Hoje é uma sexta-feira 13 com toda a cara de sexta-feira 13 mesmo…
Estou vendo vários sites “comemorando” o recorde de aprovação. Mas sinceramente, não vejo muito o que comemorar.
Que bom que muitos passaram, é claro, mas MUITOS mais poderiam ter logrado sucesso. E isso sem considerar as falhas na aplicação das provas.
Estou acompanhando os debates na nossa comunidade no Facebook e a tônica é uma só: os candidatos declinaram em suas provas as respostas corretas, em conformidade com o espelho, e mesmo assim a banca não atribuiu os pontos correspondentes.
E não são reclamações isoladas: a gritaria é generalizada! Isso não pode ser apenas choro de perdedor…certamente algo errado ocorreu.
Com a crise disparada pela divulgação das erratas durante a aplicação da prova, houve a superveniência de um prejuízo na resolução de todas as provas, e é fato que a FGV, sob ordens da OAB, efetuou uma correção mais condescendente nas provas, e, no resultado preliminar (dia 26 de dezembro), vimos o reflexo disso.
Aparentemente a “cota” de aprovados foi preenchida aí.
Podem ter recorrido aproximadamente 26 mil candidatos, mas apenas 1.614 foram bem sucedidos nos recursos.
Sinceramente? Isso não surpreende diante do quadro recorde de aprovação preliminar: 24.410 candidatos.
Eu acho que a errata foi responsável por tal percentual de aprovação, devido ao temor da Ordem de uma reclamação generalizada por parte dos candidatos (e uma intervenção do MPF):
Nenhum candidato será injustiçado, diz OAB após erros em provas
Entrevista exclusiva com o Secretário-Geral da OAB sobre os problemas ocorridos no Exame de Ordem
Provavelmente o percentual foi alto (alto comparando com o histórico do Exame, é bom frisar) por conta dessa falha, como acho TAMBÉM que mais candidatos poderiam ter passado.
Tal “cota” de aprovação não pode ser um limitador da aprovação de mais candidatos que sabidamente responderam os enunciados de forma correta.
Os 24,01% poderiam ser 27 ou 30%, dado o tamanho das reclamações.
Vamos lembrar que o IV Exame aprovou muitos candidatos em função do recorde de inscritos, 121.380, mas manteve a margem percentual de aprovados (15%). Agora no V Exame tivemos um número padrão de inscritos, 108 mil, mas a margem de aprovação preliminar fugiu dos tradicionais 15%.
Resumo da ópera e moral da história: as erratas patrocinaram um prejuízo para candidatos aptos ao exercício da advocacia. Eles, efetivamente, responderam como a banca queria. E, claro, sem deixar de considerar os problemas na eleição de determinadas respostas contidas nos espelhos, para lá de controversas.
A correção, sob este aspecto, foi injusta porque, exatamente, o percentual de aprovação já havia estourado o limite com a divulgação do resultado preliminar.
Uma minoria de recorrentes se deu bem, e parabéns para estes, mas outros candidatos, repito, mereceriam ter logrado sucesso na prova.
Prova honesta
No fundo é tudo uma questão de se observar os preceitos básicos de justiça. Independente do grau de dificuldade da prova, se o candidato fez por onde, ele deve ser aprovado; se não fez, que seja reprovado então.
Nesse caminho a prova deve ser, precisamente, HONESTA, sem adotar questões doutrinárias ou jurisprudenciais controversas, pontos jurídicos com duplas respostas em razão da cizânia dos doutrinadores e zelar por uma análise meticulosa do enquadramento entre o espelho e a resposta do candidato.
Ninguém quer favor na correção, mas todos querem o justo, o devido.
E o IMENSO número de reclamações que estão chegando até mim mostram o contrário, mostram a superveniência de injustiças. E isso, infelizmente, continua a solapar a imagem do Exame de Ordem.
É uma pena…
Mandado de segurança
Mais tarde publicarei um tutorial sobre como elaborar um mandado de segurança. No mínimo, creio eu, apesar da dificuldade desse tipo de ação lograr sucesso no Judiciário, no mínimo creio na utilização da ação mandamental nos casos em que a resposta correta foi declinada e a banca ignorou-a por completo.
Os critérios de correção adotados pela banca são protegidos pelo entendimento da Justiça Federal, resiliente aos apelos e questionamentos sobre a forma de correção das provas e a discricionariedade das bancas de concursos e do Exame. Mas alguns candidatos podem ter a sorte de reformar a correção se suas ações caírem nas mãos de um magistrado mais atento e tolerante.
E eles existem.
Alerta
Fica aqui um alerta para os futuros candidatos: a dificuldade da prova engloba também fatores extra-prova.
Não basta saber o mínimo para passar: tem de saber um pouco mais do que isso para vencer eventuais injustiças. Em quase todo Exame acontece alguma coisa, e muitos reprovados pagam o preço quando deveriam alcançar o sucesso. Se estes soubessem um pouquinho mais, talvez, tivessem vencido o desafio.
“Ah, mas isso não é justo!“
E não é mesmo. Mas não se trata de exigir justiça, e sim de ser pragmático. Como eu disse, os problemas acontencem, e em toda prova muitos sucumbem por causa deles. Fujam dessa situação estudando MAIS.
Por fim, ressalto aqui o alerta dado pelo secretário-geral da OAB no último post - Dobra número de aprovados na prova da OAB:
“Mas o secretário-geral da OAB diz que a melhora nos resultados tem um limite e que os números não devem continuar subindo nas próximas edições. “As estatísticas demonstram que no máximo 25% dos candidatos que prestam a prova pela primeira vez são aprovados”, diz Coelho.“
Não alimentem ilusões quanto a um aumento no número de aprovados (E seu corolário lógico: uma prova mais fácil). Para mim, um aumento no número de aprovados precisa ser uma constante, um elemento contínuo ao longo de 4 ou 5 edições do Exame.
Não consigo ver isso ainda. As duas últimas edições foram “pontos fora da curva”, e a próxima prova não trará facilidades para vocês.
Quero dizer o seguinte: estudem SEMPRE como se o Exame fosse a coisa mais difícil do mundo! Quem se prepara para o pior enfrenta qualquer coisa. Faz frente ao pior ou dá um passeio na prova se o quadro for favorável.
Não esperem pisar em flores, mas sempre em espinhos! O pé cascudo aguenta o tranco.








Cometeram um crime comigo.
Nao corrigiram tres questoes minha.
Recorri
Corrigiram duas e uma fundamentaram a negativa de forma ridícula e prolixa.
Preencheram a cota.
Máfia!
Isso ocorreu comigo também, concordo com vc isso é máfia!!!!
Comigo ocorreu o mesmo recorri na peça, já alternativa 4 letra d de penal, respondi corretamente, e n me deram os pontos q mereci, isso é um absurdo
Isso ocorreu comigo também!
Embora aprovada, gostaria de reforçar que na minha sala não foi dado os 30 min – eu fui uma dos três ultimos candidatos a sair da sala e, sobretudo, que absurdo o feito na prova de constitucional! Eles calaram a massa com o mandado de segurança, mas prejudicaram milhares de outros candidatos. O correto seria aceitar qq inicial ou, isso sim, promover nova prova para todos ou, no minimo, aos reprovados. Lamentável.
Parabéns a FGV, que elaborou uma péssima prova e prejudicou vários alunos!
Espero que ela tenha competência para elaborar o VI exame, para que não façamos mais um fez papel de palhaços!
FOI UMA PÉSSIMA CORREÇÃO! EU NÃO PASSEI, FIZ UM MS EM CONSTITUCIONAL E ELES CORRIGIRAM A RISCA POR UM GABARITO FRÁGIL, PRATICAMENTE IGUAL AO DA AÇÃO ORDINÁRIA. UMA INJUSTIÇA!!! Sem contar a questão 4 que o corretor certamente estava cego ou tonto! Tenha dó!
será que não…….
Dr. Maurício não consigo fazer minha inscrição. Sabe de algum problema no site da FGV?
Perfeito o texto!!Para o alto e avante!!!Estudar muito e sempre!!
Engraçado.
Recorri da EQUIPARAÇÃO SALARIAL e a resposta do meu recurso foi sobre VALE TRANSPORTE. RSSSSSSSSSSSS.
Isso é caso de POLÍCIA.
Eu estou me sentindo injustiçada… minha peça estava boa e apenas precisava de 1 ponto.
E justamente esse 1 ponto eles nao corrigiram os topicos.
Me deram zero e questoes certas.
Foi uma pessima correcao.
Não sei por que perdi tempo fazendo recursos. As respostas aos recursos foram padronizadas, como sempre, aquela coisa só pra inglês ver e achar que a OAB oportunizou a revisão das correções. Uma palhaçada completa…
Segue fundamentação para possivel MS, caso alguem precise de 0,3 pontos, em direito do trabalho.
Passei, raspando mas passei, porém não foi por esse ponto do recurso, vez que atropelaram minha fundamentação porque não citei o artigo que queriam, mas sim similar com as mesmas palavras.
“Transporte não é salário”
Fundamentei pela Lei.
Segue a copia da prova, do recurso e da resposta safada que me deram.
Espero que possa ajudar alguem.
http://www.sendspace.com/file/9an74g
Bom dia professor, preciso muito da sua ajuda, estou me sentindo injustiçada já que fiquei com 5.8 e o meu recurso não foi corrigido da maneira correta. Fiz direito penal e na minha petição de interposiçao do recurso de apelaça escrevi: “Requer seja recebido o presente recurso e encaminhado ao Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de …, com as inclusas razões.”
Nas razões escrevi: “Razões do Recurso de Apelação
Apelante: Eliete
Apelado: Justiça Pública
Processo n:…
Egrégio Tribunal,
Colênda Câmara”
No entanto, não fui pontuada. Em razão disso recorri arguindo que: “O quesito de avaliação do ENDEREÇAMENTO CORRETO DAS RAZÕES deve ser revisto, haja vista o exigido como padrão estar presente nas LINHAS 18 a 20 (petição de interposição) e LINHAS 31 a 40 (razões da apelação). Na lição de Ada Pellegrini Grinover o recurso quando formulado por termo ou petição tem o controle de admissibilidade pelo juízo “a quo”, daí o requerimento de remessa à Instância revisora do julgado ser na própria petição de interposição, conforme a examinada o fez, ressaltando-se que as razões da apelação também foram devidamente dirigidas ao Egrégio Tribunal de Justiça. Pelo exposto, merece revisão e a pontuação de 0.25 o quesito ora recorrido.”
A resposta ao meu recurso foi: “Conforme linha 31 da folha de resposta, o examinando não endereçou corretamente as razões, pelo que se invoca o item 3.5.8 do Edital, verbis: “(…) A omissão de dados que forem legalmente exigidos ou necessários para a correta solução do problema proposto acarretará em descontos na pontuação atribuída ao examinando nesta fase.”.”
Ademais disso, na questão 4, letra “d” respondi que: “A tese a ser defendida é a de que a queixa foi oferecida no prazo legal, tendo em vista o disposto no artigo 10 e no artigo 38 do Código de Processo Penal. Assim, considerando que os fatos se deram no dia 19/01/2011 e no mesmo dia o ofendido tomou conhecimento do autor do delito a queixa-crime foi oferecida no prazo legal.”
Por isso, recorri aduzindo que: “A questão 04, no que diz respeito ao atendimento do item “d” para a distribuição de pontos deve ser revista. E isto porque, a examinada o respondeu de modo satisfatório conforme se observa nas LINHAS 15 a 22 do caderno de respostas, onde inclusive apontou os dispositivos legais, constantes nos artigos 10 do Código Penal e 38 do Código de Processo Penal, motivo pelo qual merece a pontuação de 0.35.”
A resposta ao meu recurso foi: “Em relação ao item ‘d’, consoante os estritos termos do gabarito, em tal assertiva exigia-se fosse demonstrado conhecimento acerca da natureza do prazo decadencial para o oferecimento da queixa-crime. Assim, o examinando deveria indicar que se tratava de prazo penal (artigo 10 do CP) e que, portanto, na sua contagem inclui-se o dia do começo e exclui-se o dia final. Todavia, conforme linhas 15 a 22, não restou demonstrado nenhum desenvolvimento jurídico hábil a embasar a conclusão à qual chegou referido examinando, o que é perfeitamente exigível, haja vista estarmos diante de uma prova prático-profissional, onde busca-se extrair conhecimento jurídico acerca do tema. Assim, indefiro o recurso e mantenho a nota atribuída.”
Estou me sentindo extremamente injustiçada, pois preciso de 0.2 décimos para ser aprovada e por mais que a minha resposta a questão 4 não está IGUAL ao gabarito, quer dizer a mesma coisa, inclusive apontei os dispositivos legais, tal qual exigido no padrão de respostas.
Por favor, estou desesperada e disposta a fazer o que preciso for para reverter a minha situaçao.
Ficarei grata se o senhor me reponder e dizer a sua opinião, se eu tenho alguma chance, bem como a medida que eu devo tomar.
Muito obrigada.
Carol, eu respondi direitinho a letra d, arguindo q n era caso de decadência por conta da data do fato, adivinhe quantos eles me deram, “NADA”, são incompetentes p a confecção da prova como tbm p corrigir os recursos.
Bem, nem no recurso consegui passar, e fora a necessidade de utilizar as palavras obrigações autônomas (sim, era necessária a exata expressão, conforme resposta ao recurso) os demais itens da minha prova foram corrigidos com justiça, assim como meus recursos.
Acho que dei sorte e bons profissionais acabaram por corrigir minha prova e recurso
De qualquer modo, segunda me inscrevo para o próximo exame e boa sorte para nós!
Caro Dr. Maurício, como fazer para lhe enviar os espelhos, recursos e correções para ver se o caso é típico de MS?? Mande-me um email que enviarei o material para sua análise. Obrigado.
Não pego causas pelo blog. Posso indicar um advogado, mas eu não pego.
Desculpe-me Dr. Maurício, nunca foi minha intenção de pedir que o senhor pegasse causa pelo blog. Apenas queria apresentar-lhe a situação concreta de uma pessoa conhecida minha que fez prova para direito do trabalho. Eu, já fiz esse teste e tenho cargo que é incompatível com o exercício da advocacia. Assim, replico a seguir os comentários que já havia feito em outro post do seu blog “Estatísticas finais do V Exame de Ordem Unificado: 26.024 aprovados (24,01% de aprovação ou 75,99% de reprovação).”
“Ora vejam, para essas instituições, oab e fgv, que se julgam acima de tudo (sim porque se desmerecem ou desconsideram qualquer posicionamento jurisprudencial (SUM 245) é porque querem aparecer um pouquinho). Por outro lado, não considerar para o Mandado de Segurança a fundamentação legal na CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 5o. é um ABSURSO sem tamanho (a razão é de que não fora mencionada a lei 12016/09 e sim a CF que em suma fundamenta todo ordenamento jurídico). Ampliar nos recursos o que fora arguido no caderno de provas é OUTRO ABSURDO, isso quando argumenta que não se conceituou solidariedades ativa e passiva (ora, isso não foi pedido em prova!!!). Ainda, ignorar o que está escrito pelo examinando, inclusive a base legal mencionada pelo mesmo (diga-se de passagem, a mesma indicada no gabarito) é LESÃO ABSURDA, demonstrando o despreparo do avaliador-julgador. Preparar um gabarito conflitante entre as possíbilidades de resposta às duas alternativas de uma mesma questão é igualmente uma VERGONHA (como se pode admitir que o movimento possa ser admitido como greve e também que não se possa admití-lo como tal e na alternativa seguinte só mencionar como resposta correta aquela que se coaduna com o posicionamento jurídico favorável a legitimidade de um movimento que não pode ser considerado como greve???). Aturar o julgador dizer que o candidato não se conformou com o gabarito porque esse apenas considerou como válido o entendimento de que a greve era legítima é BRINCAR com a RAZÃO ALHEIA e desconsiderar o que o próprio avaliador preconizou na alternativa anterior. Finalizando, o que pensar de julgadores que não consideram que o examinando indicou diferença de produtividade pelo simples fato de tê-la apontado pela diferença de jornada entre os trabalhadores comparados (aliás, como exatamente mencionado no caderno de prova)??? (Ora, se a produção é identica em tempos distintos, jornada do paradigma menor – como apontado pelo examinando, encontra-se perfeitamente delineada a diferença entre os trabalhadores). Nota-se que falta também a esses que se instalam como julgadores algo muito simples: SABER INTERPRETAR o que se encontra colocado pelos examinandos. AS RESPOSTAS NÃO PRECISAM SER LITERALMENTE IDÊNTICAS AO GABARITO, MAS COM MESMO SENTIDO JURÍDICO. DESCONSIDERAR ESSA CONDIÇÃO É DESMERECER A MANIFESTAÇÃO JURÍDICA CORRETA E QUERER TRANSFORMAR OS NOVOS ADVOGADOS EM CORDEIRINHOS QUE TEM QUE SE POSTAR OU MANIFESTAR EXATAMENTE NOS PADRÕES GABARITADOS, É LIMITAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO.”
Para completar, logo abaixo do meu comentário havia outro em que uma pessoa chamada Flávia mencionou terem sido aceitas suas argumentações sobre a SUM 245 TST. Comentários que reproduzo abaixo:
“Passei!!
Sobre a súmula 245 do TST
E aceitaram minha tese para a questão 4-b da prova de Direito do Trabalho, a qual eu optei em usar a súmula 245 do TST. Me deram os pontos totais nessa questão.
Fundamentei meu recurso com idéias que o blog publicou, além de colocar um jurisprudência para mostrar que em recentes decisões a súmula tem sido usada.
Eu precisava de apenas 0,3 e recorri de três questões da prova e pude perceber que fui pontuada naquelas que mais fundamentei, sem deixar espaço para que o examinador tivesse argumento, acho que é isso que eles esperavam do recurso. Obtive 0,8.
Boa sorte a todos que continuarão tentando, não desistam!!”
É razoável que uma banca examinadora/julgadora tenha dois pesos e duas medidas para a avaliação dos examinandos???
Obrigado.
Caro Ricardo, eu acredito ser possivel sim eles terem dois pesos e duas medidas, pois também recorri da questão 4 de trabalho utilizando os argumentos do prof Renato sobre a Sumula 245 e indeferirem meu recurso alegando que aceitando a sumula estariam contrariando o espelho, pode isso?? Entre outras coisas, fica evidente que a banca não tem consenso entre sí, ou seja, deve ser mais ou menos assim: esse vou dar deferimento, esse não, ese talves……. e por aí vai.
olha , eu posso dizer o contrário , fiz CIVIL e a correção foi ótima , achei justa e consideraram respostas que nem estavam no espelho nas questões , ao meu ver eles foram mais exigentes nas provas de trabalho e penal , só não entendo o motivo disso
è simples caro bruno, a de trabalho foi quase a metade dos inscritos, e se o caso é reserva de mercado, é obvio que eles iam pesar mais, quanto a de penal o erro foi por conta da atrapalhada deles, apesar de garantirem que não iriaprejudicar nenhum examinando, imagine se fossem prejudicar. Eu fiz trabalho e o peso foi tanto que o resiltado não podia ser outro senão minha reprova e indeferimento do recurso.
Caro Mauricio estou indignada com a resposta da banca da OAB… no quesito de fatos geradores autônomos, eles simplesmente deram uma resposta totalmente incoerente, como se a resposta deles fossem assim: o gato caiu da arvore… entende,…
fiz o recurso pedindo cgabarito alternativo pois tinha afirmando expressamente não haver fatos geradores e um só fato, o mínimo que eles (banca) deveriam fazer era negar tal tese…. mas veja o que eles colocaram como resposta: reproduzo o texto na íntegra:
Obrigações autônomas:
A menção à uma única guia de pagamento não configura raciocínio jurídico, mas constatação de fato expressamente mencionado no enunciado.
Além disso, a inconstitucionalidade da taxa, de acordo com o enunciado, é discutida em ação própria, indicando para o examinando que esta fundamentação não é pertinente para a consignação.
No mais, não se admite, na elaboração da resposta do examinando, argumentos que ele entende que estariam implícitos. Conforme o ítem 3.5.8 do edital há expressa necessidade de tornar EXPLÍCITOS todos os argumentos e fundamentos que conduzam à perfeita adequação da resposta fornecida pelo examinando.
não entendi nada…. eu nem falei em guia…..não tiveram nem a preocupação de corrigir… muito menos o respeito com o candidato, estou com 4,7 e com esta questão iria para 5,7 e com os 0,5 do quesito Pedido específico de suspensão da exigibilidade do crédito que coloquei em tópico preliminar conseguiria a tão suada e esperada aprovação…. o que mais me frusta é a descabida forma da resposta dos fatos geradores… e eles não analisarem com atenção a questão……acha que consigo resultado com alguma ação judicial, tendo em vista que a resposta deles (da BANCA) é no mínimo obscura e omissa não respondendo meu recurso…… isso em juízo seria passível de embargo de declaração…. o que o senhor acha ?
desde já agradeço sua sempiterna gentileza…
grata
marina
Guria!!!!Eles escreveram algo muito semelhante na resposta do meu recurso que M….,estive pensando: nunca mais me inscrevo no fim do ano, eles devem tomar todas comerando as festas e nem aí para correção ..CANALHAS!!!!
Marina, a resposta ao meu recurso foi exatemente como a que vc postou, se vc puder e quiser eu posso te mandar a minha prova, o espelho, o recurso e a resposta que ele deram e vc me manda o seu respectivo material, estou juntando para ingressar no judiciário, meu e-mail:
adolfolindemberg@bol.com.br
Agradeço antecipadamente.
Fiz empresarial. Faltou-me meio ponto.
Detalhe: na primeira questão, respondi estritamente o que o comando perguntava: se, na situação, a letra de câmbio era exigível (letra A) e informando as características de tal título de crédito (letra B). Era isso, somente isso, o escrito no comando. Deveria ter recebido a totalidade da questão, pois minha resposta estava correta.
Mas aí me vem o espelho exigir ALÉM. Considerou que fui omisso em exigências EXTRAS, não mencionadas na pergunta, nem de forma implícita. Queriam saber contra quem era exigível a letra (letra A), em razão de decurso de prazo na situação (que afetaria dois dos três sujeitos envolvidos), decurso este que se faria presente também, para eles, em relação às característica (letra B).
Resultado? Tirei 0,65 em vez dos 1,25 válidos na questão (0,35 na A e 0,3 na B). Claro que recorri batendo nisso, lutando por estes seis décimos preciosíssimos, mas não deram o braço a torcer.
Outra tragicômica foi em relação a minha peça. Fiz referência ao número do processo, mas não me deram os 0,25 correspondentes por isso. Lógico que recorri contra essa falha gritante. E o que me responderam? Que tal pontuação havia me sido, sim, atribuída!! Posso com isso?????? Infelizmente, estes décimos sozinhos não me fariam passar… ou seria MS na cabeça mesmo.
Dá para imaginarem a minha ressaca, afinal, a avaliação de empresarial não foi afetada, objetivamente falando, pelas falhas do dia da prova. E é uma prova tida como das de maior sucesso para os candidatos…
Ah, caro Dr. Maurício, lhe peço encarecidamente o mesmo comentado pelo Ricardo Reis…
Então qual é a melhor forma de responder as questões? Se respondo de acordo com a corte maior está errado, se respondo errado corro o risco não ser aceito… Como dever ser as respostas? colocando todas as possibilidades possíveis, até mesmo as erradas? Deverá ser respondida: “A OU B OU C”??? ou assim eles também considerarão como errado????
Dr. Maurício, pode ser colocada mais de um resposta nas questões? De forma subsidiária?
O que entristece não é simplesmente o fato de não passar, mas sim de estudar e fazer a prova “no escuro”, pois temos que torcer pra que não haja nenhum erro absurdo como o da errata, que a peça não seja desproporcionalmente gigante como a de 2010.3, que as perguntas possuam uma resposta lógica e que condiza com o ordenamento jurídico, enfim, que se cobre de um futuro profissional algo que seja necessário e plausível.
Fiz pela 2ª vez a 2ª fase em Direito do Trabalho, tirei 5,9 e meu recurso sobre a questão da Súmula continha a resposta dizendo que se tratava de uma exceção à aplicação da SUM 245 do TST, ou seja, um absurdo!
Olha, recebi a mesma resposta sobre a súmula 245. Realmente, a ideia não deve ser avaliar e, sim, arrecadar! Também poderia estar aprovada, caso fosse considerado aquilo que a súmula indica. Triste! Não poderíamos entrar com MS?
Infelizmente, tenho que concordar com vc, fazemos a prova no escuro, ou entao estudando o poder da mente.Outra coisa, vc conseguiu obter pontuação na questao 03, referente a solidariedade ativa ou passive, já que eles deram no espelho pontuação de 0,30 para cada uma delas?Se der, envia pro meu email ok: a_bacelar@ig.com.br
Tenho visto pessoas que dedicaram HORAS DE ESTUDO. Que ESTUDARAM MESMO, sendo vítimas de correções injustas. Como fica isso???
Estou vendo que até mesmo pessoas que muito estudam sucumbirem….
Os fatores extra prova não podem se sobrepor ao estudo, conhecimento e preparação.
Recorri do exame…e passei…tinha tirado 5,2 e agora estou com 8,00 quase 3 pontos de diferença….nao entendo…mesmo tendo passado agora nao tem o mesmo gostinho do dia 26 o qual a minha familia de SC estava toda aqui em SP.
3,0 pontos diferença é mto erro…ou mta maldade…nao sei
Para os q nao passaram…estudem….vcs chegam lá….vcs sa melhores que esse exame.
DETERMINAÇAO…BOA SORTE A TODOS.
Pessoal alguem sabe informar alguma coisa sobre o pedido de reconsideração, se foi revogado, se ainda é possivel!!!
Perdi 1,5 na peça porque não utilizei as palavras que a banca exigia, usando sinônimos juridicamente equivalentes. Ainda bem não precisei desse 1,5 pra passar, mas me solidarizo com os que reprovaram por esse motivo. Sinceramente, acredito muito que isso seja orientação da própria OAB pra que não passem muitos candidatos.
Abs.
Concordo plenamente com o Dr. Maurício.
Fiz três exames até passar para o terceiro. Quando fui para a segunda etapa me preparei para a pior prova possível. Graças a Deus passei.
Se fosse esperar anualr questões ou ficar divagando se há ou não justiça na aplicação do exame, estaria até hoje sem passar.
Encarei os fatos e fiz o que tinha que ser feito: estudar e me dedicar.
Boa Tarde Dr. Mauricio
Gostaria de saber se o melhor remédio para buscar o reparo do meu direito é o mandado de Segurança, no caso em questão abaixo:
1-) não tive os 30 minutos adicionais na minha prova de Direito penal como os demais candidatos (falha no Principio da Isonomia e na paridade de armas para a realização do concurso)
2-) minha prova foi retirada arbitrariamente as 19 hs, sendo que estava respondendo uma que~stão e ainda iria responder outra q eu ja sabia.
Vale a pena requerer a aprovação (pois, faltou 1 ponto p aprovação e tive este direito prejudicado) e na eventualidade a classificação automatica sem nenhum onus para a realização da 2ª etapa no próximo concurso da oab?
Caso nao seja o mandado de segurança, qual será o melhor remédio?
Aguardo resposta
Desde já muito agradecido
João Paulo
Professor, por favor responda minha dúvida no comentário que eu fiz acima, foi um comentário longo pq coloquei o que respondi e o q a OAB respondeu indeferindo.
Estou desesperada, pois sei que consegui nota suficiente para ser aprovada, conforme coloquei minhas respostas no comentário elas estão de acordo com o gabarito.
Por favor dê sua opinião.
Obrigada
O engraçado é que as respostas para os recursos são iguais, eles não se preocuparam nem em mudar as palavras… a resposta ao seu recurso está LITERALMENTE igual a minha. Absurdo! Alguém conseguiu os pontos atribuídos a questão nº 4 com relação ao Recurso Apelação-Rese?
Que injustiça essa correção, não queria nada além das respostas que acertei e não consideraram, fiquei por 0,7, sendo que a questão 4 – d coloquei que houve erro na contagem do prazo; sendo que o espelho estava d) O juiz contou de forma equivocada o prazo decadencial. O examinador do meu recurso disse que: D – Na alternativa “D” da questão nº. 4 exigia-se fosse demonstrado conhecimento acerca da natureza do prazo decadencial para o oferecimento da queixa-crime. Assim, o candidato deveria indicar que se tratava de prazo penal (artigo 10 do CP) e que, portanto, na sua contagem inclui-se o dia do começo e exclui-se o dia final.
Como se pode depreender, o candidato não mencionou a natureza do prazo ou indicou corretamente o termo final para o oferecimento da queixa-crime, que se daria no dia 18.07.2011.
A mera referência aos artigos 38 do CPP ou 103 do CP e a indicação de que se tratava de prazo decadencial não assegura ao candidato o recebimento da pontuação, nos estritos termos do gabarito.
Pelo exposto, mantenho a pontuação atribuída.
E só perguntava qual era a tese defendida…e eu nem citei esses artigos…ele com certeza fez um ctrl c ctrl v. ABSURDO!!! Só gostaria que houvesse justiça…mas…cada vez nosso país está pior, tudo virou um comércio!!!
Mauricio, aconteceu exatamente isso comigo. Fiz a prova de direito do trabalho, fiz a peça perfeita, com todos os tópicos pedidos, no entanto zerei na equiparação salarial e estabilidade, apesar de ter respondido que o Reclamante não tinha direito a estabilidade e a equiparação salarial e ter citado os artigos EXATOS exigidos pelo padrão de resposta.
A primeira questão foi totalmente incoerente. Respondi na letra A que o movimento não poderia ser considerado como greve e óbvio que na letra B não poderia ter respondido diferente, ou seja, que o movimento NÃO era legítimo, pois não respeitava os requisitos da Lei, mesmo assim, zerei na letra B.
Sem palavras sobre a questão 4… coloquei a súmula 245 do TST explicando que o agravo não estava deserto e que deserção era a falta de pagamento do depósito recursal, zerei também – ABSURDO. Conforme você mesmo nos indicou, há jurisprudencias recentes – 2011 – sobre a deserção do agravo de instrumento, envolvendo a súmula 245, ou seja, as decisões do TST foram pro lixo.
Tirei 5.6 na prova e depois do recurso minha nota ficou em 5.9 – Não pontuaram nada sobre os tópicos da equiparação salarial e estabilidade, nem mesmo as artigos corretos que citei conforme padrão de responsta – INJUSTIÇA TOTAL!!!!!!!
Estou inconformada e decepcionada. Não temos segurança para responder essa prova.
No meu entendimento respondi certo, não respondi nenhuma besteira e tenho plenas condições de passar com as respostas que coloquei na prova, mas a OAB/FGV prefere aprovar alguns.
Olha, trabalho desde o começo da faculdade até agora em escritório de advocacia, faço até recursos paro o STJ, STF e TST e várias das minhas ações são julgadas procedentes e agora 1 DÉCIMO decide se sou competente para exercer a profissão????
É revoltante… quem tira 5.9 não tem capacidade e quem tira 6 tem.
ESTOU REVOLTADA COM TAMANHA INJUSTIÇA E SEM FORÇAS PARA COMEÇAR A ESTUDAR TUDO NOVAMENTE.
Sinto muito, tb fiquei por 0,04, é horrivel.Vc conseguiu pontuação na questao 03 da responsabilidade ativa ou passiva, já que eles davam pontuação de 0,30 para cada uma delas?Qq coisa, envia pro meu email:a_bacelar@ig.com.br
Uma dica: não pensem em estudar para o exame somente quando terminar a faculdade, pensem em estudar durante todo o período da faculdade. O sucesso será certo.
Dr. Maurício, só mesmo este blog para expor de forma tão precisa o sentimento dos injustiçados… aqui me sinto como se estivesse sendo amparada por um ombro amigo…obrigada!
O meu caso é igual ao do Ricardo Reis. Para mim, no recurso não aceitaram a Súm. 245 (Trabalho) mas para várias pessoas aceitaram. Como pode, 2 pesos e 2 medidas???
Tb estou nesta situação ,mas até agora não conheço ninguem em situação diferente.Outra coisa, vc conseguiu alguma pontuação na questao 03 da responsabilidade ativa ou passiva, já que eles deram pontuação de 0,30 para cada uma delas.Por favor, qq coisa envia pro meu email: a_bacelar@ig.com.br
Bachareis, sei que é dificil mas não se abalem pelas injustiças, continuem os estudos, persistam que uma hora dará certo…, passei por tudo isso em provas anteriores e o treinamento até para os fatores extra-prova nos preparam para batalha…
Não sou ninguém, sou um simples aprovado que passou pela mesma angustia, injustiça, dificuldade de voces.
só queria deixar uma mensagem de motivação nessa hora tão dificil.
Bom, primeiramente quero prestar minha solidariedade aos que reprovaram na palhaçada chamada V Exame da ordem, passei sem necessidade de recorrer, mas tal fato não impediu que me revoltasse com a forma que a FGV prejudicou os colegas. Esse sem duvida foi o exame mais conturbado da historia, com inúmeros erros que prejudicaram a grande maioria, ficando claro que o examinado mesmo estando apto a advogar se já preenchido a cota de aprovados não adianta recorrer não será aprovado. Outra questão que merece a nossa total indignação é: se a FGV tendo 1 mês para elaborar a 2ª fase do exame, e tendo profissionais “capacitados” para isso, errou e errou muuuuito, como podem querer resultados objetivos em uma prova subjetiva em 5 horas e com vários contratempos???? Enfim, quero mais uma vez prestar minha solidariedade e dar os Parabéns a todos que podem, sim, ser considerados operadores da justiça, a qual não foi vingada no caso em tela!!!!!
Não adianta nada a OAB fazer isso conosco. Todos os dias o Tribunal de Ética da OAB recebe dezenas de denúncias dizendo que estagiários estão advogando. Aqueles que não passam no Exame e que precisam da advocacia para viver, acabam dando seu jeito e entrando para a marginalidade.
Muitos arrumam advogados para assinar as peças e vão seguindo suas vidas sem a carteira… De que adianta tanta palhaçada??????
As pessoas honestas sofrem, e os malandros se viram com o jeitinho brasileiro.
VAMOS LUTAR POR UMA PROVA JUSTA E UMA CORREÇÃO SENSATA!!!!!!!
Mas tá terrível esses recursos, nem contratando o OPHIR CAVALCANTE para fazer o recurso, eu não teria passado…hahaha!!!
[...] no número de aprovados, e isso é bom, apesar de ter ocorrido por conta de outros fatores – Considerações sobre o resultado de ontem da OAB / O resumo de todo o problema – discordo de TUDO o que ele [...]
É pessoal comigo não poderia ser diferente em minha prova toda deixaram de pontuar 2.3, com o recurso minha nota foi para 5.8, ocorre que ainda assim deixaram de pontuar e fazer a correção correta, vejamos
Na questão de nº 3 da peça de Trabalho na letra “a”
- Qual é a natureza da responsabilidade solidária das empresas que integram grupo econômico para efeitos da relação de emprego: é ativa e/ou passiva ?
R: Em minha resposta argumentei que a natureza da responsabilidade solidária para efeitos da relação de emprego é de forma passiva, conforme previsto no artigo 2º, § 2º da CLT, serão solidariamente responsáveis a empresa principal e cada uma das subordinadas.
Com base nos fundamentos legais do art. 2º,§2º da CLT, da Lei 5.889/73, art. 3º, §2º, Sum. do TST – 93 E 129 e ainda o art. 265 do CC C/C com art. 8º da CLT.
Já no gabarito oficial no quesito avaliado da questão 3, a resposta era
a) Solidariedade ativa, por se tratar de empregador único (0,30) e passiva, porque ambas são garantidora do crédito trabalhista (0,30).
Simplesmente deixaram de pontuar minha resposta da qual esta correta em partes, logo
deveriam pontuar em partes com preve o gabarito ou seja mais 0,3, mudando assim meu status de reprovado para aprovado.
É triste mas esta instituição não merece o crédito que tem….por isso vou impetrar Mandado de Segurança…..Não podemos ficar calados….
Desculpe pelo desabafo…
Estou nesta mesma situação, vamos nos unir, já pedi a vários amigos, se tiver alguem que conseguiu a pontuação parcial de 0,30 de qualquer uma delas, vou recorrer , se achar alguma coisa, por favor envia pro meu email: a_bacelar@ig.com.br
é, eu consegui 2 pontos no meu recurso e ainda não foi suficiente, imaginem o tamanho do erro na minha correção…
Mas como disse o Dr. Mauricio, chega de lamúrias, agora é estudar para dia 05 de fevereiro, essas injustiças gritantes não são de hoje e nada é feito…
Apesar de ter sido aprovada, também passei por toda angústia nos exames anteriores. Sei como abala a alta estima do candidadto que não consegue êxito. Pra mi esse exame foi uma total falta de respeito com os inscritos, já que devido a diversas interrupções acabou por tirar a concentração de muitos..imagine então daqueles que fizeram penal e constitucional? Meses p eleborar as peças e isso que foi oferecido para o candidato..uma verdadeira falta de cuidado, de zelo…Pra mimn esse exame está com o nome certo , ou seja e não V exame..pois foi um VEXAME !!! Pessoal, vcs ão capazes..estudem, e como disse o professor preparem-se para o pior (eu obedeci essa regra) e me dei bem..pois caiu algo que nem acreditei qd vi..pois sabia (Cautelar em civil) mas, com certeza me preparei para um monstro! Não desistam..mostrem que são capazes..um abraço a todos!!!
OBS: auto estima
A MINHA PROVA DE TRIBUTÁRIO NÃO TINHA SIDO CORRIGA PELO CORRETOR DE FORMA DE FIQUEI COM 4,80, FOI UMA CRUELDADE. ENTÃO RECORRI SOMENTE APONTANDO ONDE ESTAVA A RESPOSTA DOS QUESITOS DO GABARITO.
FIZ RECURSO SIMPLES, OBJETIVO SEM FIRULAS, APENAS APONTANDO AS RESPOSTAS, SEM DISCUTIR MÉRITO…
CONCLUSÃO: A BANCA FOI LÁ E CONFERIU E TAVA TUDINHO LÁ,
PASSEI NA RAÇA…..
JÁ ME SENTI MUITO INJUSTIÇADO, POIS FIZ VÁRIOS EXAMES E CONSEGUI, É UMA SENSAÇÃO MARAVILHOSA, POIS ACREDITEI ATÉ O FINAL,SOFRI MUITO NO FINAL DO ANO, AGUENTEI CALADO.
MAS O GOSTO DA VITÓRIA AGORA SUPERA TUDO.
ACREDITEM EM VOCÊS E CONSEGUIRÁS.
ABÇS
Muitos dão dicas para que voltemos a cara para os estudos, mas como passar em uma prova que mesmo a questão estando de acordo com o espelho de respostas n~eo é considerada correta. Um absurdo é estudar responder o certo e ainda rezar para ser um dos escolhidos para alcançar e estar dentre o indice de aprovados. Um absurdo mesmo!!!
Reveja os seus erros e não olhem para trás, a única forma de vencer a FGV e a OAB, no Exame de Ordem é mostrá-los a força do nosso nível de estudos, não tem como batê-los, não tem como questionar, infelizmente, mas só acredito em JUSTIÇA no que vem de Deus, amigos, vcs não estão sozinhos nessa luta, pois Deus os carregam no colo, daqueles que o buscam.
Caro Mauricio, como sou leitor assíduo do blog gostaria de complementar as suas estatísticas com os seguintes números:
Para a correção da prova prático-profissional do V Exame de Ordem, conforme dados disponibilizados pelo blog o total de aprovados foi de 50.624, baseado nesse números fiz a seguinte análise:
A prova foi aplicada no dia 04 de dezembro e por conseguinte a sua correção deve ter sido iniciada no dia 05 e o resultado preliminar divulgado dia 26 do mesmo mês, considerando que os corretores trabalharam folgando apenas os dias de domingo e não trabalhando os dias 24 véspera de natal e o dia 25 teremos exatamente 17 dias trabalhados, portanto:
50.624 (total de provas) : 17 (dias efetivamente trabalhados) = 2.977 provas corrigidas por dia, se continuarmos a análise e considerar que os corretores trabalharam pelo período de 12 horas por dia o que é extremamente cansativo teremos:
2.977 (total de provas por dia) : 12 (horas) = 248 provas corrigidas por hora
Dando continuidade as análises desta vez sobre os recursos teremos a seguinte situação:
Pelos números postados aqui no blog, foram aproximadamente 26.000 recursos, cujo o prazo para a interposição encerrou-se no dia 01.01.2012 e portanto as análises devem ter sido iniciadas no dia 02.01 até o dia 12.01, perfazendo um total de 11 dias corridos e considerando que os revisores também trabalharam pelo período de 12 horas diárias, teremos a seguinte situação:
26.000 (Total de recursos) : 11 (dias trabalhados) = 2.363 Recursos analisados por dia
2.363 (recursos por dia) : 12 (horas efetivamente trabalhadas) = 197 Recursos analisados por hora.
Portanto, pela analise dos números apresentados acima fica evidente que jamais poderíamos ter correções justas, quer sejam das provas quer sejam dos recursos, o que provocou inúmeras injustiças nas correções, eu mesmo sou vítima, a minha prova embora tenha sido respondida dentro de todos os critérios do espelho de correção e em muitos casos ido até além do que foi solicitado pela FGV. Mesmo assim fui reprovado, interpus o recurso na esperança que a banca constatasse que o corretor equivocou-se da primeira vez e para minha surpresa todos os itens do meu recurso foi improvido, agora resta-nos apenas 2 alternativas, ou buscar socorro no judiciário, ou voltar a estudar e começar tudo novamente.
E o pior, por ironia do destino, como já fui reprovado em exames anteriores e pelo tanto que já estudei, neste último Exame, comecei a dar aulas de tributário para alguns amigos um total de 7 pessoas, passei todos os macetes de como identificar as peças, repassei todos os conceitos de direito material, passei para todos as principais marcações que deveriam fazer nos seus códigos, afirmei categoricamente que uma das respostas estariam contidas entre os artigo 150 e 152 da Constituição, e o que foi que aconteceu ?
As 7 passaram e eu não…………..rsssssss é brincadeira !!!!
Eu juro por Deus que eu não sei o que a OAB quer da gente nessas provas, porque conhecimento é o que não é!! Felizmente eu fui uma das pessoas que conseguiu parar no recurso, havia tirado 5,6 e com recurso fiquei com 6,25, estou feliz sim, por minha aprovação, mas não menos indignada com a forma que foi feita a correção dessas provas! Eu estava recorrendo das questões 1° “a” (que eu havia colocado igual ao espelho), a 3° “a” (que eu também havia colocado igual ao espelho) e “b” ( essa eu recorri, sem esperanças que conseguir pontuação, pois eu havia colocado, por desatenção minha, como resposta que: que era correto afirmar que ele tinha dois vínculos de empregos, porém expliquei justamente o contrario, que não poderia ter dois vínculos de emprego e fundamentei na Súmula 129 do TST) e recorri, é lógico, na questão 4° “b”, para que seja também considerada como resposta a Súmula 245 do TST.
Agora olhem como foi à correção do meu recurso: na 1° “a” e 3° “a” que eu havia respondido igual como foi pedido no espelho da OAB, ele admitiram que eu havia respondido certo, mas que não era da forma que eles queriam!! Gente eu não estou ficando louca!! Eles responderam ao meu recurso dizendo que apesar de eu ter respondido o que foi pedido, a minha explicação não condiz com o que eles queriam!! Como assim não condiz com o que eles queriam se eu respondi o que havia no espelho, expliquei certo e fundamentei certo??? E isso aconteceu a mesma coisa com a minha amiga, ela respondeu a 1° “a” e “b” como pede o espelho e mesmo interpondo o recurso a OAB não considerou a resposta dela, responderam para ela o mesmo que responderam para mim, COMO PODE ISSO ACONTECER??? Infelizmente, e por causa disso ela não passou!…mas continuando… eu fui conseguir os pontos que estava faltando na questão mais improvável ao meu ver de conseguir, que era a 3° “b”, onde eu respondi errado e expliquei certo, eles responderam ao meu recurso dizendo o meu fundamento foi suficiente para que eu ganhasse todos os pontos, ou seja, os 0,65 que foram mais do que necessários a minha aprovação, mas vejam só, eu não citei em minha resposta o Não, e empregador único, que valiam 0,4, porém ganhei a pontuação total da questão. Não pensem que eu estou reclamando, eu agradeço todos os dias por essa questão, pois foi com ela que eu consegui passar, o que eu estou querendo mostrar é a total incoerência do examinador ao corrigir minha prova, em uma questão ele diz que eu respondi certo, mas não expliquei da forma que eles queriam e por isso eu não ganho nada, e em outra ele dizem que apesar de eu ter respondido errado, a minha explicação bastou para que eles me dessem todos os pontos!! E quando a 4° “b”, eles não admitiram a Súmula 245 do TST, e nem explicaram o porquê de a Súmula não ser aceita, eles só responderam o seguinte: “O Examinado, ora Recorrente, apenas não se conformou com o gabarito, pois sua resposta é contrária ao mesmo. Improvido.” ISSO SÓ PODE SER PIADA!!! Uma resposta dessas é um total desrespeito ao examinando que se preparou muito para prestar esse exame! Isso é um absurdo!!! Como assim eu não me conformei com o gabarito??? Eu estudei, e muito para isso, e digo a Súmula 245 do TST é aplicável sim ao caso, e ninguém me faz mudar de idéia. Porém, o que eles falam é lei, se a OAB/FGV perguntar na prova de que cor é o céu e no espelho sair como resposta de cor rosa, acabou-se a história, é rosa e pronto!!! Foi simplesmente o que eles fizeram com a correção da nossa prova! Não tem como não se indignar com isso, é revoltante mesmo!
CONCLUSÃO: a maneira como está sendo feita as provas, e como ela está sendo corrigida, é para reprovar o maior número de candidatos!!! Os que conseguiram passar não foram só por sua capacidade, mas sim também devido a sorte, sorte de conseguir adivinhar qual a resposta que a OAB vai querer! E os que não passaram, não foi porque não sabiam, mas sim por azar, pois mesmo respondendo certo, a OAB não considerou a resposta!! Mas porque um número tão grande de reprovações?? Foram 108.335 inscritos, cada um pagou 200 reais e a OAB faturou um total de R$ 21.667.000,00. Pode ser que muitos candidatos não estejam mesmo realmente preparados para fazer a prova, mas ninguém tira da minha cabeça que a OAB lucra, e muito com esse grande número de reprovações! Existe sim uma cota para aprovados, atingindo essa cota, ninguém mais passa naquele exame! O fato de existir essa cota e esse lucro absurdamente alto que a OAB fatura nas inscrições é a única explicação que eu encontro para que um examinando que tenha acertado a questão do mesmo jeito como foi pedida no espelho, tenha essa mesma questão zerada pelo examinador, sem nenhuma explicação coerente, simplesmente zerada e acabou! Em nenhum momento nesse meu desabafo eu falei o quão às provas são difíceis, pois para mim isso não é relevante, não importa para mim que a prova seja difícil, com tanto que ela seja justa e sua correção também!! É só isso que eu desejo, UMA PROVA JUSTA!
Vc consegui alguma pontuação para a questao 03 da responsabilidade ativa ou passiva?Manda tua resposta pro meu email:a_bacelar@ig.com.br.Obrigada se puder me ajudar.
PQP o que mais revolta não é ser reprovado, mas saber que você colocou o que a banca exigiu na integra, e os caras te reprovam por achar que tem que ser assim.. por estatistica exigida pela OAB. pagamos caro pela inscrição, contrata um organizadora competente que tenha conhecimento em realizar um exame desse porte, e assim evitar essas injustiças.
A FGV é tão despreparada que nem um servidor de qualidade possui, tivemos atraso ate em recebermos o resultado.
deixo aqui minha considerações e acho que deveriamos, nos organizar e efetuar um protesto contra a OAB para coibirmos que isso aconteça nos proximos exames, pois se ficarmos calados irá fazer mais vitimas no próximo certame.
Fiquem com Deus e boa sorte.
Pessoal ergam a cabeça e estudem com afinco que vocês iram conseguir. Eu consegui e em penal com toda aquela lambança, entretanto, estudem reposdam provas anteriores seja de primeira ou segunda fase, digo isso pq, isso foi o que me salvou neste exame, por pura sorte na semana da prova de segunda fase, reuni todas as provas dessa etapa que consegui, e foi tentando resolver-las uma mentalmente, outras fazendo pequenos esboços, (mais aconselho que resolvam como se estivessem numa situação real) e isso me ajudou e muito so pra encurtar a conversar, em uma das que resolvi e foi a que mais caprichei na resolução, pesquisei o que nao sabia. Foi exatamente o que caiu na prova de penal, pode nao ter sido igual na literalidade, mas digamos algo em torno de 80% da peça de Penal cobrava as mesma coisas. Senao vejamos foi a prova de Penal segunda fase 2010.1 se nao foi igual, em todo o seu bojo, mais a ideia central era a mesma, ou seja a tese da PRESCRIÇÂO PUNITIVA, vale a pena compara as duas provas e estuda-la seus ponto diferenciais.
Gente vou endoidar, acho q estou ficando louca, estava lendo os cometarios, a questao 4 d de penal, simplesmente nao leram meu recurso,respondi extamente sobre o que alegaram, sobre a contagem do prazo, ou seja, inclui-se o dia do coumeço e exclui o dia final, foram esas minhas palavras,o prazo decaira em seis meses , citando o artigo 38 cpp, e é extamente o q preciso p passar. por favor o q faço? Me ajude. Dr Mauricio.
Padronizaram o padrao de resposta no recurso, parece que quem corrigiu meu recurso foi a mesma pessoa que corrigiu primeiro, e outra vez fizeram sacanagem na cara dura, alguem por favor me responda se foi so na prova de trabalho que eles nao aceitaram colocar o artigo certo, e nao pontuaram, quero entrar com um ms.
A razão é simples: fizeram as erratas e prejudicaram os examinandos!! Muitos entraram com uma petição pública que pressionou a FGV/OAB a “amansar” na correção da grande maioria do pessoal que tentou constitucional e penal! O índice de aprovação aumentou em função disso, visto que a OAB poderia ter problemas se não cedesse à pressão!! Daí, ficam falando que a prova foi fácil! Fácil o caramba!! A 1º fase, sim, mas a segunda fase foi difícil pra todos, além de meio injusta em alguns aspectos!