Hoje Facebook Cam de Direito Penal

Os professores do Portal Exame de Ordem estão revisões para a prova objetiva ao vivo, online e de graça na nossa página do Facebook.

Para acompanhar é só ir na página e clicar no botão de “curtir”:

http://www.facebook.com/portalexamedeordem

Mais cedo (19:30h) teremos o professor Francisco Penante, abordando o Direito Empresarial, e, a partir das 21:30h, os professores Geovane Moraes e Ana Cristina dando dicas de Direito Penal.

Confiram as datas e as disciplinas do Facebook Cam:

30/01 – Civil e Consumidor | Cristiano Sobral (20h)

31/01 – Processo do Trabalho | Aryanna Manfredini (19h)

31/01 – Tributário | Josiane Minardi (20h)

01/02 – Ambiental | Frederico Amado (19h)

02/02 – Administrativo | Matheus Carvalho (19h)

03/02 – Direito do Trabalho |  Renato Saraiva (21h)

Vocês não vão perder, né?

Por Maurício Gieseler em 27 janeiro 2012 às 12:55

Categoria: Redes sociais

Vídeos de correção do 1º simulado do Portal Exame de Ordem

Seguem os vídeos de correção do simulado do Portal Exame de Ordem.

Cliquem no link para acessarem tanto o simulado como o gabarito: SIMULADO E GABARITO

Após a análise do desempenho, leiam o post a seguir: Diagnosticando a reprovação no Exame de Ordem

O post foi escrito pelo Prof. Rogério Neiva e ai como uma luva na análise dos erros durante uma prova. No caso, no simulado.

A análise crítica e racional do desempenho é crucial para identificar deficiências de aprendizado. Como faltam 16 dias para a prova, há tempo para recorrigir a rota dos estudos.

Caso achem necessário, amanhã será transmitido o PROJETO SUPER UTI, a maior revisão de um único dia para a prova:

Projeto Super UTI Online! A maior revisão AO VIVO para a prova da OAB!!

Faltam 9 dias para a prova da OAB!

Confiram os vídeos:

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Direito Tributário – Profª Josiane Minardi – Parte I

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Direito Tributário – Profª Josiane Minardi – Parte II

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Direito Administrativo – Profº Matheus Carvalho

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase Processo Civil – Profª Sabrina Dourado

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Direitos Constitucional – Profª Flavia Bahia

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase Direito Ambiental – Profº Frederico Amado

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Direito Empresarial – Profº Francisco Penante

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Direito Internacional – Profº Marcelo Pupe

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Processo Civil – Profº André Mota

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Direitos Humanos – Profª Flavia Bahia

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Estatuto e Ética – Profº Paulo Machado

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | ECA – Profª Cristiane Dupret

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Direito Penal – Profº Geovane Moraes – Parte I

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase I Direito Penal – Profº Geovane Moraes – Parte II

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Processo Penal – Profª Ana Cristina

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Processo do Trabalho – Profª Aryanna Manfredini

Correção Simulado OAB 2011.3 – 1ª Fase | Direito do Trabalho – Profº Rafael Tonassi

Por Maurício Gieseler em 27 janeiro 2012 às 12:42

Categoria: Simulados

Rumo aos 10 milhões

Na última década, mais do que dobrou o número de brasileiros que frequentam cursos superiores em busca do sonhado diploma. A expansão das matrículas na etapa não é exatamente uma novidade, mas o Censo da Educação Superior de 2010 mostrou que esse crescimento acelerou entre 2009 e 2010 chegando ao total de 6.379.299 de estudantes matriculados na graduação. O aumento foi de 7,1% das matrículas no período contra uma média de 2% a 4% verificada em anos anteriores. Para especialistas, governo e instituições ouvidos pela Ensino Superior, a boa notícia é que o ritmo deve se manter nos próximos anos. Mas eles alertam para a necessidade de diversificar a oferta de cursos e pensar a expansão de forma coordenada com as atuais demandas do país e da população que ainda não chegou ao ensino superior.

A principal razão para acreditar que o sistema de educação superior brasileiro deverá continuar crescendo nos próximos anos está no próprio momento que o país vive, rumo ao grupo das cinco maiores economias mundiais. Falta mão de obra qualificada para atender um mercado de trabalho em franca expansão. Por outro lado, melhoraram as condições socioeconômicas da população e consequentemente as oportunidades das famílias em investir na educação das novas gerações.

Para o diretor-executivo da Associação Brasileira das Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), Sólon Caldas, a chegada das classes C e D ao ensino superior é o principal fator que explica o aumento das matrículas. “O crescimento de qualquer país passa pela educação e no Brasil não poderia ser diferente. Esse crescimento é uma tendência que deverá permanecer haja vista a necessidade de mão de obra para atender às demandas do país e à real necessidade dos jovens”, acredita.

A meta do governo é chegar a 2020 com 10 milhões de matrículas no ensino superior. Mas diante do aumento apontado pelo censo de 2010, o secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação (MEC), Luiz Cláudio Costa, é otimista. “Acho que vamos manter essa taxa ou ainda crescer um pouco mais“, avalia. Para ele, o desafio de crescimento do Brasil já está posto e aceito, por isso o governo trabalha em ações para que a estrutura do ensino suporte os 10 milhões de matrículas até o fim da década.

Em 2010, as instituições públicas registraram um maior aumento no número de matrículas: 7,2% contra um crescimento de 6,4% registrado nos estabelecimentos particulares. Mas a proporção da distribuição das matrículas não se alterou: o setor privado ainda é responsável por 74,2% dos estudantes de graduação.

A expectativa, porém, é que as matrículas continuem crescendo nas instituições públicas, ainda sob o impacto do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), que ampliou o número de vagas nas federais. O MEC também estuda apoiar as instituições públicas estaduais que não preenchem sua capacidade total de vagas devido a dificuldades estruturais. Além disso, os programas para inclusão de estudantes nas instituições particulares, como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e Programa Universidade para Todos (ProUni), continuam na lista de prioridades do governo para atingir a meta de 10 milhões de universitários até o fim da década.

Em busca do novo

Dois segmentos da educação superior são destaque na análise dos dados do censo por conta do crescimento verificado: a educação a distância e os cursos tecnológicos, que já respondem por 15% e 12% das matrículas do ensino superior, respectivamente. “O crescimento no ensino privado entre 2009 e 2010 se deu graças à expansão da EAD e dos tecnólogos, enquanto que a graduação tradicional está estagnada“, avalia o presidente da CM Consultoria, Carlos Antonio Monteiro.

Na opinião de Monteiro, a taxa de crescimento da EAD não foi ainda maior em 2010 devido às ações de regulação coordenadas pelo MEC. “Por isso o crescimento não foi tão grande, mas ainda sim foi maior do que a média dos outros segmentos”, destaca. Monteiro sugere que nos próximos anos o crescimento total das matrículas no ensino superior fique entre 6% e 10%. “Mas quem vai bancar realmente esse aumento são a EAD e os cursos tecnológicos”, aposta o consultor.

De fato a procura por formatos diferenciados de ensino superior além da graduação tradicional merece atenção. Os números do censo reforçam a tese de que há uma parcela da população interessada em formação de nível superior, mas que não se sente atraída pelo modelo tradicional de ensino presencial dos bacharelados e licenciaturas. As diferenças começam no perfil do estudante: enquanto nos cursos presenciais a média de idade é 26 anos, na modalidade a distância essa média sobe para 33 anos.

A existência de diferentes perfis de estudantes e de interesses na formação superior pode ser explicada pelo déficit educacional histórico enfrentado pelo país. Luiz Cláudio Costa ressalta que o Brasil enfrenta um débito muito grande com a população que ficou excluída do ensino superior por questões econômicas, sociais, ou por falta de oportunidades. “É legitimo agora que essas pessoas busquem isso, mas como muitas vezes elas já estão estabelecidas, têm emprego e família, encontram dificuldade na flexibilização de horários. Então o ensino a distância de qualidade permite que elas tenham suas aspirações satisfeitas”, analisa o secretário Luiz Cláudio Costa.

Na opinião do professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) Remi Castione o perfil do estudante da EAD apontado pelo censo combina com as exigências da modalidade. “O aluno precisa ter uma certa maturidade para cumprir as atividades sem o ensino presencial. A EAD exige um comprometimento muito grande dos estudantes. Essa expansão do ensino a distância revela uma outra realidade que é o princípio consagrado da educação ao longo da vida“, aponta o pesquisador.

Já os cursos tecnológicos, avaliam os especialistas, têm um apelo maior entre aqueles que já estão no mercado de trabalho e buscam de forma rápida melhorar a sua formação em cursos relacionados à área em que atuam. Desse modo, tal modalidade de graduação se adapta não apenas ao perfil do aluno, mas às necessidades do mercado, que sofre com a falta de mão de obra e precisa preencher essa lacuna com rapidez.

Na avaliação do consultor Carlos Monteiro, a vantagem desse modelo é que ele vai “direto ao ponto”. Ele entende que a graduação tradicional está passando por uma crise de audiência especialmente porque não tem atingido uma funcionalidade profissionalizante, diferente dos cursos tecnológicos. “A graduação tradicional está chata demais. Tem muita perfumaria no meio de todas aquelas disciplinas que não levam a nada”, critica. Segundo Monteiro, é justamente por isso que a fórmula do sucesso para o atendimento da classe C está nos cursos de EAD e de tecnólogos.

Expandindo fronteiras

Com relação à distribuição de vagas pelo país, os números do censo revelam um sensível crescimento nas matrículas no Norte e Nordeste. Em 2001, os alunos nortistas eram apenas 4,7% do total, patamar que evoluiu para 6,5%. No mesmo período, a participação do Nordeste passou de 15,2% para 19,3% no total de matrículas. A aposta, tanto do governo quanto das instituições privadas, é que essa expansão deve continuar em função do bom momento econômico que vivem as regiões, especialmente o Nordeste, onde a oferta de mão de obra qualificada ainda é muito baixa em relação à demanda do mercado por trabalhadores com formação.

Apesar do crescimento das matrículas naquelas regiões, ainda é o Sudeste que responde por quase metade (48,7%) do atendimento. Na avaliação do professor Carlos Monteiro, o “boom” das matrículas no Nordeste ainda está por vir. Ele acredita que a região representa uma oportunidade “excepcional” de crescimento para as instituições de ensino. “O Nordeste passa por um processo bastante interessante. Há muito investimento na indústria, no turismo e uma população com capacidade aquisitiva cada vez maior, que necessita da educação para progredir. Há muito espaço para o crescimento do ensino superior nos próximos anos”, indica Monteiro.

Mas o professor Remi Castione, da UnB, alerta que não se pode simplesmente importar os modelos de cursos mais populares em outras regiões. É preciso adaptar a oferta às demandas locais. “Não podemos expandir esse modelo de universidade do centro-sul que é muito bacharelesco e de certa forma muito fechado”, aponta.

Mais do mesmo

Enquanto o crescimento do ensino superior focado no mercado e nas necessidades regionais da população em ascensão social e econômica se mostra como uma tendência irreversível, o censo de 2010 não traz grandes novidades no ranking das graduações mais procuradas. Contrapondo a aposta nas formações tecnológicas, administração e direito seguem no topo das matrículas do ensino presencial com 705 mil e 694 mil estudantes, respectivamente. Pedagogia, enfermagem e ciências contábeis completam a lista das cinco graduações mais populares do país.

Na comparação do número de ingressantes, no entanto, esse quadro que vem se repetindo há anos deverá mudar em breve. Entre 2009 e 2010 o Censo mostra um crescimento de 17,9% de novos alunos na área das engenharias e 22% na educação. O ingresso nas graduações de ciências sociais, negócios e direito aumentou apenas 2%. Em outras áreas como humanidades e saúde houve diminuição no número de ingressantes.

Uma aposta é que as engenharias logo atinjam o 3º lugar desse ranking, especialmente devido à necessidade de profissionais para trabalhar nos grandes projetos estruturais que estão na agenda do país. O desafio, portanto, é adequar a oferta às necessidades de mão de obra e às demandas dos estudantes, acredita o diretor-executivo da Abmes, Sólon Caldas.

Nesse sentido, o MEC realiza um diagnóstico para orientar a expansão das matrículas nos próximos anos, apontando onde e em quais áreas há mais demanda por determinado profissional. A análise estratégica incluirá instituições públicas e privadas.

O secretário diz que hoje o estudante possui um amplo leque de opções para escolher em função da diversificação dos cursos e formatos, mas nem sempre enxerga todas as oportunidades. Por isso, defende que é preciso encontrar novas formas para apresentar esse “cardápio” para o futuro aluno. Costa avalia que modelos como o do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que reúne a oferta de vagas de instituições públicas para seleção a partir do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), podem contribuir para a desconcentração das matrículas em poucas cursos. “Não se percebe a importância desse mecanismo, mas o Sisu permite ao estudante ter um leque de opções muito maior do que os oferecidos localmente”, defende o secretário.

Pedras no caminho

Para manter a taxa de crescimento verificada em 2010 e confirmar as expectativas otimistas para os próximos anos, alguns desafios precisarão ser enfrentados por governo e instituições públicas e privadas. Um deles é reduzir o índice de evasão que hoje está em cerca de 12%, segundo o MEC. Uma das saídas para melhorar a fixação do estudante é rever o próprio modelo de ingresso dos cursos e da organização pedagógica.

“Nosso sistema de ensino superior vem de um modelo do século 19 muito baseado na profissão, como se um jovem de 17 anos pudesse escolher o que vai ser nos próximos 40 anos”, avalia o professor da UnB, Remi Castione. Como exemplo de modelos inovadores, Castione cita a experiência dos cursos de bacharelado interdisciplinar que estão sendo desenvolvidos por instituições como as universidade federais da Bahia (UFBA) e do ABC (UFABC). Nesses cursos o aluno começa cursando disciplinas básicas e só depois de um período opta por uma área específica.

Experiências desse tipo também poderiam funcionar nas instituições particulares, mas segundo Carlos Monteiro o setor ainda é muito conservador nesse sentido e tem “aversão ao risco”. O professor acredita que o desafio de enfrentar a evasão está justamente em entregar ao aluno o que ele deseja.

Números da educação superior em 2010
Total Públicas Privadas
Instituições 2.377 278 2.099
Cursos 29.507 9.245 20.262
Matrículas de graduação 6.379.299 1.643.298 4.736.001
Ingressos 2.182.229 475.884 1.706.345

 

Tecnológicos campeões de audiência
As matrículas nos cursos tecnológicos já representam 12% do ensino superior e tendem a continuar crescendo.
Para isso devem se adaptar ao novo perfil de alunos, que buscam uma nova formação ou aprofundamento da área em que atuam, além de acompanhar as necessidades do mercado. Veja os cinco cursos tecnológicos com mais matrículas:
1- Gerenciamento e administração 343.723 matrículas
2- Processamento da informação 66.664 matrículas
3- Ciência da computação 51.400 matrículas
4- Marketing e publicidade 47.996 matrículas
5- Proteção ambiental 40.166 matrículas

 

Educação e engenharias em alta 
Embora administração e direito sigam no topo da lista dos cursos com mais matrículas, incluindo pedagogia, enfermagem e ciências contábeis, esse quadro tende a mudar já que o maior crescimento no número de ingressantes foi nas áreas de educação (22%) e engenharia (18%), enquanto que o ingresso nas graduações de ciências sociais, negócios e direito aumentou apenas 2%. Outras áreas, como humanidades e saúde, tiveram redução no número de novos alunos.
Número de ingressantes nas grandes áreas 2010 2009
Educação 263.950 214.675
Humanas e Artes 49.945 58.011
Ciências sociais, negócios e direito 645.021 628.206
Ciências, matemática e computação 132.946 149.654
Engenharia, produção e construção 202.398 172.488
Agricultura e veterinária 39.162 33.688
Saúde e bem-estar social 209.838 216.676
Serviços 42.395 38.010

Fonte: ABMES

Por Maurício Gieseler em 27 janeiro 2012 às 11:50

Categoria: Ensino jurídico

Raio-X da FGV na prova da OAB – Direito Civil

Segue mais um Raio-X da OAB, agora de Direito Civil.

DIREITO CIVIL

Coisas

Direito das coisas

Posse

Propriedade

Direito de Propriedade

Direito de Vizinhança

Considerações sobre o direito de vizinhança

Direito de Vizinhança

Direitos Reais de Fruição

Direitos reais de gozo ou fruição sobre coisas alheias

Direitos Reais em Garantia

Direitos Reais de Garantia

Contratos

Teoria Geral dos Contratos

Direito Civil – Teoria geral dos contratos

Compra e Venda

Direito Civil – Compra e venda

Doação

Da Doação

Fiança

Contrato de fiança

Fiança no Código Civil Brsileiro

Família

Casamento

Casamento no Novo Código Civil

Casamento no direito civil brasileiro

União Estável

União estável: conceito, alimentos e dissolução

Alimentos

Os alimentos à luz do Código Civil Brasileiro de 2002

Fatos Jurídicos

Fato Jurídico

Defeitos do Negócio Jurídico

Defeito do Negócio Jurídico

Prescrição e Decadência

A prescrição e a decadência no DireitoCivil

Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro – LINDB

Lei de Introdução ao Código Civil – LICC

Obrigações

Direito Civil – Obrigações

Transmissão e Adimplemento das Obrigações

A transmissão das obrigações: cessão de crédito, assunção de dívida e cessão de posição contratual

Adimplemento das obrigações

Responsabilidade Civil

A responsabilidade civil e os danos indenizáveis

Sucessões

Direito das Sucesões

Sucessão Geral e Sucesão Legítima

Da Sucessão em Geral

Da Sucessão Legítima

Sucessão Testamentária

Da Sucessão Testamentária

Por Maurício Gieseler em 27 janeiro 2012 às 10:55

Categoria: Como se preparar para a prova

O que fazer quando estamos cansados de estudar?

Alguma vez vocês já se sentiram como na imagem abaixo?

Sim, sim, sim…o cansaço pode ter efeitos deletérios sobre os candidatos. A estafa, o ritmo contínuo de estudos, a pressão e a ansiedade podem cobrar um preço caro, ou obliterando a capacidade cognitiva ou, na hora da prova, aparecendo como o glorioso e mais do que nefasto branco.

E como faltam apenas 10 dias para a prova, a pressão por estudar é imensa, virtualmente insuperável.

Tal conjuntura pode criar uma quadro de stress e atrapalhar os estudos. O candidato pode ter chegado no ponto de perceber que estuda, mas não assimila o conteúdo.

Então, o que fazer quando estamos cansados de estudar?

Simplesmente parar de estudar…

“”Parar de estudar??? Como assim? Tá maluco??“”

A ideia é exatamente essa!!

O esforço contínuo e a atenção ao foco demandam do emocional e da capacidade de cognição.

Se o candidato chegou ao ponto de estafa, sua capacidade de apreender o conteúdo fica prejudicada. Logo, a solução é relativamente óbvia.

Que tal tirar, conscientemente e sem culpas, dois dias para descansar e depois voltar a estudar com qualidade para apreender de forma mais efetiva o conteúdo?

O oposto será continuar estudando, estafado, e ter a sensação (real) de não estar aprendendo o conteúdo tal como deveria.

Ou seja: um “break” agora teria uma função estratégica nos estudos, qual seja: relaxar tensões e o stress para recarregar as baterias e dar o gás final para a prova.

Se se está cansado, estafado, e esse cansaço está prejudicando nos estudos, não tenha nenhum medo de parar dois dias (parar sem culpa e sem medo) visando recarregar as baterias.

O tempo até a prova é precioso, vale ouro, nós sabemos, mas se ele for improdutivo, será apenas um ouro de tolo.

Nós não somos máquinas…

Por Maurício Gieseler em 27 janeiro 2012 às 09:00

Categoria: Como se preparar para a prova

TRF cassa liminar que determinou novas provas para V Exame da OAB

Brasília, 26/01/2012 – A desembargadora federal Maria do Carmo Cardoso, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, deu provimento ao agravo de instrumento interposto pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para reformar a decisão da 1ª Vara Federal de Tocantins, que havia determinado a reaplicação das provas prático-profissionais do V Exame de Ordem para candidatos reprovados nas áreas de Direito Penal e Constitucional.

Na decisão, a desembargadora levou em consideração o fato de o espelho de correção na peça de Direito Penal ter aceitado como respostas corretas os recursos de apelação e embargos de declaração e, na prova de Direito Constitucional, ter admitido as duas fundamentações possíveis (as contidas no artigo 109, XI, e a do artigo 109, IX), não tendo havido prejuízo aos candidatos que apresentaram respostas sob esses fundamentos.

Ainda segundo a julgadora, a determinação de que fossem aplicadas novamente as provas aos reprovados nas disciplinas de Direito Penal e Direito Constitucional não configuram parte do pedido.

Veja aqui a íntegra da decisão do TRF da Primeira Região.

Fonte: OAB

Eis que a OAB triunfa mais uma vez sobre o MPF.

O agravo de instrumento da OAB ainda expôs a fragilidade do pedido do MPF, fato este decorrente de uma decisão extra petita inventada pela JF/TO.

O final disso tudo  é que se alimentou uma esperança infrutífera para os candidatos.

Pelo visto, e considerando o histórico do MPF x OAB, o caminho mesmo é passar estudando, pois pela via judicial a OAB vai colecionando vitória após vitória, tal como o time do Barcelona.

E isso é muito desanimador, pois as injustiças cometidas na prova seguem infensas ao controle do Judiciário.

Moral da história: para passar no Exame não basta saber o mínimo. Tem de saber “um pouco mais” para descontar, caso a dupla OAB/FGV apronte uma das suas. E isso acontece praticamente em toda edição da prova.

Só Jesus na causa mesmo…

Por Maurício Gieseler em 26 janeiro 2012 às 13:34

Categoria: Advocacia

A matemática da correção das provas subjetivas da OAB

O leitor Lindemberg publicou um comentário bem interessante no post Considerações sobre o resultado de ontem da OAB, pois este aborda a sistemática de correção das provas subjetivas e sua correlata qualidade.

Confiram:

“”Caro Mauricio, como sou leitor assíduo do blog gostaria de complementar as suas estatísticas com os seguintes números:

Para a correção da prova prático-profissional do V Exame de Ordem, conforme dados disponibilizados pelo blog, o total de aprovados foi de 50.624. Baseado nesse números fiz a seguinte análise:

A prova foi aplicada no dia 04 de dezembro e por conseguinte a sua correção deve ter sido iniciada no dia 05 e o resultado preliminar divulgado dia 26 do mesmo mês, considerando que os corretores trabalharam folgando apenas os dias de domingo e não trabalhando os dias 24, véspera de nata,l e o dia 25, teremos exatamente 17 dias trabalhados, portanto:

50.624 (total de provas) : 17 (dias efetivamente trabalhados) = 2.977 provas corrigidas por dia, se continuarmos a análise e considerar que os corretores trabalharam pelo período de 12 horas por dia o que é extremamente cansativo teremos:

2.977 (total de provas por dia) : 12 (horas) = 248 provas corrigidas por hora

Dando continuidade as análises desta vez sobre os recursos teremos a seguinte situação:

Pelos números postados aqui no blog, foram aproximadamente 26.000 recursos (NOTA DO BLOG: foram 26 mil reprovados, mas não necessariamente 26 mil recorrentes), cujo o prazo para a interposição encerrou-se no dia 01.01.2012 e portanto as análises devem ter sido iniciadas no dia 02.01 até o dia 12.01, perfazendo um total de 11 dias corridos e considerando que os revisores também trabalharam pelo período de 12 horas diárias, teremos a seguinte situação:

26.000 (Total de recursos) : 11 (dias trabalhados) = 2.363 Recursos analisados por dia
2.363 (recursos por dia) : 12 (horas efetivamente trabalhadas) = 197 Recursos analisados por hora.

Portanto, pela analise dos números apresentados acima fica evidente que jamais poderíamos ter correções justas, quer sejam das provas quer sejam dos recursos, o que provocou inúmeras injustiças nas correções, eu mesmo sou vítima, a minha prova embora tenha sido respondida dentro de todos os critérios do espelho de correção e em muitos casos ido até além do que foi solicitado pela FGV. Mesmo assim fui reprovado, interpus o recurso na esperança que a banca constatasse que o corretor equivocou-se da primeira vez e para minha surpresa todos os itens do meu recurso foi improvido, agora resta-nos apenas 2 alternativas, ou buscar socorro no judiciário, ou voltar a estudar e começar tudo novamente.

E o pior, por ironia do destino, como já fui reprovado em exames anteriores e pelo tanto que já estudei, neste último Exame, comecei a dar aulas de tributário para alguns amigos um total de 7 pessoas, passei todos os macetes de como identificar as peças, repassei todos os conceitos de direito material, passei para todos as principais marcações que deveriam fazer nos seus códigos, afirmei categoricamente que uma das respostas estariam contidas entre os artigo 150 e 152 da Constituição, e o que foi que aconteceu ?

As 7 passaram e eu não…………..rsssssss é brincadeira !!!!“”

O raciocínio acima é perfeito, apesar da falha, involuntária, é claro, em relação ao número de recorrentes (dado desconhecido).

O Exame de Ordem é uma prova de massa. São muitos os candidatos por edição.

Não sei quantos corretores de prova existem, ou qual o tamanho da infraestrutura destinada ao processo de correção, mas o volume de reclamações entre os candidatos demonstra a existência de problemas.

Não é possível que tantas reclamações semelhantes sejam mero “chororô” de candidatos reprovados.

A “Lei do Eterno Retorno” parece impor seus efeitos na vida do Exame da OAB. São sempre os mesmos problemas a atormentar diferentes candidatos em diferentes edições da prova.

É tudo um problema de gestão e de infraestrutura. Um pouco mais de investimento e muito mais atenção resolveriam tudo isso.

E é possível!!

Por Maurício Gieseler em 26 janeiro 2012 às 12:30

Categoria: Análise de prova subjetiva, Anulações de questões, Estatísticas

O Raio-X da FGV na prova da OAB – Direito Empresarial, ECA e Ética Profissional

Hoje retomaremos o nosso Raio-X da FGV na OAB, abordando o Direito Empresarial, o Estatuto da Criança e do Adolescente e Ética Profissional.

Até terça-feira da semana que vem eu terminarei todas as disciplinas.

Já tratamos de Direito Administrativo, Ambiental, Internacional, Consumidor e Penal.

Começaremos hoje com o Direito Empresarial.

DIREITO EMPRESARIAL

Contratos Empresariais

Contratos empresariais

Falência, Recuperação de Empresas e Liquidação Extrajudicial

Nova lei de falências

Recuperação de empresas e falências

Sociedades

Sociedades Empresárias

Títulos de crédito

Títulos de Crédito

Títulos de Crédito

ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Conceitos básicos, Direitos Fundamentais, Direito à convivência familiar e comunitária

Estudos sobre o ECA

O sistema de garantias da criança e do adolescente

Ato infracional e medida socioeducativa

Ato infracional e medida sócioeducativa de internamento

Processo de aplicação da medida socioeducativa

DEONTOLOGIA JURÍDICA

Lei 8.906/94 – Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)

Código de ética e disciplina da OAB

Regulamento geral do estatuto da advocacia e da OAB

Por Maurício Gieseler em 26 janeiro 2012 às 11:00

Categoria: Como se preparar para a prova

Hoje Facebook Cam de Direito Civil para a prova da OAB

Os professores do Portal Exame de Ordem irão fazer revisões para a prova objetiva, ao vivo, online e de graça, na nossa página do Facebook.

Para acompanhar é só ir na página e clicar no botão de “curtir”:

http://www.facebook.com/portalexamedeordem

Hoje teremos o professor Thiago Godoy.

Confiram as datas e as disciplinas do Facebook Cam:

27/01 – Empresarial |  Francisco Penante (19h30)

27/01 – Direito e Processo Penal | Geovane Moraes e Ana Cristina Mendonça (21h30)

30/01 – Civil e Consumidor | Cristiano Sobral (20h)

31/01 – Processo do Trabalho | Aryanna Manfredini (19h)

31/01 – Tributário | Josiane Minardi (20h)

01/02 – Ambiental | Frederico Amado (19h)

02/02 – Administrativo | Matheus Carvalho (19h)

03/02 – Direito do Trabalho |  Renato Saraiva (21h)

Vocês não vão perder, né?

Por Maurício Gieseler em 26 janeiro 2012 às 10:00

Categoria: Redes sociais

Novo Código de Processo Civil deve ser votado na Câmara em março

Em tramitação em uma comissão especial da Câmara dos Deputados, o novo Código de Processo Civil (CPC) deverá estar pronto para ser votado no plenário da Casa até o início de março. Essa é a expectativa do presidente da comissão, deputado Fábio Trad (PMDB-MS), que quer concluir a votação do relatório final do deputado Sério Barradas Carneiro (PT-BA) até o fim de fevereiro.

“Se depender de mim, os trabalhos serão ágeis porque precisamos dar ao país um novo código. O atual, de 1973, é de antes da internet e, portanto, de antes da comunicação digital”, disse Trad à Agência Brasil.

O novo texto, que já foi aprovado no Senado, recebeu na Câmara 900 emendas, além de centenas de contribuições feitas pela internet por cidadãos em geral. Algumas dessas sugestões foram incorporadas pelos cinco sub-relatores. Agora, a comissão precisará votar todas as emendas apresentadas por parlamentares para fechar o texto final do relator-geral.

De acordo com Trad, existem três pontos mais polêmicos e que, portanto, receberam mais emendas. O primeiro deles trata do incidente de resolução de demandas repetitivas (IRDR). O mecanismo foi criado pelo texto original do Senado e visa pacificar a legislação em casos onde juízes de diferentes pontos do país podem dar sentenças contraditórias.

Com ele, o Tribunal de Justiça de um estado pode, ao ser provocado pelos juízes de primeira instância, baixar uma resolução para que uma tese aplicada em um caso se estenda aos outros processos idênticos àquele. Assim, economiza-se tempo e recursos do Judiciário que seriam gastos julgando processos iguais individualmente. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou o Supremo Tribunal Federal (STF) também podem baixar uma IRDR que valerá em todo o país. “Penso que esse primeiro instituto vai gerar polêmica porque veio do direito alemão e lá é um país territorialmente menor que o nosso. Aqui acho que vamos precisar de adaptações”, disse Trad.

O segundo ponto polêmico, na opinião do presidente da comissão especial, é o que trata de demandas corporativas. Fábio Trad explica que alguns profissionais ligados ao direito querem que o novo código inclua demandas relacionadas às suas áreas, o que pode provocar conflitos. Segundo ele, esse é o caso dos advogados, que pedem que todo o Judiciário fique parado por 30 dias para que eles possam tirar férias.

“Essas questões corporativas tendem a gerar antagonismos porque existem outros setores que podem se sentir prejudicados”, explica o deputado. Outro exemplo de demandas corporativas citadas por Trad são dos advogados públicos. Eles querem ter direito a um percentual sobre as causas que ganharem para a União a título de honorários.

O último ponto citado pelo presidente da comissão que foi alvo de grande parte das emendas é o que trata dos recursos de apelação. Atualmente, quando uma das partes recorre de uma sentença em primeira instância, ela pode requisitar que a decisão não seja aplicada enquanto o recurso não for julgado. No modelo que está sendo proposto com o novo código, a sentença já começa a produzir efeito imediatamente. Apenas quando o relator da segunda instância é provocado pode determinar a suspensão dos efeitos da primeira decisão.

O texto inicial do novo código foi elaborado por uma comissão de juristas no Senado e pretende modernizar a legislação, uma vez que o CPC atual é de 1973 e é considerado obsoleto por juristas em geral. As principais mudanças visam agilizar o processo civil, diminuindo o número de recursos e instrumentos protelatórios em geral e incentivando resoluções de conflitos por meio de conciliação. O projeto original foi aprovado no Senado no fim de 2010 e deverá voltar à Casa após as mudanças feitas pela Câmara.

Fonte: Agência Brasil

Provavelmente a vacatio legis do Novo CPC deverá durar um ano. As mudanças nos grandes códigos geralmente têm essa característica. Logo, caso aprovada e sancionada, ao menos neste ano os candidatos não deverão se preocupar com isso no Exame.

Cliquem no link a seguir para baixarem o PDF com o anteprojeto do Novo CPC:

Anteprojeto do Novo CPC

Por Maurício Gieseler em 26 janeiro 2012 às 09:00

Categoria: Legislação

A coisa certa no lugar errado

Noticia-se na mídia da Fronteira-Oeste gaúcha que três alunos da Faculdade de Direito do Campus Universitário de Alegrete foram aprovados no Exame da OAB.  Uma das publicações diz que o fato enriquece o curso e o qualifica dentre as faculdades de Direito do Rio Grande do Sul. Na minha ótica, esse dado é inconsistente para servir de parâmetro no sentido de medir o nível de qualidade de qualquer instituição universitária dessa área do ensino superior.  É fácil entender por quê.  Trata-se de uma amostragem muito pequena para ser tomada como base de avaliação (positiva ou negativa) de um curso de qualquer grau de ensino.  Até porque, nesse caso, sabe-se de antemão que  a maioria dos colegas dos aprovados  não logrará aprovação – pelo menos de imediato – no Exame de Ordem, o que, se levado em conta, também poderia ser invocado, com maior peso quantitativo, como fator de avaliação (nesse caso, negativa) da referida instituição de ensino.

Considero fora de propósito e – por que não dizer ? – pretensioso afirmar que o Exame de Ordem aplicado pode funcionar como “termômetro” para medir o grau de qualidade de uma Faculdade de Direito. Não se trata de uma opinião pessoal, calcada no simples “achismo”, mas sim de uma conclusão  lógica a que qualquer ser pensante pode chegar com extrema facilidade. Vejam bem. Todos os que conseguem aprovação no Exame de Ordem saem diplomados de uma mesma faculdade onde a maioria dos colegas de formatura  acaba sendo reprovada nesse mesmo Exame.  Logo, se alguns  passam e a maioria roda, claro está que os aprovados são uma comprovação de que a faculdade ensinou, sim; só não aprendeu quem não quis. Afinal, os “felizardos” que passaram na “prova de fogo” da OAB não nasceram sabendo.

Isso posto,  o máximo que se torna lícito dizer, nesse aspecto, é que o Exame da OAB afere a capacidade intelectual de cada estudante e não a faculdade de Direito como um todo. Mas isso não o torna uma prática inútil, até porque toda seleção profissional é sempre bem vinda (oxalá existisse para o exercício dos cargos políticos),  desde que aplicada por quem de direito – o poder constituído -  e não por uma entidade classista de direito privado,  como é o caso da Ordem dos Advogados do Brasil.  A pergunta que fica é: por que o Exame de Ordem não é aplicado de forma conveniada com o MEC,  obrigatoriamente antes da diplomação, para evitar a entrega de um “canudo de bacharel” a quem está aquém  dos pressupostos básicos desejáveis ao exercício da atividade profissional pela qual optou ?

Autor: Lino Tavares é jornalista diplomado, colunista na mídia gaúcha e catarinense, integrante da equipe de comentaristas do Portal Terceiro Tempo da Rede Bandeirantes de Televisão, além de poeta e compositor

Fonte: GibaNet.com

Não pude deixar de prestar atenção na opinião do jornalista Lino Tavares.

As assertivas “ Exame da OAB afere a capacidade intelectual de cada estudante e não a faculdade de Direito como um todo” e “se alguns  passam e a maioria roda, claro está que os aprovados são uma comprovação de que a faculdade ensinou, sim; só não aprendeu quem não quis. Afinal, os “felizardos” que passaram na “prova de fogo” da OAB não nasceram sabendo.” merecem um pouco de atenção.

Aqui o autor projeta responsabilidades para os estudantes. Se uns passam e outros não, é porque os reprovados seriam responsáveis pelo próprio fracasso.

Ou não seriam?

Deixem suas opiniões no campo de comentários desta postagem.

Por Maurício Gieseler em 25 janeiro 2012 às 16:10

Categoria: Análise crítica do Exame, Ensino jurídico

Curso Preparatório de Alto Rendimento para a 1ª fase do VII Exame de Ordem Unificado

A prova objetiva do VII Exame de Ordem está marcada para o dia 27 de maio de 2012.

Ou seja, falta pouco mais de 4 meses para a prova objetiva. Vejam o cronograma:

É um excelente momento para começar a se preparar, de forma adequada e com tempo, para o VII Exame de Ordem Unificado!

E o Portal abriu hoje suas inscrições para o seu Curso Preparatório de Alto Rendimento: VII Exame de Ordem Unificado

O valor promocional é de R$ 680,48 (seiscentos e oitenta reais e quarenta e oito centavos) e vai até o dia 07/02.

O curso é ministrado por uma equipe FORTÍSSIMA de professores, MESTRES na preparação para o Exame de Ordem: Renato SaraivaGeovane MoraesCristiano SobralAryana ManfrediniMatheus CarvalhoVólia Bonfim, Flávia BahiaThiago GodoyAna CristinaAndré MotaFrancisco Penante, Sabrina DouradoPaulo MachadoFrederico AmadoMarcelo Pupe e Cristiane Dupret.

Tem uma enorme carga horária, totalizando 93 encontros (02 horas e 30 minutos cada encontro), com aproximadamente, 279 horas-aulas, sendo que as gravações  começarão a partir do dia 02 de fevereiro de 2012.

DETALHE: As aulas nunca são repetidas! Aulas inéditas e atualizadas sempre!

E devemos ressaltar as seguintes vantagens:

1 – As aulas podem ser vistas desde o começo. O aluno não perde nada do conteúdo ministrado;

2 – Cada aula pode ser assistida até três vezes;

3 – A aula pode ser pausada ou o aluno pode voltar para determinado trecho dela para rever uma explicação;

4 – O aluno faz seu horário de estudo.

Afora isso, o Portal Exame de Ordem oferece junto com seu curso online, gratuitamente, o sistema TUCTOR de planejamento dos estudos, que é uma ferramenta também online para a gestão do processo de aprendizagem.

E não se trata meramente de apenas planejar o estudo. Alto rendimento tem estreita vinculação com monitoramento e controle, ou seja, a compreensão completa do processo de aprendizagem para que a utilização do tempo seja maximizada em função do conteúdo a ser apreendido. O termo “alto rendimento” foi inspirado nas construções do esporte de alto rendimento, que tem como elemento central o planejamento, monitoramento e controle.

O Sistema Tuctor possibilita a implementação na prática dos conceitos metodológicos desenvolvidos pelo professor Rogério Neiva em seu livro Como se Preparar para Concursos Públicos com Alto Rendimento. Tal livro é resultado dos estudos do professor Rogério, que já foi procurador de Estado, advogado da União e atualmente é juiz do trabalho, com conceitos científicos de psicopedagogia, gestão corporativa entre outros, onde suas proposições são cientificamente justificadas, sem achismos ou teses mirabolantes. Para ele, e isso faz parte do sistema Tuctor, na medida em que o candidato pode estruturar um planejamento, contando com mecanismos de monitoramento e controle, por meio de uma série de funcionalidades inerentes ao programa. Com indicadores de metas e de desempenho, o processo de aprendizagem torna-se mais eficaz, produzindo melhores resultados para o aluno.

Estamos falando aqui da fusão de ensino de alta qualidade com técnicas inovadoras, sérias e cientificamente estruturadas de monitoramento de estudos para candidatos. O alto rendimento é resultado da qualidade do ensino com a gestão racional dos processos de aprendizagem.

A vantagem para os nossos alunos é evidente, e o sucessos destes é a nossa meta e nossa razão de ser.

Clique no link e inscrevam-se no Curso de Alto Rendimento do Portal Exame de Ordem.

Preparação de alto rendimento é aqui, no Portal Exame de Ordem!

Por Maurício Gieseler em 25 janeiro 2012 às 14:30

Categoria: Cursos do Portal

O Guia de Preparação para Concursos – Download gratuito!

Hoje foi publicada o segundo e-book do Guia de Preparação para Concursos, do Dr. Rogério Neiva, juiz do trabalho e o mais qualificado especialista em concursos públicos do Brasil, cuja base teórica é formada por conhecimentos em neuropsicologia, estatísticas, psicologia comportamental e teorias de gestão corporativa.

Sua lógica e seu trabalho fogem dos achismos e lugares-comuns abundantes no universo voltado para a preparação de concursos, e sua preocupação é mostrar que o conhecimento pode e deve ser adquirido de forma racional, mensurável e eficiente, sem a venda de falsas esperanças ou o oferecimento de métodos revolucionários ou milagrosos.

É ciência aplicada aos estudos. E nesse campo, ninguém hoje oferece um trabalho com maior conteúdo e densidade do que o Dr. Rogério.

Confiram o site do Prof. Rogério e o site de seu sistema de gerenciamento dos estudos, o Tuctor:

Blog do Prof. Rogério Neiva

Tuctor

O Guia de Preparação para Concursos foi dividido em 10 volumes, cada um com uma temática, e será publicado toda quarta-feira.

O 2º guia fala do Direto dos Concursos. Cliquem no link a seguir para baixar o E-book – Guia da Aprendizagem – Direito dos Concursos

Aproveitem, pois o material é inteiramente gratuito.

Boa preparação!

Por Maurício Gieseler em 25 janeiro 2012 às 13:00

Categoria: Material didático gratuito

O Portal Exame de Ordem no seu iPad

O Portal Exame de Ordem e o Complexo de Ensino Renato Saraiva lançam o 1º aplicativo para IPad de um curso preparatório.

O app para o Portal Exame de Ordem!

Para localizá-lo na ITunes basta clicar no link a seguir – Portal EO

Fácil, fácil!

O Exame de Ordem acontece aqui, e agora também no seu IPad!

Por Maurício Gieseler em 25 janeiro 2012 às 12:12

Categoria: IPad