O caso ocorreu na Paraíba, durante a 25ª sessão ordinária de julgamentos da câmara criminal do TJ PB, realizada através de videoconferência. O advogado do caso foi advertido pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida por estar sem gravata: “Nós todos usamos gravata, é o padrão de quem exercita o labor jurídico. Sobremodo, em uma sessão solene”.

O relator do caso, o desembargador João Benedito, pediu para que o advogado colocasse a gravata. Após alguns minutos e devidamente engravatado, o advogado é autorizado a iniciar sua sustentação.

O vídeo da situação pode ser visto abaixo:

Gafes

Desde o início das sessões virtuais, diversas cenas começaram a aparecer durante os julgamentos. Veja alguma delas abaixo:

No TJ/MT, por exemplo, o procurador Paulo Padro esqueceu o microfone ligado e acabou soltando um pum.

Em abril deste ano, também por um descuido com os equipamentos eletrônicos, o desembargador Carmo Antônio, do TJ/AP, chamou a atenção: apareceu em uma sessão em vídeo usando nada mais do que coisa alguma: descamisado.

Nem os ministros do Supremo estão livres de gafes virtuais. O ministro Gilmar Mendes pediu desculpas por soltar interjeição ao fim de uma live. Após se despedir dos interlocutores, S. Exa. soltou um palavrão enquanto se retirava, sem saber que a gravação continuava.

Já durante uma sessão do pleno do STF, a netinha de Marco Aurélio apareceu na sala onde o avô proferia seu voto. Ao fundo, é possível ouvi-la dizer: “Vovôôô!”.

Fonte: Migalhas

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