É possível passar no Exame da OAB sem fazer cursinho?

Uma leitora do Blog um dia fez a seguinte pergunta:

“É possível passar no exame de ordem estudando por conta própria? Não pude me matricular em um cursinho e estou estudando em casa, com meu material de resumos, exercícios e audiolivros.”

Sim, é perfeitamente possível passar no Exame de Ordem sem cursinho.

E aqui há uma observação interessante: a maioria que passa sem cursinho o dispensa apenas na 1ª fase. Na 2ª, quase todos se matriculam em um.

E o fazem porque a perspectiva de aprovação está próxima o suficiente para justificar o investimento, afora os detalhes específicos da prova subjetiva.

Mas a 2ª fase, agora, é outra história.

Agora vamos falar sobre estudar sozinho.

Muita gente reclama que os cursos preparatórios (e as editoras) só querem ganhar dinheiro dos estudantes e bacharéis em Direito, se aproveitando de um certo desespero.

Trata-se de uma visão míope da realidade.

Vamos partir da premissa, verdadeira, de que estudar é um processo complexo que envolve tempo, disposição, concentração, método, disciplina e investimento. A ausência de um desses fatores certamente prejudica o processo como um todo, implicando diretamente no desempenho do candidatos no concurso almejado.

Tempo, disposição, concentração, método e disciplina são fatores que, em maior grau, dependem exclusivamente do candidato e de sua organização pessoal.

Não custam nada para serem obtidos. Talvez o tempo seja mais custoso, de forma indireta, pois o candidato pode trabalhar ou ter família para cuidar e dispor do tempo implicaria em prejudicar uma outra atividade, gerando reflexos na vida pessoal. Mas, em tese, esse elementos são gratuitos.

Sobra o investimento.

E estudar custa dinheiro. E de um modo geral, ou mesmo quase como uma regra, o ensino privado no Brasil é melhor do que o público. Essa lógica só muda quando falamos do ensino superior, e aqui a excelência, também de um modo geral, está no ensino público.

Não por acaso, em uma observação bem tópica, as instituições que mais aprovam no Exame de Ordem são as públicas, pois, na média, conseguem aprovar mais de 50% de seus egressos. Por outro lado, 80% das instituições de ensino privado não aprovam sequer 5% de seus alunos.

Essa discrepância quer dizer muita coisa. Por um acaso, os melhores alunos do ensino médio, em especial do ensino médio privado, vão para as universidades públicas, e isso guarda ao fim uma correlação com o desempenho das instituições de ensino superior no Exame de Ordem. Há de se considerar, é claro, que isso não representa uma verdade absoluta - Mais de 40% dos alunos das universidades federais são das classes C, D e E - mas o Direito é um curso de prestígio e o perfil dos estudantes, ao menos nas universidades públicas, ainda é de alunos agraciados com um ensino médio pago e de qualidade.

O discurso oficial da OAB diz que o bom aluno passa no Exame. E é verdade: os bons alunos passam no Exame, principalmente os das universidades públicas.

Mas também bons alunos reprovam.

Ultimamente 85% dos candidatos reprovam, expondo a severidade da prova da OAB, que, como processo seletivo, tem suas peculiaridades (e suas injustiças). E tendo peculiaridades, uma preparação específica ajuda a superar a prova, independente da qualidade da instituição do examinando.

Um dos conselhos que dou aos candidatos antes de começar os estudos ESPECÍFICOS para o Exame é o de resolver uma prova passada para se sentir, para ver como está o preparo e a bagagem de conhecimentos. Curiosamente, o feedback que recebo é dos piores: a maioria apresenta um desempenho pífio.

E faço essa sugestão exatamente por ter aplicado ela em mim mesmo quando comecei a minha preparação para a prova. Lembro-me bem do sentimento de perplexidade ao constatar que só havia acertado 29 questões da prova simulada. Foi um choque!! Me senti um verdadeiro asno e fiquei apavorado pois iria iniciar meus estudos faltando apenas 3 meses para a 1ª fase.

E, ao longo desses 3 meses, estudando 5 horas por dia, meu desempenho nos simulados auto-aplicados foi gradativamente melhorando, até eu ir para a prova com a convicção de que iria passar.

E passei!

O que mudou nesse intervalo de tempo tão curto? Em 3 meses ninguém aprende todo o Direito.

Eu acredito que não se trata de um processo exato de aprendizagem, mas sim de se relembrar e, principalmente, de se adaptar ao sistema da prova.

Parte desse processo de adaptação e rememorização é obtido com os cursos preparatórios, cujo papel para muitos dos aprovados é fundamental.

E esse papel decorre de uma demanda, de uma busca dos candidatos, pois os cursos não são obrigatórios para se passar no Exame. São uma opção para um objetivo em específico, assim como também são uma opção para os concursos públicos. Você pode querer ser juiz um dia e não precisar fazer um curso para ser um. Mas neste caso certamente vai enfrentar alguém que fez, e este alguém pode estar bem mais preparado…

Os cursos fazem parte de um aspecto do investimento. De um investimento visando um propósito.

Fazer um curso é uma opção, geralmente escolhida em razão de uma simples necessidade: o candidato quer passar no Exame de qualquer jeito e INVESTE nisso. É seu futuro profissional que está em jogo!

Livros atualizados também. Estes têm um custo, mas em troca oferecem o que o candidato está procurando: informação atualizada, revisada e editada.

Pensando nisso tudo, lembrei-me de só ter conhecido uma única pessoa aprovada no Exame que não estudou com livros específicos ou mesmo fez cursos, tanto para a 1ª como para a 2ª fase. Foi um colega de sala meu. Naturalmente, foi agraciado pela natureza com uma inteligência excepcional, inteligência essa já notada desde o início da faculdade por mim e pelos demais colegas.

Nós, pobres mortais, precisamos ralar um pouco para conseguir a aprovação ou qualquer outro tipo de sucesso na vida.

É possível estudar por conta própria e ser aprovado? Sim, com toda certeza!

Mas mesmo assim acredito ser necessário investir no estudo, de uma forma ou de outra, para otimizar o resultado.

Ir para a prova apenas com a coragem, no peito e na raça, é tarefa para poucos.

Existe uma indústria dos cursinhos e dos livros? Sim, sem dúvida! Mas essa “indústria” existe porque ela é demandada pelos candidatos, exatamente em razão da NECESSIDADE da aprovação.

Essa “indústria” está aí não para explorar ninguém, e sim para atender necessidades. Os candidatos pagam para receber conhecimentos, e os cursos, inegavelmente, cumprem com o seu papel. Dessa forma, os cursos possuem significativa relevância dentro do contexto do Exame, apesar de muitos acusá-los de serem exploradores dos candidatos.

Nada mais longe da verdade…

Então, bem antes do Exame de Ordem bater na porta, planejem-se para fazê-lo e tenham a exata noção de seus potenciais e deficiências. Só assim vocês poderão fazer a melhor escolha, investindo, ou não, o seu dinheiro.

Por Maurício Gieseler em 12 de janeiro de 2012 às 10:20

Categoria: Como se preparar para a prova

45 Comentários para “É possível passar no Exame da OAB sem fazer cursinho?”

  1. Pedro Carvalho disse:

    Fiz segunda fase de trabalho no CERES e não passei.
    A correção foi horrível, mas tirei uma nota boa na peça e a banca zerou 3 das 4 questões.
    Será que tenho chance no recurso?

  2. Bruno Carvalho disse:

    Passei no ultimo exame da ordem. Foi o meu primeiro. Não fiz curso preparatório para a primeira etapa, entretanto, tive que me dedicar mais do que alguns colegas que fizeram o curso. Mas acredito que a primeira etapa depende exclusivamente do aluno. Os cursos não conseguem dar a matéria toda e o desempenho vai depender do quanto de tempo o candidato dedicou aos estudos. Só o curso não adianta sem uma preparação em casa. Em relação à segunda etapa, achei indispensavel o curso preparatório, não pelo conteudo, mas pelas dicas de como a FGV pensa. Tem muitas coisas que aprendemos na faculdade e no estágio, e que estão certas, mas a FGV pensa diferente. Então é melhor responder do jeito que eles querem do que depender de recursos.

  3. André Ribeiro Duarte disse:

    É perfeitamente possível. Passei nas duas fases do V Exame estudando sozinho em casa. Basta colocar a bunda na cadeira e estudar galera!!!!!!!!!!!!!

  4. Olá….

    Eu fiz cursinho só pra segunda fase, uma vez q na faculdade eles não ensinam todas as peças processuais…

    Pra 1ª fase fiz meu próprio resumo (em uma caderno de 12 matérias). Consegui estudar praticamente todas as matérias. Estudei 3 meses seguidos. No último mês só estudei o resumo que eu fiz.

    Fiz um cronograma. De tarde estudava uma matéria que era relacionada com a estudada durante o período da manhã, tipo: Penal e Processo Penal.

    Durante a noite eu estudava constitucional e ética (todos os dias). Estudei muito ética, pois queria garantir as questões e consegui. Estudei muito tbm a matéria q escolhi pra 2ª fase e consegui acertar todas.

    Em verdade, é impossível ver tudo de forma suficiente, então peguei as matérias que eu mais tinha afinidade e estudei bastante.

    No sábado eu só fazia uma revisão de tudo que tinha estudado durante a semana.

    Reservei 1 hora diária para ler as legislações em geral. Tipo, LEP, Lei de falências, Lei de improbidade, Lei de Licitação, etc. (que na maioria das vezes eles cobram o texto de lei).

    No que tange aos livros utilizados, comprei pra 1ª fase uma livro da rideel que abordava todas as matérias da caem da OAB. É um vade mecum esquematizado de doutrina. muito bom mesmo. Tbm utilizei um livro do Renato Saraiva ( Curso de Direito Processual do Trabalho), Maurício Godinho Delgado, Eduardo Sabbag (Manual de Direito Tributário)…Nessas doutrinas só estudei as matérias mais importantes, até pq não dá pra ler tudo.
    Na segunda fase eu escolhi trabalho. Eu comprei um livro de peças. Durante a manhã ia pro cursinho, trade treinava peças e noite estudava doutrina (o que era mais importante). Eu tbm segui a matéria que eles colocam no edital.

    Só consegui aprovação nessa prova pq organizei meu estudos. Muitas vezes a pessoa sabe, mas não passa por falta de organização no estudo.

    Então, a primeira coisa é um cronograma (dias de estudos, horário, matéria que vai ser estudada no dia respectivo), depois comprar uma caderno pra fazer os resumos e o principal: Disciplina. Isso vale pra quem trabalha tbm. É complicado trabalhar e estudar, mas a pessoa pode transferir isso para os sábados e domingos e durante a semana estudar até 3 horas de possível.

    Bom, acho q é isso.

    Passei mais o menos como me organizei para estudar.
    Sorte e disciplina para os que vão pra essa luta.

    abraço

  5. Cara leitora; comigo aconteceu exatamento como mencionado no post acima. Estudei em casa para a prova de 1ª fase do exame de ordem e, consegui êxito. Com a aprovação me matriculei em um cursinho de segunda fase e passei, graças a Deus. Na verdade se não tivesse feito cursinho para a 2ª fase, com certeza não teria passado.

  6. Passei sem fazer curso preparatório (estudando firme em casa para a primeira e segunda fase – constitucional).

  7. Eu não fiz cursinho para a primeira fase, mas fiz na segunda.
    Passei e considerei indispensável…

    Já um amigo meu, estudou 8 hrs por dias nas 2 fases, não fez e passou…

    vai da dedicação!

  8. Francisco Batista de Manaus - AM disse:

    Diante da correção, onde a banca parece não observar toda a questão e vai logo atribuindo uma nota mínima.

    Diante de tanta irresponsabilidade da banca é impossivel, pois nem a própria banca consegue um gabarito 100% correto para as suas indagações, mesmo diante de livros de perguntas e respostas.

    A banca não sabe utilizar das palavras tecnicas para elaborar as provas das respectivas disciplinas.

    A professora da rede de ensino LFG disse acreditar que a prova de direito do trabalho não é elaborada por profissional da area (advogado)

  9. Olá pessoal, gostaria de saber se tem alguém que fez a prova de direito do trabalho do V Exame da OAB que consegui pontuação nos itens 08 e 09 da peça e questões 01 letra “a” sendo resposta que é greve fundamentação art. 9º da CF questão 02 letra “a” e questão 03 sendo a resposta solidariedade passiva fundamentação no art 2º paragrafo 2º da CLT. É importante saber quantos acertaram tais itens e questões conforme mencionado. Agradeço desde já a atenção de todos.

  10. Excelente matéria Maurício, parabéns!!!
    Realmente os cursinhos estão aí, e para ajudar, mas todos os candidatos são livres e fazem se quiserem, ninguém é obrigado a fazer!!!Conheço pessoas que passaram sem cursinho, e tbm conheço aqueles que fizeram 2 ou 3 cursinhos pra passarem, td depende da necessidade de cada um!
    Estou estudando sem cursinho, mas por falta de condições, se eu tivesse como pagar no momento, com certeza faria, os cursinhos são ótimas ferramentas que não nos deixam “perder o foco”, nos direcionando a estudar realmente o que cai na prova.
    Vejo que estudando por conta, às vezes me perco nos conteúdos principais que devem ser abordados.

  11. Márcio Philippe disse:

    Para quem crer, vai meu testemunho. Graças a Deus passei nessa última prova da OAB sem fazer cursinho. Nunca fiz cursinho, mas nas outras 3 tentativas ainda estudei um pouco, o que acaba auxiliando também. Mas nessa, não tive condições de pagar cursinho nas duas etapas e chegou meu momento. Agora é bom realizar exercícios, o que não consegui, e ler uma coleção de resumos, o que consegui fazer de certo modo. No mais, FÉ em Deus e estude da melhor maneira possível! Boa sorte!

  12. bacharelemireito.organizados@gmail.com disse:

    Passei no V Exame de Ordem sem fazer cursinho algum.

    Algumas dicas do Blog Exame de Ordem foram extremamente úteis na estratégia de estudo traçada para vencer as duas fases do Exame.

    Realmente, estudar sozinho é complicado, pois obter uma concentração no estudo decorrente de planejamento próprio pode não trazer os resultados práticos perseguidos. Portanto, fiquem sempre atentos as DICAS do Prof. Maurício Gieseler, caso não tenham recursos para financiar os estudos preparatórios para o exame da OAB.

    Boa sorte no VI Exame de Ordem para todos os inscritos.

  13. Eu estou no 9o período, CR 8,44, não fiz cursinho nem pra primeira e nem segunda fase. Ademias, fui o primeiro a entregar as provas tanto na primeira fase, na Veiga de Almeida no Rio de Janeiro quanto no Centro da Cidade na segunda fase. Cursinho não serve pra nada não. Basta estudadrem e levarem a serio o curso de Direito!!!

  14. Wilian Cândido disse:

    Dr. Mauricio, bom dia!

    Por não ter condições financeiras, não tive o privilégio de me matricular em algum curso preparatório para o V Exame de Ordem.

    Além de não poder fazer o curso preparatório, querendo ou não, tinha também, a pressão de minha esposa, familiares e amigos. O insucesso no Exame é humilhante, é você acaba sendo taxado por conhecidos de “burro”. Sei disso porque esse foi o meu 3º Exame, sendo a 1ª que passo para a 2ª fase do Exame. Diante do insucesso, você acaba aceitando ser o “burro” e pensa em desistir da tão almejada carteira profissional.

    Porém, sempre tive o sonho de ser advogado. Por esse sonho, tive que estudar sozinho, em casa. Após a labuta do dia, chegava em casa em torno das 19:00min., é começava a estudar. Estudava até as 00h00min. Quando estava desanimado para estudar, minha esposa me dava forças, já que além do sonho de ser advogado, também tenho o sonho de ter minha casa própria, bem como o sonho de ser pai, os quais seriam concretizados com o resultado de meus estudos.

    Como já previa que não teria condições financeiras de fazer curso preparatório, tendo êxito na 1ª fase do Exame, escolhi para a 2ª fase a prova prático-profissional de Direito Civil. A escolha da referida matéria, se deu em razão de ter iniciado o meu estágio em setembro de 2004, em escritório de advocacia na esfera civil (seguros), o qual contínuo trabalhando até hoje.

    No dia 27 de dezembro de 2011, não me contive em alegria, choros e pulos. Um de meus sonhos acabava de se tornar realizada, a tão almejada aprovação e o exercício da advocacia.

    Para aqueles que não têm condições financeiras de arcar com o curso preparatório ou que fizeram o curso, mas que não lograram êxito no Exame peço para não desanimarem, não deixem que uma prova destrua os seus sonhos. Nada pode matar os nossos sonhos, a não sermos nós mesmos!

    Em todos os momentos de nossas vidas, teremos lutas e dificuldades, mas não podemos nos esmorecer, devemos seguir adiantes por saber que o Sol nasce para todos!

  15. De fato, frequentar um cursinho de 1ª fase não é indispensável para a aprovação. É perfeitamente possível passar sem ele. Agora, se puder fazer, eu aconselho que faça, pois o cursinho fornece um ótimo direcionamento para prova, para saber como estudar, o que estudar, enfim… Isso facilita bastante a vida do candidato, já que, às vezes, a pessoa até se esforça bastante, porém da forma errada. Resultado: desperdiça tempo e energia que poderiam ser aproveitados de outra forma mais produtiva.

  16. Boa tarde amigos!!! Já havia prestado 7 vezes, e neste último, eu já havia desistido, mas por muita insistência de minha namorada resolvi prestá-lo. Então fui com a cara e com a coragem, não estudei absolutamente nada, e passei, fiz 40 pontos cravados.

    Para segunda fase, me matriculei em um cursinho e me matei de tanto estudar, dormia somente de 3 a 4 horas por dia, e então vei o maravilhoso resultado, tirei 7.2. Acertei a pela inteira.

    Somos capazes, tenham fé, acreditem, e não desistam nunca, pois eu não desisti e deu certo.

    Um grande abraço à todos, se precisarem de alguma coisa me mandem e-mail: andrepedrosomaciel@gmail.com

    • Pessoal, guarde este conselho ! ! !

      É perfeitamente possível passar na 1º fase do exame sem cursinho – mas preste a atenção – você tem que ter um material bom para auxiliá-lo, além de se dedicar, estudar 12 horas por dia e blá, blá, blá…

      Agora, tem algumas mentes brilhantes que afirmam ter passado na 2º fase sem fazerem cursinho, se você cabeção se intitula um pobre mortal, faça o curso, não dê chances para o azar…

      Um conselho de amigo.

  17. É muito tranquilo passar sem cursinho, com certeza.
    Nunca fiz cursinho, sempre estudei em casa para tudo. Passei nesse último exame estudando apenas através de simulados para a primeira fase e para a segunda através de um livro preparatório para a 2ª Fase, no caso o do Renato Saraiva, já que fiz para Dto. do Trabalho.
    Foi minha segunda prova, na primeira tbm estudei da mesma forma e só não passei na segunda fase por 0,5 pts, o que atribuo a minha falta de experiência e nervosismo com a segunda fase na época. Nessa última prova, já ciente de que não era nehum bixo de 7 cabeças, pude fazer a segunda fase apenas com meus conhecimentos, sem fantasmas ou falsas expectativas negativas, muitas delas adquiridas ao ler blogs e comentários de pessoas desesperadas com o Exame.
    Assim, com um pré estudo atento, pricipalmente resolvendo questões objetivas na para a primeira fase e direcionando o estudo para a 2ª fase através do estudo da matéria específica e exercitando os exercícios práticos, dá tranquilamente para passar sem cursinho.
    Eu estudei exatamente 1 mês para a primeira fase, umas 2 a 3 horas por dia e para a seguda fase, apenas li todo o livro e observei os modelos de peças do livro atentamente, daí o tempo varia da capidade de cada um ler um livro, alguns são mais rápidos, outros menos.
    Outra coisa bem importante para a 2ª fase: Marque TUDO no código, artigos, súmulas, etc….arranje uma forma de te organizar na hora da prova,para que não peca muito tempo procurando artigos, etc.
    Além disso, estude SEMPRE com a lei ao lado, pois intimidade com o seu código é fundamental para a 2ª fase.

    Boa sorte a todos!!!

  18. É possível, passei no IV Exame unificado sem cursinho para a primeira e nem para a segunda fase.

    Estudem que vcs conseguem

  19. Pessoal o Dr.Maurício tem toda razão e a THAMIRES também…….

    É isso que falta para todos …. grande parte da reprovação fica por cona da falta de organização…

    Particularmente acho um cursinho essencial…, na 1ª fase ainda vai … mas na 2ª é essencial…

    Sigam os passos da Thamires e do Dr. Maurício, com certeza a OAB vai ter que aprovar muito.

    Leiam o texto acima várias vezes se precisar…e tenham certeza de uma coisa….

    Vocês vão passar….é só estudar !!!!!

  20. Fernanda Nercessian disse:

    Adorei o post! Estou estudando por conta própria e conforme vc disse se eu passar na 1ª fase, farei o cursinho para a 2ª.
    Sinceramente, eu estava evitando entrar aqui no blog pois todos os post que eu lia me deixavam mto, mas mto nervosa… Pessoal falando que era impossível passar, todo munod falando de cursinhos, e eu aqui.. com meu resumos e livros, estudando sozinha…
    Agora, estou mais confiante… Estudo todos os dias, incluindo final de semana e meu plano é fazer a prova de 2010.2 esse domingo, a de 2011.1 no outro e a de 2011.2 no próximo, faltando uma semana pra prova. Já fiz outras e com certeza reparei que meu desempenho vem melhorando… Obrigada pelo post e boa sorte a todos!

  21. Amanda Lima disse:

    Não fiz cursinho para nenhuma das fases. Na primeira nem consegui me dedicar aos estudos direito, por que tinha que entregar minha monografia três dias depois da prova da oab. Dei ênfase à leitura do ECA e do Codigo de ética. Fui aprovada com 46 questões.
    Para a segunda, na qual escolhi civil, tentei repassar a matéria de processo civil, mas não consegui concluir por causa da defesa da monografia e provas finais. O que me salvou foram os conhecimentos práticos adquiridos no núcleo de prática da faculdade (obrigatório) e dos estágios que fiz.
    Fui aprovada com muito orgulho, e por isso reitero que, mais importante que cursinho é a prática processual, onde realmente se aprende a advogar.

  22. Cursinho, para 1º fase, é desnecessário, a começar pelo extenso conteúdo, no qual dificilmente os prefessores conseguirão abordar com precisão o que será cobrado, e por se tratar de uma prova de questões objetivas, ou seja, se vc pelo menos estudou para as provas da faculdade, certamente vai identificar as resposta nas alternativas.

    Não fiz cursinho p/ 1º fase, estudei apenas pelas coleções próprias p/ o exame da ordem, e e acertei 59 questões (58, com a anulação, ‘ganhei’ mais uma).

    Para segunda fase, o interessante do cursinho é a padronização da peça, apenas. Fiz cursinho e não caiu nada na prova do que ensinaram nas aulas (fiz Civil), NADA. Entretanto, não posso dizer que foi desperdício, pq graças a ele soube padronizar perfeitamente minha peça, espaçamento, não usar abreviações (CDC, CPC… CC), fazer pedidos, enfim, tirei 5 na petição.

    Mas, nas questões tive que ”me virar nos 30”, pesquisando no vade mecum e achando as respostas. No final, passei com 8,85.

    Já sabia, desde o início, que faria Civil na 2º fase, entretanto, o que consolidou de vez minha escolha foi a análise das provas passadas. É fundamental vc ver como são as provas anteriores, se vc identifica rápido a ação cabível naquele caso, se identifica, nos códigos, as respostas das questões, pq não adianta nada vc gostar de uma matéria e não saber responder a prova.

  23. Mara Pessoa disse:

    Gente, quero aqui deixar meu depoimento. Concordo com alguns colegas, o segredo é estudar MUITO em casa. Trabalho o dia todo em um tribunal, produzindo acórdãos, sendo, portanto, um trabalho que esgota mentalmente a pessoa. Após o expediente do trabalho, às 17:00, corria para o cursinho. Tinha aula até às 22:00. No começo, chegava em casa e ia dormir, mas quando estava mais perto da prova objetiva, ainda estudava até 1, 2 da manhã. Isso era todo dia. Nos finais de semana, estudava o sabádo inteiro e só parava à noite. No domingo, a mesma coisa. Lia muito a lei seca e resolvia bastante exercícios. Resultado: fiz 60 questões na 1ª fase. Na 2ª fase, penso que se eu não tivesse feito cursinho, talvez teria até, quiçá, fechado a prova. O cursinho que fiz aqui em Fortaleza (o único que tinha D. Administrativo p/ a 2ª fase) é terrível!!! Não pelo professor, que diga-se de passagem, é excelente, mas pela desorganização do cursinho e pela imaturidade dos colegas que, em plena preparação para a 2ª fase, passavam a aula toda conversando. Pode uma coisa dessa?
    O que me salvou na 2ª fase foi muito estudo em casa, um livro de peças de D. Administrativo e muito treino. Peguei um caderno de uma amiga que havia feito o curso do CERS e só. O cursinho que fiz não me ajudou em nada, nada mesmo. Senti que só perdi meu tempo lá. O material da minha amiga fez a diferença, além do estudo doutrinário bastante intenso. Quando ia para o cursinho, tudo o que o professor dizia eu já sabia por ter estudado e treinado muito!! Passei com 8,0. Não me considero uma “nerd”, longe disso. Tudo foi fruto de meu esforço, de muito e muito estudo, pois queria passar de 1ª, pois preciso fazer alguns concursos para ajudar no sustento de minha casa. E assim consegui. Passei de 1ª!
    Então meus amigos, estudem muito e muito. O esforço vale a pena!! Quando estava fazendo me preparando para a 1ª fase, tinha uma colega que já estava tentanto pela 3ª vez e ela me dizia que se decepcionou, pois quando fez pela 1ª vez, estudou muito, abdicou de muita coisa e não passou. Fiquei com muito medo, pois era a minha realidade. NÃO CAIAM NESSA!!! Depois, ao longo do curso, vi que essa mesma colega não estudava, passava era o final de semana bebendo e curtindo. Descobri que ela havia mentido para mascarar a verdade: ela não queria ovo com a vida e ficava culpando a prova, o grau de dificuldade. Não há segredo: estudem, estudem a lei seca, muitas súmulas e julgados recentes do STF, STJ e TST. Vocês vão conseguir. O homem tudo pode, basta querer.
    Que Deus os abençoe.

  24. Quero reforçar os depoimentos dos examinandos que foram aprovados sem cursinho, nem na primeira, nem na segunda fase.

    Estudava 6 horas por dia, e até 12 nos fins de semana. E sim, usei material específico para o exame da OAB. Como já disseram acima, é só sentar e estudar.

  25. Indubitavelmente 99% das pessoas não possuem disciplina para realizarem os estudos por conta própria. Aí é que entram os cursinhos. Neles conseguimos nos “moldar” à disciplina alí planejadas, de modo que podemos nos ater aos estudos sem qualquer receio do tipo “Será que estou estudando o suficiente? Será que estou no caminho certo?”. Em minha opinião, cursinho para a primeira fase é bom para quem nunca o fez (ou para aqueles que levaram a faculdade de uma maneira “deixa a vida me levar”). Agora, se a pessoa já o fez e/ou levou com seriedade os 5 anos de estudos, acredito que uma boa leitura dos resumos e o aprofundamento nas matérias em que tiver maior dificuldade já são suficientes para a aprovação na primeira fase. Aliás, conheço muita gente que possui conhecimento para ser doutrinador e acabou não logrando êxito na primeira fase, justamente pelo fato de que tal fase exige um conhecimento mediando, porém em todas as matérias. O fato é que não se deve “brigar” com a questão, ou seja, ao respondê-la pensar em “mas e se…. e se…. eu sei que existe uma exceção.”. No mais, quanto à segunda fase, julgo de suma importância para a aprovação, independentemente do grau de conhecimento e da prática em elaboração de peças, as aulas dos cursinho. Digo isso com conhecimento de causa, pois fui aprovado no V Exame com cursinho apenas na segunda fase (e olha que peticiono todos os dias). Aqui, destaco a relevância dos cursinhos na medida em que nos mostram as “cascas de banana” que a FGV costuma pôr para os menos orientados. Se você não faz cursinho, além das matérias você terá também que estudar e pesquisar o estilo de eslaboração das provas, o que não é tarefa das mais fáceis – diga-se de passagem – porém de domínio daqueles que “respiram” exames de Ordem (os professores do Curso Saraiva).

    Um último conselho seria partir para um cursinho de segunda fase com toda a humildade possível, ou seja, despido daquele pensamento que insiste acometer aqueles que já peticionam “Ah, isso é bobeira… Isso eu faço na prática com o pé nas costas”, ou coisas do gênero, pois aí reside o grande risco de as coisas darem errado.

    No mais, deixo aqui meu bjo especial para a profa. Aryannazinha, a melhor do sul do mundo!!rsrs

    Abraços

  26. Certa vez um professor meu disse: Se você acha que a educação é cara, prepare-se, pois o preço da burrice é bem mais “salgado”. O que você paga por educação não é gasto, mas sim investimento. Portanto, se você pode pagar por um bom curso, escolha o melhor. Infelizmente, sou pobre, não pude pagar um curso para me preparar para a faculdade, mas mesmo assim, estudei sozinho e fui aprovado para a UERJ. Quando terminei a faculdade de Direito, a minha situação financeira não havia mudado muito e então, tive que me preparar sozinho para o exame de ordem. Mais uma vez logrei êxito. Fui aprovado e hoje, sou advogado. Ainda nem peguei a minha carteira, pois passei no V exame. Vou começar a advogar em breve. Espero que minha situação econômica mude, pois pretendo me preparar para ser Juiz de Direito e quero estudar em um curso com os melhores professores. De qualquer forma, eu penso como um campeão, qual seja, se quero, eu poso, eu consigo.

  27. Ana Paula Carvalho disse:

    É perfeitamente possível passar na OAB sem cursinho. Passei no ultimo exame nas duas fases sem frequentar nehum cursinho. Basta que vocês tenham um pouco de boa vontade e confiar em Deus.

  28. É totalmente possível. Passei nas duas fases sem cursinho, estudando uma semana antes para cada prova

  29. É possível. Eu passei.

  30. No IV exame, passei na primeira fase sem cursinho, fiz o cursinho para a segunda e não passei.

    No V exame, passei na primeira e na segunda fase, sem cursinho. Passei porque estava tranquilo e despreocupado.

  31. Não desistam dos seus sonhos!! disse:

    Minha história é um tanto curiosa.
    Passei no 3º exame que fiz, esse agora de 2011.2, e tive que superar uma depressão.
    No meu primeiro exame (2010.3), estudei em menos de 20 dias e obtive a aprovação na 1ª fase. Na 2ª fase, optei por Direito do Trabalho e fiz cursinho, deixei de fazer coisas que me davam prazer, só para não “perder tempo”. Contudo, por inexperiência, nervosismo e dificuldade que foi aquela prova digna de um “trabalho de Hércules”, me fez tremer e fracassar.
    O resultado demorou para sair e eu não passei. No segundo exame (2011.1), eu estava debilitada emocionalmente, mas mesmo assim resolvi prestá-lo. Fiquei estudando em casa, mas como a depressão estava pesando, só acertei 38 questões. Foi um baque tremendo. Eu ficava vendo meus colegas de classe sendo aprovados, e olhem, muitos deles não estudavam o que eu estudava na universidade, mas por serem mais tranquilos, conseguiam. Na terceira e última vez (2011.2), decidi levar 100% a sério e transformar a conquista pela carteira de advogada em um verdadeiro campo de batalha, mas não deixei nada me influenciar/atrapalhar: na primeira fase, me matriculei num cursinho rápido de 1 mês e todo dia estudava tudo que podia de uma matéria. Intensifiquei de verdade, não deixei de me divertir – comedidamente, claro-, de sair com namorado, academia, igreja… Coisas que eu simplesmente escanteei. Minha fé aumentou, e cada vez mais eu sentia uma força maravilhosa dentro de mim, que me fazia seguir em frente.
    Resultado: passei na 1ª fase com 51 questões acertadas, num universo de 80. Na segunda fase, novamente me matriculei num cursinho, só que eu troquei a área: Direito do Trabalho (que eu havia escolhido simplesmente porque havia menos peças e porque ME DISSERAM que era mais tranquila – não façam isso!!!) para Direito Civil (que tem mais peças, mais conteúdo, mas é a matéria que mais gosto, inclusive estagiei no Fórum Cível daqui da minha cidade, ou seja, eu sabia onde estava pisando) e consegui a aprovação com a nota 7.1. Assim que sai da sala, agradeci infinitamente a Deus, pois sabia que havia obtido uma graça, pois a energia que residia em mim era suprema. Na saída da prova, uma amiga estava desesperada (havia feito D. Constitucional e o gabarito de outros amigos divergiam do dela, que havia feito MS na peça) e eu, tranquilamente olhei para ela e disse: Não se preocupe, você vai passar. Não disse isso para todos, mas para quem eu falei, agora comemoram felizes a aprovação.
    Em suma, o que eu quero dizer com a minha história é: estudem com afinco no decorrer das duas fases; na segunda, opte pela matéria que mais lhe agrada a leitura; tenham em mente que é necessário abdicar de algumas coisas nesse período, mas não de tudo, pois, do contrário, isso irá lhe prejudicar; não importa a quantidade de horas que você dedicará, o que conta é se essas horas serão realmente aproveitadas, mesmo que você só possa/consiga estudar 1h por dia e, principalmente (para quem é cristão): TENHAM FÉ, e ninguém no mundo será capaz de lhes tirar o sorriso do rosto.

  32. SIM!! Sou prova disso. É preciso ter disciplina e disposição, apenas. Nunca fiz cursinho para a 1ª fase (e passei nos 3 que fiz). Reprovei na primeira 2ª fase, da segunda vez não fui realizar a prova de 2ª fase e dessa última vez agora consegui a aprovação com o cursinho de vocês (Área: Trabalho). Ainda assim, é preciso muita dedicação, não basta o cursinho, é ralação mesmo!! Dessa vez, resolvi priorizar. Pode-se dizer que os meus últimos 3 meses foram dedicados à OAB, e valeu a pena! :)

  33. Sim é possível! Sou um exemplo vivo disso =)
    Trabalhar 8 horas por dia e fazer faculdade a noite. Ou seja, estudar só se fosse de madrugada.

    O interessante é que a 1ª fase, sendo sincera mesma, não relei em um livro sequer. Vi que deu para passar, comecei a ler as peças passadas, bem como as questões!
    2ª fase em Direito Administrativo, ainda no 10º sem. da facul! Passei no meu 1º e Último exame da ORDEM =D

    Acredito, que isso foi o fator essencial…Fui despreocupada fazer a prova, com aquele fiel pensamento, elidido de qualquer pressão.
    Bons estudos aos próximos! Avante!

  34. Possivel sim! Eu não fiz cursinho para 1a fase. Apenas criei um programa para seguir do primeiro ao ultimo dia e passei com otima pontuação. É preciso muita disciplina para estudar só. O Portal me ajudou com dicas e atualização e revisões que professores fazem diariament eno twitter.

    Na segunda fase fiz cursinho para atualização apenas! Continuei com meu programa do primeiro ao ultimo dia e mais disciplina e resolvendo as peças do cursinho logrei êxito. Deveria ter ficado com 8,40 pontos em constitucional e os putos me deram 7,05. Mas que se dane! O importante é ter passado!

    Boa sorte a todos

  35. Prezado Dr. Maurício e colegas,

    Muito bom o texto que ora comento, só discordo de um ponto específico. Não são poucos os que obtem a aprovação sem fazer cursos. Eu não estudei através de livros muito menos fiz cursinho, nem pra primeira e nem pra segunda fase. Em situação parecida, conheço vários.

    Acho que depende muito mais da autoconfiança do estudante do que de qualquer outra coisa.

    A ralação é necessária, mas o “cursinho” é dispensável.

    Abs,

  36. Eu passei agora no V exame de ordem. Praticamente sem estudar!

    Pra não dizer que não estudei nada, no dia da prova objetiva, pela manhã eu li o Código de Ética e o Estatuto da OAB. Fiz 11 das 12 questões de ética. Fechei 45 questões.

    Minha tática na 1ª fase, foi ter calma e pensar logicamente. Quando não sabia a resposta, buscava pensar da maneira mais óbvia, não deu certo para todas as questões que tinha dúvida, mas passei.

    Na segunda fase, estava numa correria imensa no escritório, provas finais na PUC e tinha pego uma recuperação em DI Privado, a única da faculdade toda! Tinha que ser um final de faculdade com emoção!

    Estudei nas 2 últimas semanas antes da prova, fiz o curso de Súmulas e OJS do Complexo Renato Saraiva, não consegui ver todas as aulas, mas todas que eu vi caíram na prova de trabalho. Foi muito bom ter feito esse curso, sem ele não teria sido aprovada!

    Passei com 6 cravado, mas passei! A nota não vai me tornar melhor ou pior que alguém, pois a minha OAB não virá com estrelinha, nem terá uma cor diferente por causa da minha nota!

    Dá pra passar sem cursinho sim!!!

  37. Passei na 9ª fase e sem me matricular em qualquer cursinho, trabalhando 8 horas diarias e com faculdade a noite. Um bom estágio garante a aprovação. A dedicação durante o curso inteiro também. De nada adianta se dedicar apenas no final.

  38. PAssei na minha primeira prova, na 9ª fase, sem fazer cursinho, trabalhando 8 horas diárias, fazendo faculdade a noite e sem me matar de estudar.
    A explicação é simples: um bom estágio e uma faculdade bem feita.
    O segredo não é estudar para o Exame. O segredo é estudar para adquirir conhecimento durante todo o curso de Direito. E isso independe da pessoa estudar em faculdade pública ou particular.

    Não concorda Maurício?

  39. Eu concordo com o comentário da Rafa em número, gênero e grau! Uma boa faculdade, um bom estágio e, o mais importante, dedicação do candidato ajudam em 80%!

    Fiz estágio no fórum da minha cidade, local em que o magistrado era muito mais um professor do que chefe e fiz uma boa faculdade. Resultado: Passei no exame da ordem sem sequer fazer cursinho!

  40. Meus amigos,
    Muitas verdades e muitas mentiras são postadas nestes comentários. Muitos que aqui escrevem, se vangloriando de ter conseguido a aprovação no Exame de Ordem, não levam em consideação vários fatores humanos inclusive a limitação de cada um. Depois de ser reprovado na segunda fase, e direito do trabalho, sempre ficando com notas acima de 5,0 e nao tendo nada provido em recurso, resolvi mudar totalmente de área.
    escolhi uma matéria que foi pessimamente ministrada na faculdade, e que eu nunca estudava nem para a primeira fase, que errava os chutes devidoa total falta de identificação.
    Direito Empresarial. Não fiz cursinho para a primera fase, mas fui compelido a estudar para a segunda, um assunto totalmente novo. Escolhi o curso do CERS, estudei primeiro o direito material, e somente após as seis aulas do Facilitador Francisco Penante, comecei a ver as aulas de direito processual.
    Foram seis encontros com exercicios e uma abordagem nova no conceito de identificação da peça.
    Não tive dificuldade (apesar da FVG não aceitar sinônimos em uma peça subjetiva na escrita, e objetiva na letra da lei) em identificar a peça, como tambeém não tive dificuldade em responder as questões.
    O que me surpreendeu, é que os comando das questões eram diretos, e a FGV inventou um padrão de resposta que não existia na prova.
    a idéia que me passou, é que corrigiram uma prova onde há os estilo pessoa de responder um ítem correto, a subjetividade de dizer algo que está na lei, com um gabarito de resposta, e com isso tirou pontos importantes.
    Consegui a aprovação, porém foi positiva a mudança do ramo do direito na 2ª fase, e junto ao meu esforço de estudo, as aulas do professor Francisco Penante.
    Sem o curso de 2ª fase, creio que não haveria conseguido.
    Finalizo dizendo que é possével passar sem cursinho, até mesmo porque quem corrige as provas não sabe o que está corrigindo, munido apenas de um gabarito, comete inúmeras injustiças com muitos que tem capacidade de serem advogados.