a solução mais adequada.
No segundo caso, o candidato novato, que não tem em especial nenhuma afinidade com uma área específica do Direito, pode ficar na dúvida sobre a melhor disciplina em função do que ocorreu nos últimos exames.
Aqui faço uma ponderação muito importante.
As disciplinas mais visadas pela FGV são Direito do Trabalho, Penal e Tributário. Há um claro movimento no sentido de reduzir a importância dessas disciplinas na 2ª fase, e o caminho usado tem sido o da dificuldade.
É fato!
E, para completar, a FGV elaborou uma prova subjetiva de Constitucional, até então uma escolha mais tranquila, muito complexa, dúbia e com o nítido propósito de reprovar.
Infelizmente não temos os números de inscritos por disciplina, em especial dos certames passados. Seria maravilhoso estabelecer uma correlação entre o grau de dificuldade da prova e o número de inscritos por disciplina. Fugiríamos por completo dos achismos.
Mas esses dados nunca são divulgados. Uma pena…
O grau de dificuldade de uma ou de outra prova caminha junto com os candidatos: para onde eles forem, a dificuldade vai atrás.
Não posso afirmar categoricamente, mas é bem provável que no V Unificado muitos candidatos resolveram fazer a prova de Constitucional.
Então uma eventual dica favorável a uma ou outra prova, que estaria mais fácil comparando-a com as demais, pode resultar em um dissabor.
Eu não me arrisco mais a indicar uma ou outra área para ninguém. É loteria.
No terceiro e último caso, a solução é simples, lógica e a mais recomendável: resolva as três últimas provas das duas ou mais áreas de sua preferência, fazendo-o de forma simulada. Na área em que você obtiver um desempenho melhor, será, naturalmente, a sua opção.
Esta é a forma mais racional de se fazer uma boa escolha: sua constatação será lapidar.
Clique no link a seguir para acessar as últimas provas subjetivas e seus respectivos padrões de resposta: PROVAS ANTERIORES
É muito importante consignar que o método de escolha, acima de qualquer outro, é definido pela experiência prévia do candidato em seus estágios e nas aulas práticas e na resolução de provas anteriores para tomar pulso do desempenho.
NÃO escolham pelo CORAÇÃO! Usem a razão e a experiência prévia. Fujam do achismo e da opinião de terceiros sobre o que é melhor!!
A escolha é do candidato, e só dele. A resolução de provas anteriores, com mensuração de desempenho prévio, desembocará em uma escolha sensata, sem suposições.
Na hora da prova o candidato estará sozinho.
Pensem nisso!









A correção da prova de trabalho beirou ao absurdo.
Caso de polícia.
Fiz Tributário e PAÇEI!!!
Recomendo!!
2° Fase é com professora Josiane, do CERS.
Nossa então vou fazer também. O cara escreve passei com Ç e passa no exame ainda, putz
Posso estar errado, mais ele escreveu assim devido a um poste do Dr. Maurício que colocou a foto do tiririca e escreveu paçei huahuaha.
Posso estar errado mais ele fez TRIBUTÁRIO não acredito que escreveu errado. huahuaha
Isso é apenas uma brincadeira feita pelo Prof. Maurício e repetida por alguns colegas… No stress!!!
é uma brincadeira aqui do blog…
olhe nos posts antigos
eu paçeiiiiii tbm uheahuaehuea mas fiz civil =]
atualize-se nobre colega..
o dr. gustavo utilizou esse termo em função de um post do dr. maurício.
Na ocasião, os aprovados foram convocadas a bradar “paçei”, assim que disponibilizados os espelhos de correção..
abraço
calma josiane… isto foi apenas uma brincadeira lançada aqui mesmo no blog quando nós passamos no último exame….
cuidado humildade também ajuda, hein!!!
Sugiro e recomendo Direito Administrativo na 2ª fase.
As questões estão todas baseadas na lei. Não há pegadinhas.
Além do mais, se estudar com o professor Matheus Carvalho, a segunda fase é garantida.
Eu digo por que eu fiz e tudo que ele ensinou caiu na prova.
Hoje sou advogado, graças a Deus e ao Matheus.
Nunca havia feito a 2 fase embora as escolhas fossem sempre em penal. Fiz Administrativo neste V exame e fui aprovado. Analisando as provas anteriores e com o volume de estudo feito por mim, posso afirmar categoricamente que passaria em todas. Todas as provas tiveram um nível de dificuldade praticamente iguais, mas penso que o nível de dificuldade para o próximo certame será maior devido ao fluxo migratório em razão do ocorrido com outras disciplinas. Contudo, se você realmente se preparar, será aprovado.
Não deixem de fazer o preparatório da 2 fase em administrativo do site http://www.renatosaraiva.com.br. O Professor Matheus Carvalho é o melhor professor de direito administrativo do Brasil, quem me dera ter tido aulas na graduação com um professor desta magnitude. De aversão a área à devorador contumaz!
Minha dica para quem está em dúvida é pegar as últimas provas e tentar resolvê-las, foi assim que fiz, então optei por fazer a segunda fase em direito civil, que por minha análise, apesar de ser a matéria de maior conteúdo, conforme se observa pelo edital, para mim é a mais fácil na segunda fase. Vejam bem, dizem que civil tem milhares de peças, porém nos últimos exames a OAB cobrou na segunda fase, salvo engano, 3 petições iniciais seguidas, no mais foram cobradas pouquíssimas vezes apelação ou contestação, assim bastava saber fazer essas três peças, que diga-se de passagem não têm uma estrutura complicada.
Uma outra coisa chamou minha atenção, quando li a questão problema da peça fiquei na dúvida se eu faria uma Ação de Obrigação de Fazer com Pedido de Antecipação de Tutela ou Ação Cautelar Inominada com Pedido de Liminar, então optei pela segunda por julgar mais fácil de fundamentar que a obrigação de fazer. Resultado foi aprovado já no 10º período, porém conversando com uma amigo meu que também fez civil, que optou por fazer um Mandado de Segurança, onde nos pensávamos que a peça dele seria zerada, inclusive o padrão de resposta não fazia qualquer menção a mandado de segurança, ocorre que foi um ledo engano, a banca aceitou o mandado de segurança e ainda lhe atribuiu 3,5 de nota. Resumo da ópera a banca aceitou no mínimo três peças diferentes para quem fez direito civil, entretanto ele não foi aprovado por ter se saído mal nas questões.
Também fiz Direito Civil e passei. Escolhi essa matéria porque é a que mais me agrada o estudo, apesar do vasto conteúdo. Afinal, estagiei em JEC e vara de família e agora faço pós-graduação em Direito Processual Civil. Ainda, pelo histórico dos temas abordados/correção, ainda é a mais tranquila, se comparar com os problemas que as outras matérias vivem tendo, seja em elaboração, seja em correção. Parabéns a nós, colega.
Fiz a opção de Penal para a 2ª fase do V exame de ordem. Para os meus conhecimentos, a prova estava difícil, mas tenho a certeza que fui reprovado por não ter dividido bem o tempo entre responder a peça e as questões. Isso fez com que eu me confundisse muito nas repostas das questões e ter esquecido de acrescenttar mais algumas teses na peça. Um dos maiores vilões para os candidatos na 2ª fase é o tempo e a ansiedade. Gente! Cuidado com o tempo, pois mesmo com conhecimento suficiente, você pode se perder no caminho.
Caros Colegas
Acabei de ser aprovado no V Exame. Fiz Direito Administrativo com o professor Matheus Carvalho (CERS). Melhor impossível!
Administrativo é excelente! Saiam fora de penal e trabalho!
Pensem com carinho.
Abraços a todos. Não desistam. Estudem e tenham fé em Deus.
Luciana
Luciana, estou inscrito para a prova e optei por Administrativo. Tens algum material para me passar? Ficarei muito agradecido.
paulo-anoticia@hotmail.com
Abraço
digo, aprovada
Percebo que os examinados têm um pavor da prova de Civil, porém ela tem se revelado uma das mais tranquilas… Talvez seja a hora de mudar o rumo…
Não me conformo com a banalização e consequente aceitação pacífica por parte de todos, do discurso que prega a utilização do Exame como ferramenta de protecionismo profissional…
Ponto de corte, aumento de dificuldade na 1ª etapa em detrimento da segunda, maior complexidade de acordo com o aumento pela demanda em determinada disciplina, intenção deliberada de reprovar, movimento para reduzir a procura por disciplina tal…
Me pergunto até quando todos as atrocidades institucionais patrocinadas pela OAB/FGV provocarão a sensação geral de que não há mais nada a fazer, senão submeter-nos à tais situações.
Se a OAB tem como meta aprovar em torno de 15%, o que é isso se não reserva de mercado. O que tem que aprovar ou reprovar é o conhecimento e não a OAB, mudar critérios de correção ou de dificuldade de uma fase em comparação com a outra é covardia, somente uma instituição canalha como a OAB faz isso.
Sinceramente, eu escolhi direito civil. Todo mundo me criticou, me disseram que seria muito difícil. Mas, como eu fiz 5 anos de estagio em civil, achei que não teria porque optar por outra matéria. Me dei muito bem!! Me senti tranqüila e segura. O V Exame foi o meu primeiro e eu passei.
Também me chamaram de louca e disseram que eu não daria conta de tudo. Ledo engano. hahaha
A prova de trabalho de 2011.2 da segunda fase tem um erro que a fere de morte, 3 quesitos tem 2 respostas possiveis no mundo jurídico, das quais apenas uma delas é pontuada, ou seja, deixou de avaliar o conteudo científico e passou a valorar a probabilidade. MS nela!
Boa Professor!
Agora é preciso, ter cautela, na hora da escolha. O candidato, precisa se manter calmo e agir unicamente com a Razão.
Mudar de disciplina é algo a se pensar para muitos, mas é preciso ver, tempo hábil para uma nova adaptação.
Muitos dos candidatos, trabalham durante o dia, e a noite é curta e cansativa, o que faz desses soldados, grandes guerreiros a mirarem no alvo de destruição da dificuldade, e
ela sempre vai existir, porém, uma boa pontaria, pode ajudar e muito. Isso vai ser possível, até o dia 16.01.2012. Teremos que mentalizar bem, e focar nesse objetivo.
Boa Sorte a todos e que Deus e Nosa Senhora, guie esses Bravos Guerreiros do Estudo.
Avante!
E a prova de tributário do V exame, valia 1,5 que escrevesse com as mesmas palavras que a fazenda publica cria artifício e obrigações autônomas, acertei a peça, o endereçamento, todos os pedidos e porq não escrevi com as mesmas palavras, não me pontuaram, escrevi com palavras semelhantes, ohhhh vida !!!! mas eles querem mais 200,00 + curso lfg e tempo, o que fazer, quero saber muito com o povo que não tem condições faz, porque eu estudei e muito, acordava 05 da manhã para estudar….
Cara tenho que mudar para Administrativo, trabalho eu não conheço ninguém que passou.
Minha prova foi ótima tirei 4 pontos na peça, mesmo assim conseguiram comer a minha nota. Incrível.
Que reserva de mercado descarada.
1 fase muito difícil = vc pode estudar o quanto quiser, a aprovação vai depender da sorte. Sem mencionar o fato de que eles reprovam quem eles querem na 2 fase.
Dr. Maurício, suas palavras afirmam, confirmam, ratificam e evidenciam que a OAB realmente faz o que bem quer com os bacharéis, inclusive a reserva de mercado.
PORRA, CADÊ O MP???
Eu segui a dica do meu professor de Tributário, e atual Consultor Geral da União, Arnaldo Sampaio Godoy.
“Se estiver em dúvida faça tributário”
Segui o conselho dele e passei.
Maurício,
Por favor, comente esta matéria e sua possível relação com o V Exame de ordem:
http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?Materia=20120104154514
Façam as materia que vcs mais gostam, eu nunca inha feito segunda fase, na realidade so fiz 2 oab, a passada q reprovei na primeira fase por 3 questoes e essa agora que passei nas duas fases tranquilo, mas na escolha da segunda fase eu peguei todas as provas de todas as materias que poderia fazer, penal, tributario, penal e adm, fiz algumas provas, penal e trabalho descartei logo, nao sabia o basico e nao gostava de estudar a materia, amd sempre gostei, tributario passei a gostar depois da primeira fase, porem resolvi fazer aquela que eu gostava de estudar, aquela que depois de formado eu pensava em seguir carreira, nao sei se foi por isso ou alem disso, mas o fato é que passei bem, terminei a prova em menos de 2 horas, sai com aquela sensação de ter fechado. Tirei 9,5 na prova. Nao vou aqui dizer que a oab é facil ou dificil, nao saberia dizer, mas garanto que é possivel passar facil se vc estudar muito, nao fiz um faculade maravilhosa, nunca estagiei, fui fazer minha primeira oab depois de 2 anos de formado, pois trabalhei o curso todo e depois dele em um comercio da minha familia, por razoes pessoais larguei tudo ano passando, fiz a primeira oab na cara e na coragem e nao passei nem na primeira fase, depois estudei igual um doido, pois vi que nao sabia nada, pelo menos acreditei nisso depois de reprovar na primeira fase, para dar um exemplo, fiz todas as questoes de etica, adm e constitucional naquele site questoes de concurso, na segunda fazia 1 peça por dia, e houve dia que fiz mais de uma, mas valeu a pena. Agora dificil é conseguir um emprego de advogado sem experiencia na area, todos me perguntam na entrevista em quais escritorios eu estagiei e quando digo nenhum minha esperanças de emprego somem na cara do entrevistador. Mauricio, vc teria alguma palavra amiga para me ajudar agora? Vc que é o santo dos bachareis, agora que sou advogado, tem alguma soluçao pro meu caso? ficarei muito feliz se vc me respondesse. Abraço e bons estudos e um pouco de sorte a todos.
Também indico ADMINISTRATIVO com o PROFESSOR MATHEUS com certeza……
Resumindo mais ou menos o que foi dito acima e com minha experiência, pois passei por todos esses exames…..já consegui minha aprovação…..
Se você fizer cursinho com os Professores do CERS …a aprovação é certeza…
Claro que vc tem de assistir todas as aulas!!!!!!! Seguir todos os passos indicados pelos professores que são feras!!!!
Não tem erro….tanto faz a matéria que escolher…..Com CERS vc passa…..certeza….
Fiz muitos cursinhos e não vi nenhum que te ensina tudo que precisa para fazer uma boa prova….desde explicação da matéria até utilização do material, …vc vai com muito mais segurança para prova…..
APROVADO TRIBUTÁRIO 8.3 a prova estava fácil na minha opnião, se bem que estudei bastante, meu primeiro exame APROVADO não achei nada de mais, é lógico que tem alguns que foram injustiçados, agora tem uns QUE ESTÃO CHORANDO ATOA NÃO ESTUDA e QUE PASSAR, para de chorar e vai estudar se eu passei todos podem passar tb, eu fazendo prova no facul, estagiando o dia todo e estudando em casa de madrugada, agora nego fica em casa de bunda virada pra lua e acha que a aprovação vai cair do céu, Não VAI PASSAR NUNCA MESMO.
A diferença do espelho de correção da prova de Direito do Trabalho de 2011.1 para a de 2011.2 é algo surreal, modificam o espelho de correção da forma que eles acham conveniente para atingir a média de corte e usam os alunos que escolheram Trabalho como cobaias!!! Galera vai um conselho, corram de Trabalho pq a FGV é uma PIADA!!!
[...] Leia mais… Posted in Exame de Ordem [...]
Galera!
Vamos escrever para o Fantástico para que façam uma matéria sobre o exame da OAB, desta forma, nossos amigos e familiares que não entendem a complexidade e as “maracutaias”, talvez compreendam porque estudamos tanto e não temos exito…
É difícil para o examinando aceitar os percentuais e estatistícas, para terceiros então… “vixi maria”… parece desculpa, falta de empenho, enfim…
O exame é necessário, sou favorável… no entanto, ele não é justo!
Então já que o MP não faz nada, vamos escrever para jornais e revistas e quem sabe, de alguma forma, nos fazer ouvir…
se fosse fazer novamente o Exame (já fui aprovado).. escolheria Empresarial..
o nível das últimas provas é de espantar..são muito fáceis!!!!
não entendo porque os alunos fogem dessa disciplina..
para quem ainda não passou.. pensem com carinho..
em Trabalho.. ouvi muitas reclamações sobre questões que cobravam temas não pacificados na doutrina..
pois bem..
as discussões entre os empresarialistas não são tão ferrenhas quanta na seara penal e trabalhista..
na mesma esteira.. a jurisprudência não é tão farta, muito menos dissonante..
é a lei.. e acabou..
os doutrinadores comentam e os tribunais aplicam..
por isso.. reforço meu conselho: optem por empresarial..
não conheço UM colega que tenha optado por esta matéria e não tenha logrado êxito..
ficam essas considerações..
fui aprovado nesse V Exame em outra disciplina, mas, hoje, teria escolhida empresarial..
votos de sucesso aos guerreiros que continuam nesta batalha
Consegui a aprovação neste último exame, graças a Deus, mas, de fato, existiram várias arbitrariedades na correção das provas e até mesmo nos próprios espelhos de provas engendrados pela FGV. Á guiza de exemplo, temos a questão de Direito Tributário referente ao contribuinte não habitual do ICMS importação (jogador de futebol que comprou um carro), senão vejamos. A questão indagava se era VIÁVEL o pedido de liminar no MS. A professora Josiane, por exemplo, na mesa redonda do Curso Renato Saraiva, disse sumariamente que a resposta correta seria a inviabilidade, pois o caso descrito no enunciado estaria amoldado ao art. 7, pag 3 da Nova Lei do Mandado de Segurança, pois estaria a tratar de entrada de mercadoria. Não me pareceu, desde o começo, o melhor entendimento. No gabarito extraoficial, a ilustre professora tributarista mudou de posição, isto é, colocou que na verdade a liminar era viável, pois o caso em debate não estaria tratando exatamente da referida vedação, mas sim de incidencia ou não de tributação, tendo precedentes jurisprudenciais nesse sentido, inclusive. Todavia, a liminar deveria ser indeferida, pois faltava o requisito da fumaça do bom direito, eis que o jogador de futebol era contribuinte do tributo segundo a nova sistemática constitucional. Foi exatamente o que coloquei na minha prova, pois comprrendi, junto com a professora Josiane, em seu posicionamento revisado, que apenas seria INVIÁVEL (incabível) se a hipótese se subsumisse à vedação citada (o que não era o caso), do art. 7, pag 3 (de duvidosa constitucionalidade, inclusive, segundo o professor Cassio Scarpinela Bueno em seu livro que comenta a Nova Lei do MS, grande especialista do assunto) ou se, por óbvio, não coubesse a impetração do MS, o que por sua vez, é alegado na resposta que vem acima do espelho. No entanto, isso com, o devido respeito, não procede, o fato de não haver direito liquido e certo não torna inviável a impetração do mandado, tendo em vista a regra constitucional que preconiza o remédio constitucional em questão e o princiípio da inafastabilidade do controle jurisdicional e do amplo acesso à justiça, mas, na verdade, a ordem é que deveria ter sido denegada, por ausência de direito liquido e certo, isto é, adentra-se ao mérito. Na mesma linha, tendo em vista o exposto, percebe-se que o espelho de prova é contraditório e extremamente atécnico do ponto de vista processual, com o devido respeito, pois aduz que a a liminar é INVIÁVEL, pois estão ausentes os requisitos para sua concessão. Ora, é de clareza meridiana que para assentar-se a ausencia dos pressupostos para concessão da medida urgente deve-se necessariamente analisar o mérito da mesma, o que necessariamente acarreta na sua viabilidade, mas não no seu deferimento. Ou seja, a liminar é viável, mas deve ser indeferida por faltarem os requisitos próprios para tal, notadamente o fumus bonis iuris. Desculpem a extensão do comentário, mas é que ainda n vi ninguem debatendo a respeito desse ponto, que a meu modo de ver, parece absurdo, e não lugar melhor que esse para debater o tema.
Também não poderia deixar de aconselhar, aos que desejam fazer a 2 fase em Tributário, que façam o Curso do Professor Pedro Barreto (Forum TV). Além de completíssimo, vc nem sai de casa, isto é, fica vendo as aulas no computador. Apesar da professora Josiane do Curso Renato Saraiva ter o seu valor, ela parece uma amadora perto do professor Barreto. É como se colocassem o Barcelona para jogar com um time amador, um bom time, mas ainda sim amador. Façam isso que é aprovação na certa.
profa. Josiane amadora? vc deve estar de brincadeira! a profa. é simplesmente maravilhosa, clara e objeitva! fiz o ultimo exame, fui aprovada, e posso garantir que o curso do CERS é de alto nível, aliás nem poderia deixar de ser diferente, pois o Renato Saraiva não colocaria um profissinal mediano para ensinar uma materia tão importante e
procurada como tributário… O Pedro Barretto é bom professor, experiente, porém leva mil anos para explicar um assunto que a Josiane com clareza e objetividade explica muito bem, trata-se somente de uma questão de estilo e tecnica de ensino…
Pessoal quem não complica escolhe Civil!!!! Acabei de fazer fazer e consegui passar!!!! Digo uma coisa, podem analisar os dados que quiserem, D. civil sempre é a melhor opção!!!! Sem falar no professor Cristiano Sobral, o cara é uma comédia….. Qual a diferença entre o charme e o funk!!!! kkkkk Muito Obrigado a todos……
Olá!
Fui aprovada no V exame e indico para a segunda fase DIREITO ADMINISTRATIVO e com o professor Matheus Carvalho do CERS. São poucas peças e bem simples, além de tudo, o direito material é bem tranquilo pois está tudo previsto em lei.
Eu fiz todas as provas de 2007 até 2011 e todas as peças tinham o mesmo grau de dificuldade.
Só acho que quem não está obtendo sucesso em uma matéria e ainda insiste nela, comete erro. Dá tempo sim de estudar em um mês para a segunda fase. Mas tem que ter disciplina e dedicação. Conheço pessoas que mudaram de área e passaram. Isso é pessoal.
Façam direito administrativo e não se arrependerão.
Eu detestava a matéria enquanto estava na graduação, hoje eu AMO!
Fiquem com Deus e boa sorte!
Olá.
Este blog é muito bom, ajudou-me muito DEPOIS que fiz a 2ª fase. Poder conversar com pessoas que estavam passando pelos mesmos problemas que eu foi bom dividir o sofrimento, aliviou muito.
Conheci este blog depois de ter passado na 1ª fase. Ficam informada das novidades do exame de ordem e lia dicas de estudo do Dr Maurício.
Gente, quando comecei a frequentar este site comecei a passar muito mal, o Dr Maurício dizia que a prova ia ser difícil e que uns 75% seriam reprovados. Comecei a surtar… Conversava todo dia sobre esse maldito exame com meu marido e dizia para ele que eu ia reprovar e pronto. Eu estudava feito uma louca, acordava todos os dias as 6h cuidava da casa e as 8h começava a estudar, só parava as 12h quando ia fazer o almoço. As 14h, mal me alimentava, voltava a estudar e só parava as 0h. Meu filho começou e me cobrar atenção, depois foi meu marido, quase desisti de tudo.
Eu estudava e estudava cada vez mais, mas parecia pouco. Tudo isso devido à minha personalidade, quando quero algo luto por este algo, se penso que é impossível, nunca penso em possuir. Então, estudar, batalhar é algo meu, é inerente.
Contudo, apesar de estudar tanto, pensava que não ia conseguir (mas nunca deixei de estudar por isso).
Um dia desses (lembrando que só passei a ver este blog quando já havia passado para a 2ª fase) mostrei uma matéria do blog para meu marido. Passou mais um dia, mostrei outra matéria, até que na terceira vez, meu marido me disse para não ver mais o blog, pelo menos enquanto eu não fizesse a prova, disse ainda que, o blog era desanimador, pois o que ele dizia era nem adianta estudar porque vc não vai passar, a prova vai ser dificílima e vai medir inteligência e não conhecimento; outra coisa que tb percebi era que a FGV ia corrigir tudo errado que não adiantava vc ter acertado porque ela ia corrigir errado.
Bom, proibi-me de ver o blog, apesar de muito bom, mas tenso de mais para quem vai prestar uma prova de tanta responsabilidade.
Sabe, no final das contas deu tudo certo, fiz penal, passei, corrigiram minha prova numa boa, não ganhei nem perdi pontos, o gabarito foi justo, a prova foi muito fácil.
Digo ainda, desculpas àqueles que não passaram, mas pensem que foram reprovados porque estudaram pouco, ou nem estudaram, vcs só passaram o dia que assumirem isso, e parar de jogar a culpa na oab e fgv.
Todas as pessoas que conheço que estudam passaram, as que não estudam reprovaram. Estas pessoas que reprovaram são pessoas inteligentes, mas que não gostam de estudar muito.
Outra dica é parem de ler coisas que te deixam para baixo. O dia em que vc ler algo e percebe que sofreu algum abalo, abandona.
Lembrem-se, Deus existe, mas ajuda quem cedo madruga.
Fiquem todos com Deus!
Odiei com todas as minhas forças a matéria de Direito administrativo durante a graduação, porém, fui seduzido pela matéria durante os estudos para a primeira fase do exame com o Professor Matheus Carvalho. Ele apresenta um Direito Administrativo que é real, que tem consequências diretas na vida da gente, coisa que eu não consegui enxergar, de forma alguma, durante a graduação. Conclusão, fiz a segunda fase em Direito Administrativo tranquilamente, como se fosse mais um dos exercícios ministrados durante as aulas do Professor Matheus no CERS. Fui aprovado nesse V Exame de Ordem Unificado e tive a certeza disso quando terminei a prova, pois tudo o que caiu, não foi somente dito como praticado em sala, tanto a peça como as questões. Quando eu li a primeira questão que tratava de responsabilidade civil objetiva, eu até ri. Dos 5 pontos possíveis nas questões, fiz 4,35. Obtive a nota final de 7,6 achando injustíssima a correção, pois, comparando com o espelho eu tiraria um 8,5 fácil, mas, de qualquer forma, aprovadíssimo. Recomendo e muito Direito Administrativo com o Professor Matheus Carvalho.
Dr. Maurício, bom dia.
Fiz a segunda fase em Direito Civil, em tempo, não fui aprovado. Gostaria, se possível, que nos relatasse (post), se o Dr. tiver ideia, quais as chances (percentuais) de consideração dos recursos de um modo geral.
Sei que essa questão é de particularidade de cada examinando, porém, deve haver um percentual de aprovação/consideração após interposição recursal.
Recorri seguindo a sua linha de pensamento, demonstrando que minha resposta (apesar de não considerada), se adequa, se amolda ao padrão.
Assim, gostaria de saber esse percentual de consideração.
Obrigado.
Não sei, de verdade.
EXAME DA OAB V D. trabalho= HUMILHAÇÃO!
Pelo que vejo, a maior parte dos problemas ocorridos na segunda fase foi decorrente da errata, e não da dificuldade da prova em si. Não acredito que a OAB tenha planejado, de maneira sórdida e insidiosa, entregar uma prova aos candidatos de determinadas disciplinas com um erro de impressão proposital, para depois divulgar uma errata e assim criar confusão e pânico, aumentando a reprovação.
Acho que os problemas do V Exame de Ordem são de responsabilidade da banca, que, apesar de arrecadar a pequena fortuna de R$ 200 por candidato, não consegue desempenhar bem o seu papel. Realmente não vejo essas correlações do tipo 1ª fase “fácil” (fácil?) + 2ª fase com lambança = manutenção do sacrossanto índice de 15% de aprovação. Especialmente porque não foi o que ocorreu.
Não quero aqui estimular ninguém a estudar menos ou achar que não precisa se preparar com tanto afinco. Mas acho realmente que esses 20% – 22% tendem a ser um novo patamar para o Exame da OAB. Patamar que, aliás, não reflete nenhum tipo de “afrouxamento”, na minha humilde opinião. Reprovar 78% dos egressos das faculdades de Direito continua sendo obsceno. O Exame deve e vai passar por uma reformulação, portanto não sei se é uma boa ideia se agarrar com unhas e dentes aos paradigmas anteriores.
Com relação à escolha da matéria para a segunda fase, me encaixei na opção 2. Escolhi Direito do Trabalho por um motivo absolutamente racional: era a menor matéria. Como eu dispunha de pouco tempo para estudar, me pareceu lógico escolher a matéria menor. Por sorte, justamente nessa matéria encontrei o apoio inefável do professor Renato Saraiva, que além de ser um grande doutrinador da matéria, edita obras específicas para ajudar os candidatos a passarem no Exame da OAB. Passei com 7,5.
Se eu fosse dar uma dica para quem vai fazer a próxima prova, só diria uma coisa: sejam pragmáticos. Usem material desenvolvido especificamente para a prova da OAB. Esqueçam os livros de doutrina. Esqueçam! Foquem no que tem realmente possibilidade de cair na prova. O tempo para se preparar é curto, não dá para perder tempo com o que não vai cair. Para quem vai fazer Trabalho na 2ª fase, recomendo fortemente o Como se Preparar para a Segunda Fase do Exame da OAB, do professor Renato Saraiva. Foi a minha única fonte de preparação (somada à CLT e ao vade mecum, obviamente) para a segunda fase. Tenham em mente que se preparar para a prova da OAB e se preparar para ser advogado são duas coisas bem distintas. E, como bem disse o Dr. Maurício aqui no blog, dominem o índice alfabético-remissivo. Isso realmente vai fazer diferença na hora da segunda fase.
E, acima de tudo, acreditem em si mesmos. Eu me formei em Direito há quase 9 anos, e nunca tinha pensado em advogar. Fazia concursos aqui e ali, TRTs, TRFs, TREs, mas sem estudar com muita seriedade. Em agosto, acabei sendo aprovada em uma seleção para advogado no banco onde trabalho (apenas tentando aproveitar uma chance de promoção), e com isso fui obrigada a fazer o Exame da OAB. Revi a matéria dos longínquos 5 anos de faculdade em mais ou menos 2 meses. Depois tive mais um mês para me preparar para a segunda fase. Não vou mentir que foi molezinha. Estudava no mínimo 6 horas por dia, conciliando com trabalho e outros compromissos. Mas se eu consegui espanar a poeira e as teias de aranha do conhecimento jurídico na minha cabeça, vocês que a recém saíram da faculdade, têm as leis fresquinhas na cabeça e estão no pique de estudar, podem passar também. Se eu consegui, qualquer um de vocês consegue. Acreditem e trabalhem.
Não tenham a ilusão que cursinho passa, eu estudei em casa e sozinha, tenho filho, casa para cuidar…
Cuidado com alguns comentários!
Cursinho come seu tempo, enquanto vc fica assistindo uma aula de 4 horas por dia para ver um único assunto resumido, neste mesmo tempo teria esgotado uma matéria com um livro bom.
Cursinho = gasta + tempo,+ dinheiro = pouco aprendizado
Estudar em casa = gasta – tempo e nenhum dinheiro = muito aprendizado
Mas digo, aqueles que estiverem perdidos, não souberem por onde começar a estudar, procure um cursinho. Agora se vc já fez cursinho, esquece, já está bem direcionado, não rasgue dinheiro.
Este é meu primeiro exame de ordem, terminei minha faculdade e estou esperando para colar grau e pegar minha carteira, porque já passei num concurso que logo vão me chamar.
Esse foi meu primeiro exame e quando coloquei constitucional para a segunda fase, muita gente disse que eu estava louco. Fui aprovado e agora recomendo a quem me pergunte que faça constitucional, pq apesar desta última prova está difícil, como disse o Dr. Maurício em seu post, constitucional geramente é uma escolha tranquila. É CARTEIRA GOLD DE CONSTITUCIONAL!!
Você não vai se arrepender. Na sala em que eu estava a senhora ao meu lado estava fazendo trabalho pela QUARTA VEZ!!!
Administrativo é LEI seca. Fiz a 2ª fase pela primeira vez e passei, como?
Complexo de Ensino Renato Saraiva, Prof. Matheus Carvalho, é o CARA. Vários alunos passaram com folga neste certame. Não tenha medo, de sobra estará ainda se preparando para qualquer concurso……..
Por favor alguem pode me indicar 2 de livros de Civil e 2 de Administrativo que possa ser utilizado durante a prova da segunda fase ? Se possivel a edição de 2012. Obrigado.
Estou em duvida se compro o vade mecum civil da rideel ou o vade mecum academico da rideel. Alguem pode me dizer qual seria o mais indicado para eu levar pra fazer a prova da segunda fase de Civil ??
Fiz penal 1 vez e não gostei…mudei para Trabalho e consegui êxito..confiei na equipe do CERS, em especial na profª ARYANNA…O método repetitivo de aprendizagem funcionou muito bem comigo… além do conselho: “Estuda um pouco, reza um pouco…”